06/14/2026
O Spurs sofreu a maior virada da história das Finais.
No primeiro tempo, deu tudo certo, chegamos a liderar por 29 cedo, mas deixamos o Knicks voltar, até que com 1 segundo para o fim da partida OG Anunoby decidiu o Jogo 4, e talvez as finais, com um putback que será para sempre lembrado.
Lembra de alguma coisa? Pois é. A sensação foi parecida com 2013. A diferença é que lá estava empatado. Aqui está 3 a 1.
Uma derrota como essa costuma acabar com qualquer moral para vencer uma série, ainda mais perdendo de 3 a 1. O sonho do título pode ter acabado hoje, mas ainda não é definitivo.
Em termos de basquete, o Spurs estava conseguindo penetrar o garrafão adversário e pontuar ou passar a bola para arremessadores abertos. Na segunda etapa, contudo, o Knicks ajustou sua defesa, dificultou o acesso ao garrafão e o Spurs continuou a chutar de três, mas dessa vez sem os gerar de dentro para fora.
A bola parou de cair aqui, começou a cair lá e a vantagem foi caindo. No fim, o Kincks fez o que sempre faz e dominou os minutos decisivos.
Numa derrota como essa, normalmente não há destaque individual positivo a se fazer. Porém o novato faz por merecer uma menção.
Harper fez um grande jogo. Foi bem no início nas bolas de três, como todos, mas depois foi um dos poucos que conseguiram travar as sequências adversárias no segundo tempo atacando bem a cesta e pontuando próximo ao garrafão. Fez 21 pontos em 8/12 tentativas, mas apareceu pouco nos momentos decisivos. Seja por escolhas de jogada do time ou da comissão, ou por acanhamento pessoal, nosso jogador mais confiável para arranjar pontos teve poucas oportunidades para pontuar nos momentos decisivos.
Já são dois revezes extremamente dolorosos nessa série. Um turnover inimaginável no Jogo 2 e a maior virada da história das Finais no Jogo 4. Após o anterior o time respondeu, vamos ver como será nesse caso.
Recuperar-se de um 3 a 1 no placar já foi feito, inclusive nas Finais. É muito difícil, mas ainda não acabou, e esse time já provou muita resiliência em seus primeiros Playoffs.
Será preciso dar a volta por cima da maior virada da história em um jogo para realizar a maior virada da história de uma série.
06/09/2026
Um jogo de cada vez. Os garotos do Spurs não deixaram a temporada acabar.
No Madinson Square Garden, em Nova Iorque, o San Antonio Spurs finalmente venceu sua primeira partida nessas finais fa NBA, e não foi fácil bater os donos da casa.
Não é à toa que o Knicks estava há mais de um mês sem saber o que era uma derrota. Brunson, KAT, Anunoby e companhia são muito bons. Mesmo com uma grande performance nos dois lados da quadra, os texanos ainda passaram sustos até os segundos finais, pois os nova-iorquinos apertaram o placar até a última bola.
O Spurs começou muito bem o jogo, mas de repente o Knicks esquentou e implementou uma sequência absurda para tirar um déficit que tinha sido de 10 pontos para 7 a seu favor no intervalo.
Felizmente, os garotos de San Antonio apareceram muito bem. Além disso, um ótimo início de terceiro quarto salvou o time, que retornou ao jogo imediatamente.
Depois de um erro devastador no Jogo 2, Wembanyama fez uma partida espetacular no Jogo 3. Foi agressivo desde o início, defendeu bem, atacou a cesta, arremessou de longe, não forçou muitas jogadas e passou muito bem a bola para os companheiros finalizarem. Terminou com 32 pontos em 11/18 acertos, incluindo 2/4 de três, 8 rebotes e 6 assistências.
O outro grande destaque da partida foi Stephon Castle. O armador dominou o primeiro tempo e foi crucial nos momentos decisivos, tanto atacando, quanto defendendo Brunson. Fez um 25-5-5 com 57% de aproveitamento e converteu uma bola de três e dois lances livres importantíssimos nos momentos finais.
Pela primeira vez na história das Finais da NBA, uma dupla de 22 anos ou menos teve ambos produzindo 20 ou mais pontos. Quando mais precisou, a Área 51 apareceu.
E nos últimos segundos, quando o jogo apertou, foi Fox quem converteu a bola mais importante da noite. Continua sem confiança na bola longa, mas nas últimas posses os garotos procuraram e ele correspondeu.
Estamos vivos, mas tarefa ainda é muito dura.
O que resta é ter esperança e continuar a jogar um jogo de cada vez... Go Spurs Go!
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🗣 Deixe sua opinião: Confia no Spurs para manter esse ritmo no Jogo 4?
06/08/2026
Os detalhes mudam tudo. Vai a euforia e f**a apenas a esperança.
Uma bola de três à la Curry no momento decisivo de um Jogo 1 fora de casa contra OKC nos trouxe até aqui. Um detalhe.
Um passe errado nos últimos segundos de um Jogo 2 das Finais que estava empatado nos deixou nesses apuros. 0 a 2 indo para Nova Iorque. Um detalhe, ou melhor, o maior dos vários tristes detalhes dessa partida que coloca o Spurs numa posição muito difícil.
O Knicks está melhor e faz por merecer a vantagem nas Finais. Embora o grande fator da derrota no Jogo 2 tenha sido o vacilo estratosférico no erro de passe, os visitantes foram melhores e chegaram a estar liderando com certa segurança. É que o Spurs se recuperou bem sob a liderança de Wemby e parecia que protagonizaria uma virada história, o que fez doer ainda mais - se é que é possível - o detalhe final.
Victor fez um grande jogo que f**ará marcado pelo erro derradeiro. Começou com as dificuldades usuais diante do Knicks, mas no segundo tempo encontrou respostas, ou foi simplesmente melhor, e terminou com 29 pontos e 9 rebotes em 52% de aproveitamento, durante 40 minutos, com um saldo positivo enquanto esteve em quadra (+6), superado apenas por Harper (+12) nesse quesito.
Dylan Harper dessa vez teve mais tempo de jogo e ficou em quadra nos momentos finais. Apesar de ser apenas um novato, está sendo o mais consistente do time e fez mais um bom jogo.
Quem mudou de rumo foi De'Aaron Fox, que correspondeu com uma grande performance. Fez 20 pontos em 8/12 acertos e também saiu com um saldo positivo (+2), mas o resultado final acabou se sobressaindo ao seu jogo, como deve ser.
Que eles continuem desse ritmo para vima em Nova Iorque. Pois, agora fora de casa, o Spurs tem uma missão impossível para cumprir. Apenas 6 vezes, em mais de 60 oportunidades, uma franquia virou uma série de Playoffs nessas condições. Nas Finais, nunca foi feito.
Não temos Tom Cruise, mas outro superstar está do nosso lado, junto a uma grande equipe de coadjuvantes. Que o grande palco do Madinson Square Garden nos permita a chance de uma virada digna de espetáculo da Broadway.
06/05/2026
Saímos atrás, mas ainda tem muita série pela frente.
Começaram as Finais da NBA e o Spurs recebeu duras boas-vindas. Em casa para o jogo 1, o time de San Antonio caiu para o New York Knicks e já não tem mais a vantagem do mando de quadra.
Está muito enganado quem achava que o maior desafio já tinha passado. Para além do palco inédito, o adversário é formidável.
O Knicks chegou às Finais na melhor sequência de 11 jogos da história, seja em temporada regular ou Playoffs. É uma grande equipe que vive um momento brilhante, apara além de ser um dos adversários mais difíceis para o Spurs em termos de matchup.
Assim como na final da NBA Cup, o Spurs pareceu melhor durante boa parte do jogo, mas nunca dominante o suficiente para escapar com o placar. Chegou a abrir 14 pontos no terceiro período, até que no fim Brunson, KAT e cia foram mais decisivos e saíram com a vitória.
Em um jogo em que o Knicks nem foi tão brilhante assim, eles roubaram o mando de quadra e tomaram as rédeas da série. Não há o que se negar quanto a isso.
Acontece que ainda há muitos jogos pela frente. O Spurs já esteve em situação parecida contra o Wolves, quando começou perdendo a primeira em casa, e em apuros ainda maiores contra o Thunder, quando estava 3-2 na série para eles. Nosso time é capaz de se recuperar.
Individualmente, Wemby não fez um bom jogo 1 para seus padrões. Encontrou dificuldades mais uma vez perante KAT e Mitch Robinson e não conseguiu ser eficiente como de costume em seus arremessos. Ainda assim, chamou bem a responsabilidade no fim e quase salvou o time.
Castle e Harper não se esconderam do grande momento. O novato, inclusive, foi o grande destaque durante boa parte do jogo, fez 16 pontos com 6/10 acertos, mas acabou não estando em quadra nos minutos finais.
Quem esteve, mas não correspondeu foi Fox. O armador fez apenas 7 pontos em 38 minutos, com 3/13 acertos. O saldo do time enquanto esteve em quadra, contudo, foi 0, o único não negativo entre os principais jogadores. Não dá para ter certeza se por coincidência ou por algo que ele fez e não aparece nas estatísticas básicas.
Hora de recuperar, pois os próximos precisam ser diferentes... Go Spurs Go!
06/03/2026
San Antonio Spurs x New York Knicks: 1999 NBA Finals.
Há 27 anos, Spurs e Knicks se enfrentaram pela primeira vez nas Finais da NBA. O mundo era outro, a música também, os elencos certamente são outros, mas os times são os mesmos.
Duas cidades apaixonadas por basquete. Uma glamourosa, com um time subestimado, outra maia subestimada, com o time da estrela da NBA mais glamourosa da atualidade.
Nova Iorque e San Antonio, duas cidades do basquete. Definitivamente, as capitais desse esporte apaixonante pelos próximos dias.
27 anos atrás deu Spurs, por 4 a 1, com um jovem Tim Duncan e Popovich iniciando sua carreira de técnico principal.
O que você espera dessa série? Está confiante?
05/31/2026
Mais uma memorabilia para a estante de Victor Wembanyama: Troféu Earvin "Magic" Johnson, de MVP das Finais da Conferência Oeste.
Sua terceira temporada na NBA já é histórica. All Star, 1° Time All-Defense, 1° Time All-NBA, Defensor do Ano, 3° colocado para MVP e agora MVP das Finais do Oeste.
Já está bom, mas pode ser ainda melhor. Há mais um grande desafio está à sua frente no caminho do objetivo final, o mesmo New York Knicks que lhe tirou a Copa da NBA no início da temporada.
05/31/2026
O Spurs está nas Finais da NBA!
Depois de 12 anos, San Antonio está merecidamente de volta às Finais ao vencer um jogo 7 histórico sobre os atuais campeões.
Sete jogadores jogaram 10 ou mais minutos nessa partida decisiva, e todos eles fizeram mais de 10 pontos: Fox (15), Castle (16), Vassell (11), Champagnie (20), Wemby (22), Harper (12) e Keldon (11). Assim como em toda a temporada, na partida mais importante da carreira de todos esses caras foi o coletivo que trouxe o triunfo.
E a jogada mais importante ainda foi de um oitavo jogador, Kornet, que entrou rapidamente no quarto período para substituir Wembanyama após sua quinta falta e deu um toco espetacular em Harterstein que definiu salvou o resultado. 6 minutos em quadra foram mais que suficientes para deixar um impacto vitorioso.
Champagnie, com 6/11 bolas de três, 6 importantes rebotes e o melhor saldo do confronto (+16), foi um grande destaque do jogo 7. Depois de fazer uma primeira metade de série muito discreta, calibrou o arremesso e foi crucial para o título de conferência do Spurs do jogo 5 em diante.
E para garantir espaço para seus arremessos mesmo depois de tantos acertos, Wemby estava lá embaixo atraindo praticamente toda a defesa. OKC focou em evitar que o francês chegasse perto da cesta para enterrar ou completar ponte área e, em vez de forçar, a equipe texana conseguiu se aproveitar dos espaços para pontuar com os demais.
Victor também se adaptou à defesa, não forçou muito no ataque, mas também não deixou de arremessar. Ele conquistou seus pontos nos arremessos de média e longa distância e na linha de lance livre e liderou o time com 22 co 46% de acerto geral, mas 3/5 de três e 5/7 lances livres.
Castle fez mais um grande jogo, Fox apareceu muito bem no jogo mais importante de sua carreira e Harper foi decisivo com arremessos e rebotes dignos de quem tem o dobro de sua idade.
Que time bom! O Spurs vai à Final da NBA pela sétima vez em sua história e segue em sua "race dor seis".
Go Spurs Go!
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05/29/2026
Vamos ao jogo 7!
Que orgulho desse time. Os garotos de San Antonio não cansam de impressionar.
Pela primeira vez em sua ainda curta história nos Playoffs da NBA, esse grupo do Spurs enfrentou um jogo de eliminação. E mesmo na parede diante dos atuais campeões e melhor time da NBA, os jovens texanos responderam à altura do que pretendem se tornar - ou já são - e venceram com autoridade.
Os 27 pontos de vantagem, inclusive, marcaram a maior diferença numa vitória em jogo de eliminação da grandiosa história da franquia de San Antonio.
Logo cedo, a defesa se mostrou firme e agressiva e o arremesso caiu. Dali em diante, a energia só subiria, mas sempre com o Thunder na cola, até que no terceiro quarto a vantagem disparou de vez. O ataque do Spurs continuou a pontuar, a defesa elevou o nível e os jogadores do OKC começaram a forçar. Foi uma sequência de 14 tentativas erradas consecutivas deles que acabou de vez com o jogo.
Wemby voltou a ser agressivo. Começou a partida já assumindo a responsabilidade, assim como fez nas outras duas vitórias da série, e ao contrário da passividade inicial que marcou as três derrotas nessa Final de Conferência. Fez 11 pontos e 5 rebotes só no primeiro período e terminou com 28 e 10, além de 3 tocos, em apenas 28 minutos.
O outro grande destaque f**a para a jovem dupla de armação, que foram o diferencial para essa vitória. Harper voltou a se sentir mais confortável, converteu arremessos, atacou bem a cesta e temrinou com 18 pontos, 6 rebotes e 4 assistências em 66% de aproveitamento durante 22 minutos. Já Castle fez 17, com 5 rebotes e 9 assistências, além de apenas 1 turnover, em 32 minutos.
Vassell foi bem, Champagnie foi bem, e Keldon também. Há muito mais a ser dito do que caracteres disponíveis, mas que ao menos que se registre que essa foi uma vitória da força coletiva da equipe, das bolas de três de Vassell e Champagnie ao esforço de Fox para jogar machucado e proteger a posse de bola texana, passando pela importante presença de Kornet nos minutos sem Wemby.
Preparado para o jogo 7? Pelo menos as freiras e o cachorro Corgi estão do nosso lado
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05/28/2026
Feito de açúcar em meio à tempestade.
De volta a OKC para o jogo 5, o Spurs pareceu nem ter pousado devidamente para viagem. Até fez um primeiro quarto decente graças à mão quente de Champagnie, mas logo parou de jogar e viu o Thunder fazer 40 pontos somente no segundo período e abrir ainda mais a vantagem após o intervalo.
Logo no inicio do segundo tempo f**amos 20 pontos atrás no placar, aí já era tarde demais. Até se recuperou bem pot um momento no terceiro e depois no quarto período, mas o déficit já muito grande e alguns erros de arbitragem e muitos erros do time mantiveram os texanos a uma distância que às vezes até dava esperança, mas impossibilitou a virada.
A verdade é que as estrelas do Spurs não fizeram por merecer a vitória.
Wemby começou a partida com pouca agressividade, chegou pro jogo só na segunda etapa, pegou apenas 6 rebotes, acertou só 4/16 tentativas e terminou com um saldo negativo enquanto esteve em quadra pela primeira vez na série (-8).
Fox, claramente lesionado, demorou muito para entrar no jogo. Da mesma forma Harper, que errou bastante e pareceu o novato que é, mas normalmente não deixa transparecer. Ambos também fizeram suas piores partidas na série.
Entre os titulares, só Champagnie, que vinha muito mal ofensivamente na série, finalmente calibrou o arremesso longo e fez a maior pontuação nos Playoffs. Terminou com 22 pontos e 4 bolas de três, mas não foi capaz de mudar nada, afinal, estava em quadra nos piores momentos do Spurs.
Do que vimos nessa partida, que apenas a mão quente de Champagnie volte para o jogo 6 em San Antonio, porque o resto merece ser esquecido.
Agora o Spurs está a um passo da eliminação. Não a mais espaço para o erro.
Jogo 6 logo mais. Go Spurs Go!
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05/25/2026
Esse time do Spurs mostrou o porquê de estar onde está.
Uma derrota no jogo 4 para voltar a Oklahoma atrás com 3 a 1 no placar na série signif**aria praticamente o fim do sonho. Por isso, a partida do domingo era tão importante.
Torcedor, você já pode respirar. A resposta veio.
Diante de um jogo enorme, o mais importante da carreira de praticamente todos do elenco, eles entregaram performances gigantesca, do tamanho do jogo. Com a benção direcionada pelas freiras à beira da quadra, o Spurs fez talvez sua melhor partida dos Playoffs e venceu com boa vantagem.
A defesa funcionou e, ao contrário do que ocorreu no confronto anterior, a bola de três do Thunder não caiu (6/13, 18%). Desde o início, com marcação intensa no perímetro e a melhor defesa de aro da NBA, os texanos conseguiram segurar OKC a apenas 82 pontos totais, uma numeração que lembra os placares do início do século.
Do lado de cá o Spurs também não chutou muito bem, com apenas 39% dos arremessos convertidos, inclusive 9/33 de três (27%). Por outro lado, cometeu somente 12 turnovers, que foi o maior diferencial ofensivo dessa performance. Desde que Fox voltou, no jogo 3, os turnovers estão sendo reduzidos,o que afeta consideravelmente a capacidade do Thunder pontuar, por cortar uma grande porção de seus pontos de contra-ataque.
Nos dois confrontos anteriores, por exemplo, fizeram 27 e 20 pontos, respectivamente, diretamente a partir dos turnovers do Spurs. Já no jogo 4, não conseguiram chegar a 15.
Wemby, como está se tornando um costume nesses Playoffs, foi sensacional outra vez. Atacou com agressividade já nos primeiros minutos, defendeu como ninguém no mundo e terminou 33 pontos, 8 rebotes e 3 tocos.
No meio disso tudo, ainda converteu um arremesso do meio da quadra no estouro do cronômetro. Coisas de alienígena.
Outro grande destaque foi Castle, com sua sufocante defesa em Shai. O Spurs ajustou, parou de dobrar o MVP no início da posse e confiou no trabalho de Steph para frear sua produção, o que funcionou bem dessa vez.
Tudo igual novamente. A série agora retorna a OKC para o jogo 5.
Go Spurs Go!
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