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Página de relatos desportivos online

O defesa que capitaneou O Elvas no regresso à I Divisão. Quem se lembra de José Carlos? 03/09/2026

Foi o homem que capitaneou O Elvas no regresso à I Divisão em 1986-87, um defesa com grande ligação à cidade raiana e que vestiu de azul e ouro durante quatro anos. Mas antes disso ajudou Famalicão e Recreio de Águeda a subir ao primeiro escalão. Recorde José Carlos.

O defesa que capitaneou O Elvas no regresso à I Divisão. Quem se lembra de José Carlos? Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

15/08/2026

Hoje faz anos o "O Elvas" Clube Alentejano de Desportos

Fundado a 15 de agosto de 1947, "O Elvas" Clube Alentejano de Desportos nasceu de uma fusão improvável entre uma filial benfiquista e outra sportinguista, o Sport Lisboa e Elvas e o Sporting Clube Elvense, tendo feito a estreia na I Divisão três meses após a data da fundação, ocupando o lugar das águias elvenses no primeiro escalão.

Depois de o SL Elvas ter participado nos campeonatos de 1945-46 e 1946-47, “O Elvas” deu sequência às duas boas campanhas dos antecessores e manteve-se entre a elite do futebol português até 1950.

Embora se tenha tornado um clube mais representativo, o emblema de azul e oiro esteve afastado do patamar maior do futebol nacional até ao final da década de 1980, quando voltou à I Divisão para somar mais duas presenças.

Porém, caiu nas divisões secundárias em 1988. No século XXI estatelou-se nos campeonatos distritais da AF Portalegre e em 2014 e depois em 2018 extinguiu o futebol sénior, mas já o reativou e atualmente compete no Campeonato de Portugal, tendo ficado perto da subida à Liga 3 em 2024-25.

Durante cinco presenças na I Divisão, 79 futebolistas representaram “O Elvas”. Vale por isso a pena recordar os dez que o fizeram por mais vezes: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/08/o-elvas-zerozero-massano-neves-sousa-patalino-vieira-horacio-beto-vidigal-casimiro-artur-oliveira-galinho.html

26/06/2026

Hoje faz anos Ribeiro, lateral esquerdo e jogador histórico do "O Elvas". Quem o conhece?

Nasceu em Ponte de Lima, no Alto Minho, a 26 de junho de 1958, mas foi no Alto Alentejo que fez quase toda a carreira, com a camisola do "O Elvas".

Lateral esquerdo formado no Belenenses, onde era conhecido por Ribeirinho, ainda chegou a joga pela equipa principal dos azuis do Restelo em 1977-78, mas depois rumou à cidade raiana vestir de azul e ouro durante 13 temporadas.

Ao serviço do emblema elvense percorreu todos os escalões do futebol nacional, tendo contribuído para as subidas à II Divisão em 1981 e à I Divisão em 1986.

Jogou no primeiro escalão em duas temporadas, 1986-87 e 1987-88, nas quais amealhou 44 jogos (43 a titular) e um golo (ao Marítimo).

Viria a encerrar a carreira após o final da época 1990-91, na qual competiu na edição inaugural da II Liga, mas não conseguiu evitar a despromoção à II Divisão B, quando tinha 33 anos.

Após pendurar as botas trabalhou nas camadas jovens do clube alentejano e foi treinador de vários clubes açorianos, como Praiense, Velense, Vitória do Pico, Flamengos, Boavista São Mateus e Lajense.

Leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2025/06/Celestino-Ribeiro-O-Elvas-Belenenses-Ponte-de-Lima-zerozero.html

20/05/2026

Fez anos o elvense que cresceu em Guimarães, foi campeão pelo FC Porto e chegou à seleção. Quem se lembra de Sereno?

Defesa central alto (1,87 m) e capaz de desenrascar também nas laterais do setor mais recuado, nasceu em Elvas e começou a jogar futebol no Os Elvenses, tendo rumado ao O Elvas já enquanto júnior.

Em 2004-05 estreou-se na equipa principal do histórico emblema raiano, na antiga III Divisão, e destacou-se ao ponto de ter dado o salto para o Vitória de Guimarães no final da época.

Até se afirmar no Dom Afonso Henriques teve muito que penar. Em 2005-06 esteve cedido ao Famalicão e na temporada seguinte foi pouco utilizado na campanha que culminou na promoção à I Liga.

Em 2007-08 estreou-se finalmente no primeiro escalão do futebol português e formou com Geromel uma excelente dupla de centrais que ajudou os vimaranenses então orientados por Manuel Cajuda a obter um brilhante terceiro lugar no campeonato e o consequente apuramento para as pré-eliminatórias de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. No final dessa época estreou-se por uma seleção nacional, no caso a de sub-21.

A temporada seguinte ficou marcada por uma grave lesão no tendão rotuliano do joelho esquerdo que o afastou dos relvados entre setembro de 2008 e abril de 2009, tendo sido utilizado em apenas seis jogos. Ainda assim, somou uma internacionalização pela seleção B em abril de 2009.

Em 2009-10 voltou a mostrar-se em bom plano, ao ponto de se ter transferido para os espanhóis do Valladolid em janeiro de 2010, rendendo 300 mil euros aos cofres do Vitória.

Embora tivesse sido utilizado com alguma regularidade em Espanha, tendo atuado os 90 minutos numa derrota às mãos do Barcelona de Guardiola e Messi em Camp Nou e num desaire ante o Atlético Madrid de David De Gea, Tiago, Forlán e Simão Sabrosa no Vicente Calderón, coletivamente as coisas correram-lhe mal: o Valladolid desceu de divisão.

Mas como há males que vêm por bem, no verão de 2010 ficou livre para assinar pelo FC Porto, tendo feito parte da equipa que, sob a liderança de André Villas-Boas, venceu campeonato, Taça de Portugal e Liga Europa. Embora tivesse estado na ficha de jogo em nove partidas da prova europeia, incluindo na segunda-mão da meia-final no terreno do Villarreal, não chegou a somar minutos na competição.

Entretanto perdeu espaço no plantel portista então já comandado por Vítor Pereira, face à concorrência de Rolando, Otamendi, Maicon e Mangala, foi emprestado aos alemães do Colónia em 2011-12 e jogou com bastante regularidade na Bundesliga, o que lhe valeu a primeira convocatória à seleção A em outubro de 2011.

Voltou a ser chamado para particulares em agosto de 2012 e fevereiro de 2013 e para partidas da fase qualificação para o Mundial 2014 em outubro de 2012 e março de 2013, mas só conseguiu estrear-se a 10 de junho de 2013, numa vitória sobre a Croácia num jogo de preparação (1-0), depois de uma época em que voltou ao Valladolid, por empréstimo do FC Porto.

Tornaria a ir a jogo pela seleção em outubro do mesmo ano, desta feita a doer, numa vitória sobre o Luxemburgo no fecho da fase de apuramento para o Campeonato do Mundo, numa altura em que já representava os turcos do Kayserispor.

Depois de dois anos na Turquia, voltou à Alemanha para vestir a camisola do Mainz, mas não chegou a estrear-se, muito por culpa de uma cirurgia à púbis que o afastou vários meses dos relvados.

Na reta final da carreira representou os indianos do Atlético de Kolkata e do Chennaiyin, tendo sido campeão por ambos, e os espanhóis do Almería na II Liga. Haveria de se despedir dos relvados em 2018, aos 32 anos.

“Saí de Elvas com 19 anos. Nessa altura treinava uma vez por semana. Chegar onde cheguei, uma coisa que muito pouca gente conseguia… E eu consegui. Estou muito feliz pela carreira que fiz. (…) Tive muitas lesões durante a minha vida e mesmo assim estou muito feliz com o que consegui. Não tirava nada”, afirmou ao Maisfutebol em dezembro de 2016.

Desde que se retirou que tem feito carreira no dirigismo, tendo sido vice-presidente e presidente da SAD do Vilafranquense e do sucessor AVS.

Veja vídeos de golos de Sereno e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2025/01/Henrique-Sereno-O-Elvas-Vitoria-Guimaraes-Valladolid-FC-Porto-Colonia-zerozero.html

O primeiro globetrotter do futebol português. Quem se lembra de Severiano Correia? 07/04/2026

Terá sido o primeiro globetrotter do futebol português. Depois de uma curta carreira como futebolista, interrompida precocemente devido a uma lesão, iniciou um trajeto de quatro décadas como treinador, tendo trabalhado em Moçambique, na África do Sul, na Grécia e no Brasil. Já em Portugal treinou clubes como Académica, Atlético, O Elvas, Lusitano de Évora, Vitória de Setúbal, Olhanense e Belenenses. Recorde Severiano Correia.

O primeiro globetrotter do futebol português. Quem se lembra de Severiano Correia? Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

03/04/2026

Neste dia em 1949, O Elvas e Vitória de Setúbal empataram a três golos na cidade raiana

3 de abril de 1949 – I Divisão (25.ª jornada)
O Elvas 3-3 Vitória FC

Chuva de golos na cidade raiana, numa altura em que O Elvas (9.º lugar, com 20 pontos) já tinha a permanência assegurada e o Vitória (13.º, 17) ainda poderia ser alcançado pelo lanterna vermelha Boavista (14.º, 14).
Depois de um autogolo de Artur Oliveira ter adiantado os sadinos aos 31 minutos, Sanina bisou no espaço de seis segundos ainda antes do intervalo (32’ e 38’) e Massano fez o 3-1 no início da segunda parte (77’). No entanto, os setubalenses haveriam de marcar os dois golos que lhe dariam o empate, por intermédio de Aníbal Rendas (77’) e Neves na própria baliza (90’).
O Diário de Notícias destacou a “meia hora de equilíbrio com golos falhados e depois três tentos de enfiada” e a forma como “o Vitória não esmoreceu” quando esteve a perder por dois golos de diferença.

Recorde todos os jogos entre Vitória de Setúbal e O Elvas e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2023/12/blog-post_15.html

27/03/2026

Hoje faz anos o ex-gangster que se catapultou para o estrelato em Campo Maior e no Bessa. Quem se lembra de Jimmy Floyd Hasselbaink?

Jimmy Floyd Hasselbaink foi um dos grandes avançados do seu tempo. Foi melhor marcador da Premier League em duas ocasiões (em 1998-99 pelo Leeds United e em 2000-01 pelo Chelsea), marcou presença no Mundial 1998, fartou-se de marcar golos no Atlético Madrid e ajudou o modesto Middlesbrough a chegar à final da Taça UEFA em 2005-06. Mas a fama e o prestígio internacional que ganhou teriam sido muito difíceis de obter caso o Campomaiorense não o tivesse trazido para o futebol português.

Nascido no Suriname a 27 de março de 1972, foi viver para os Países Baixos com a mãe e três irmãos e começou por ser guarda-redes nas camadas jovens do modesto Gestaagt Volharding Overwint (GVO).

Entretanto juntou-se a um gang e esteve envolvidos em vários roubos, tendo chegado a passar três meses num centro de detenção juvenil e a ser expulso de um clube. Mesmo quando transitou para sénior continuou a acumular problemas disciplinares, tendo sido dispensado pelo Telstar, então na II Liga Holandesa, após ter chegado atrasado a vários jogos.

Após ter passado pelo AZ Alkmaar, esteve a treinar à experiência em clubes dos Países Baixos, da Áustria e... no Campomaiorense, acabando por impressionar o treinador Manuel Fernandes no verão de 1995. "O meu empresário da altura era muito amigo de um outro empresário em Portugal, que conhecia pessoas em Campo Maior. O clube precisava de um avançado na altura e uma coisa levou à outra. Foi assim que eu apareci em Campo Maior", contou ao Maisfutebol em abril de 2023.

Na altura, era conhecido no seu país apenas pelo apelido, Hasselbaink, mas Rui Nabeiro deu-lhe o nome "Jimmy". "Ele não queria que ninguém soubesse que eu estava em Campo Maior à experiência e veio com essa ideia de me chamarem Jimmy. O meu nome é Jerrel Floyd Hasselbaink e na altura eu era conhecido como Hasselbaink. Foi ele que me colocou Jimmy e partir daí toda a gente me chamava Jimmy. Aliás, em Inglaterra fiquei como Jimmy Floyd Hasselbaink", acrescentou.

Embora tivesse chocado com as diferenças no país, idioma, clima e cultura, adaptou-se rapidamente a Campo Maior e ficou encantado com a simpatia dos locais. Em campo, desatou a marcar golos. "Boa gente. Foi a partir deles que eu tive a minha oportunidade. Se não fosse Campo Maior e a família Nabeiro eu não seria o Jimmy Floyd Hasselbaink que sou hoje. Estou-lhes muito grato e naturalmente deixo as minhas condolências à família. Rui Nabeiro era um homem fantástico. Falava um inglês ok, um pouco forçado, e lembro-me que nos divertíamos. Ríamo-nos muito juntos. Não tenho uma única coisa má recordação de Campo Maior, da família Nabeiro ou do Campomaiorense", confessou o antigo ponta de lança.

Ao serviço do conjunto alentejano apontou 12 golos em 34 jogos oficiais em 1995-96, mas mostrou-se impotente para impedir a despromoção à II Liga. Ainda assim valorizado, deu o salto para o Boavista. "Era um nível acima, jogava as competições europeias, tinha grandes jogadores como o Sanchez, o Artur, o Nuno Gomes, enfim. Era um clube maior, numa cidade muito diferente, com mais pressão, mas também um clube muito simpático e que me tratou sempre bem. A família Loureiro, que estava à frente do clube, foi também muito boa para mim", lembrou o neerlandês, que ao serviço dos axadrezados somou 24 remates certeiros em 38 encontros, tendo conquistado a Taça de Portugal na única época que passou no Bessa, em 1996-97. Os 20 tentos que somou na I Liga nessa temporada só foram superados pelos 30 de Jardel.

Depois veio o estrelado. No verão de 1997 foi transferido para o Leeds United por dois milhões de libras (equivalente a 2,78 milhões de euros ao câmbio da altura) e em Inglaterra viveu o auge da carreira. Em 1998-99 sagrou-se o melhor marcador da Premier League, tendo dividido o prémio com Michael Owen e Dwight Yorke, todos com 18 golos. Antes, fez a estreia pela seleção neerlandesa e marcou presença no Mundial 1998.

Seguiu-se nova transferência, mas para o Atlético Madrid, por um valor equivalente a 16,7 milhões de euros. Individualmente viveu na capital espanhol uma época de sonho, ao apontar 35 golos em 47 partidas, mas coletivamente vivenciou um pesadelo, uma impensável despromoção à II Liga Espanhola.

Contudo, como tinha uma cláusula de despromoção no seu contrato, teve facilidade em regressar à Premier League pela porta do Chelsea, que pagou o equivalente a 22,5 milhões de euros pelos seus serviços. Em Stamford Bridge acabou por reencontrar Claudio Ranieri, que o havia orientado nos colchoneros, e voltou a sagrar-se melhor marcador da liga inglesa, com 23 golos em 2000-01. Nessa temporada venceu ainda a FA Charity Shield, a Supertaça de Inglaterra.

Haveria de permanecer em Londres já para lá do início da era Roman Abramovich, mas foi dispensado por José Mourinho no verão de 2004. Acabou por rumar ao Middlesbrough, ajudando o emblema do Riverside a atingir a final da Taça UEFA em 2005-06.

Na curva descendente da carreira representou ainda Charlton e Cardiff antes de pendurar as botas em 2008, aos 36 anos.

Veja vídeos de golos e melhores momentos de Jimmy Floyd Hasselbaink e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2024/03/Jimmy-Floyd-Hasselbaink-Campomaiorense-Boavista-Leeds-Atletico-Madrid-Chelsea-Middlesbrough.html

19/03/2026

Quem se lembra de quando o Estrela de Portalegre esteve perto de devolver futebol de primeira divisão ao Alentejo?

Quase sempre sem incluir clubes das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a II Divisão – Zona Centro foi terreno fértil para que alguns emblemas sonhassem com a promoção ao primeiro escalão. Basta recordar que foi através desta via que Académico Viseu (1978), União de Leiria (1979), Ginásio de Alcobaça (1982) e Recreio de Águeda (1983) chegaram pela primeira vez à elite por essa via.
O Estrela de Portalegre também esteve muito perto de o conseguir em 1977, quando concluiu o campeonato em segundo lugar com os mesmos 43 pontos do campeão Feirense. A formação alentejana até tinha vantagem na diferença entre golos marcados e sofridos, mas perdeu para os fogaceiros no confronto direto, o primeiro critério de desempate.
Nessa época os portalegrenses ainda disputaram uma fase de promoção com Sp. Espinho e CUF, mas ficaram atrás dos tigres da Costa Verde.
Presentemente, o Estrela não tem futebol sénior.

Saiba quais foram os 8 outros clubes que estiveram perto mas nunca conseguiram subir à I Divisão e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2021/01/ii-divisao-peniche-sesimbra-marinhense-estrela-portalegre-juventude-evora-uniao-lamas-louletano-benfica-castelo-branco-maia.html

18/03/2026

Hoje faz anos Demétrius. Quem se lembra dele no Campomaiorense?

O melhor marcador de sempre dos galgos na I Liga, com 23 golos. Ponta de lança com um currículo interessante, que incluía passagens por clubes importantes no Brasil como Santos, Fluminense e Bahia, foi contratado pelo Campomaiorense no verão de 1997, no arranque de uma época em que os alentejanos tinham o estatuto de recém-promovidos à I Liga.
Em 17 jogos (seis a titular), apontou sete golos – todos a partir de março -, incluindo um hat trick ao Sporting numa derrota por 3-5 em Campo Maior, tendo também faturado diante de Belenenses, Sp. Braga, Farense e Vitória de Guimarães.
Em 1998-99 foi mais longe e apontou 16 golos em 29 jogos (22 a titular) no campeonato – apenas o portista Jardel (36) e o benfiquista Nuno Gomes (24) fizeram melhor. Para esse registo contribuíram dois hat tricks - à Académica, ao Farense e ao Desp. Chaves – e um bis, ao Beira-Mar. Na Taça de Portugal também foi importante, ao marcar um dos golos que afastou o Esposende nas meias-finais. No Jamor também esteve perto de faturar logo nos primeiros minutos, mas ficou em branco e o Beira-Mar levou a troféu.
A temporada seguinte também foi iniciada nos galgos, mas após oito jogos (cinco a titular) e nenhum golo deu o salto para o Boavista, clube pelo qual se haveria de sagrar campeão nacional, ainda que com uma participação diminuta.

Saiba quais são os outros brasileiros entre os 10 com mais jogos pelo Campomaiorense na I Liga e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/11/campomaiorense-zerozero-jogadores-brasileiros-laelson-welington-beke-isaias-demetrius-rene-rivas-joel-detinho-mauro-soares-telmo.html

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