24/07/2026
Além de único wrestler tetracampeão em Portugal e a conquistar títulos em três promotoras, partilhou o ringue com Mike Bailey e Pete Dunne, fez um seminário com Zack Sabre Jr. e já lutou no Japão… onde se viu obrigado a passar uma noite ao relento, junto a uma estação de comboio.
Em entrevista, Leo Rossi (nascido em Almada e desde sempre residente em Corroios) passa a carreira em revista, fala sobre os tempos que passou e a forma como saiu do CTW, conta como está a relação com Red Eagle, explica a evolução da personagem e a origem da catch phrase “topas?”, desvenda os principais ensinamentos que as estrelas internacionais lhe passaram e revela combates favoritos e os dois lutadores portugueses que gostaria de defrontar.
Leo Rossi: “Quando comecei tinha a ideia de interpretar um Fantasma das 7 Colinas” (Parte 2)
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
23/07/2026
Recém-coroado campeão nacional absoluto do Wrestlefest, tornou-se no único wrestler a vencer títulos em três promotoras portuguesas e a sagrar-se tetracampeão em Portugal, mas já sabe quando e contra quem vai defender o cinturão pela primeira de duas vezes… antes de deixar a fed da qual é um dos fundadores.
Em entrevista, Leo Rossi (natural de Almada e residente desde sempre em Corroios) conta o que está previsto para o Wrestlefest nos próximos meses, explica porque protege tanto a personagem enquanto vilão e revela quais os lutadores que mais o inspiram e em que preciso momento decidiu tornar-se lutador de wrestling.
Leo Rossi: “Vou defender o título contra a Cláudia Bradstone a 1 de agosto no Porto” (Parte 1)
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
06/06/2026
Paio Pires, o clube centenário que incorpora o espírito de aldeia em plena cidade
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
18/05/2026
Grande noite de wrestling em Corroios, com mais de uma centena de pessoas à mesma hora que Sporting e Benfica definiam o segundo lugar do campeonato. Cinco bons combates, entre os quais três 'bangers'. Leia aqui a review do evento (com vídeos do final de cada combate).
Wrestlefest “Lutas & Vinho Verde” - Review
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
01/05/2026
Hoje faz anos Alberto Hernández. Quem se lembra dele no Amora?
Um dos três jogadores que jogaram pelo Amora durante as três épocas na I Divisão, a par de Marlon Alves e Amadeu. Argentino com grande parte da carreira feita em Portugal tal como Alfredo Herlein, também chegou à Medideira proveniente do Académico de Viseu, mas alguns meses antes.
A estreia só aconteceu em março de 1981, mas o médio Alberto Rodolfo Hernández ainda foi a tempo de participar em seis jogos na reta final do campeonato, três dos quais como titular.
Nas temporadas seguintes foi alvo de mais utilização, ainda que nunca se tenha fixado propriamente como um titular indiscutível. Em 1981-82 participou em 19 encontros (12 a titular) e marcou um golo, num empate caseiro com o Penafiel. E na época seguinte disputou 23 partidas (17 a titular), mas não evitou a despromoção à II Divisão.
Apesar da descida continuou no clube por mais uma época no segundo escalão. Em 1984-85 passou pelo União da Madeira, mas voltou na temporada seguinte à Medideira, numa altura em que os amorenses estavam na III Divisão.
Em 1986-87 vestiu a camisola do Desp. Aves e depois voltou à margem sul do Tejo para representar o Seixal, clube pelo qual encerraria a carreira em 1989.
Desde que pendurou as botas que vive na Amora, onde atualmente trabalha no ramo imobiliário.
Saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo Amora na I Divisão e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/05/amora-zerozero-baltazar-helder-das-merces-alberto-hernandez-jaime-merces-jose-rafael-rebelo-nelson-caio-cambalhota-alfredo-herlein-pereirinha-.html
01/05/2026
Os 10 jogadores com mais jogos pelo Amora na II Liga
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
01/05/2026
Os 10 jogadores com mais jogos pelo Amora na II Divisão B
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
01/05/2026
Os 10 jogadores com mais jogos pelo Amora na I Divisão
Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling
28/04/2026
Acreditem que não gosto de andar sempre a bater nesta tecla.
O Distrito de Setúbal, o terceiro mais populoso do país, historicamente a quarta potência em matéria de futebol (e já foi a terceira) e situado às portas de Lisboa, vai iniciar a temporada 2026-27 sem equipas na Liga 3 e, na melhor das hipóteses, com três no Campeonato de Portugal. Um cenário digno de um distrito desertificado de interior.
E digo “na melhor das hipóteses, com três no Campeonato de Portugal” porque, há somente dois anos, Vitória de Setúbal e Olímpico Montijo, curiosamente os atuais dois primeiros classificados da I Distrital, foram barrados pela FPF de participar nos campeonatos nacionais. Será que já tudo foi resolvido? Se não estiver, os regulamentos preveem convites até ao quarto classificado. Depois, é preciso que os convites sejam aceites e que os convidados reúnam as cada vez mais exigentes condições necessárias para participar. Ou seja, no limite, poderá até não haver subidas.
Já aqui o disse a 20 de janeiro (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1486123083521218&set=pb.100063706210057.-2207520000&type=3), e volto a repetir, com as mesmas letras: entendo que o foco da AF Setúbal praticamente se tem esgotado na organização das competições e que falta uma visão, um conjunto de ideias, um projeto, etc., que forcem a aceleração do desenvolvimento do futebol no distrito.
Nessa ocasião, referi que o atraso do início da competição das equipas B não ajudam como deveriam as equipas A nos campeonatos nacionais. Mas obviamente que há muito mais que se pode fazer.
Agora, vou mais além: se a Liga Portugal pode formular o objetivo de que Portugal seja quinto classificado no ranking UEFA e se a FPF pode estabelecer metas em várias frentes, porque não pode uma associação distrital assumir um objetivo de representatividade e um plano de ação para o concretizar? Porque temos de aceitar e normalizar a crescente perda de representatividade?