Active Flow

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📱LIVE workouts 19h
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✖️Peak Pilates ⁣Instructor
✖️Pilates Clínico Pré e Pós Parto ⁣
📍Lisboa, Portugal

21/08/2026

E nenhum foi dinheiro…

1 - Capacidade de adaptação.
Durante anos, achava que um imprevisto podia estragar-me o dia. Se estava de férias e o ginásio estava fechado, já não treinava. Se não conseguia comer aquilo que tinha planeado, mudava-me logo o mood. Hoje percebo que não preciso de controlar tudo, preciso de saber adaptar-me. Se os planos mudam, ajusto os meus. Adaptar-me tornou-se uma das minhas maiores formas de liberdade.

2 - Enfrentar os meus medos.
Viajar é uma das coisas que mais prazer me dá. Andar de avião é uma das que mais medo me dá. Já fui ao Japão, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, entre outros mas estes foram os mais longe. E continuo a ficar nervoso! O que me faz entrar no avião é o arrependimento de não entrar! Aprendi que coragem não é deixar de ter medo, é perceber que posso ter medo e, mesmo assim continuar a viver.

3 - Perceber que cuidar de mim não é egoísmo.
Durante anos achava que tirar uma hora do dia para treinar era tempo que estava a tirar aos outros. Hoje percebo o contrário! Quando cuido de mim, sou melhor companhia para as pessoas que fazem parte da minha vida. Cuidar de mim não me afasta de outros, torna-me mais presente para eles.

4 - Deixar de treinar para alimentar o ego.
A minha doença ensinou-me que não preciso de levantar mais peso, correr mais rápido ou ser melhor do que alguém para desfrutar do momento. Hoje treino para conseguir fazer tudo na vida e desapareceu também muita da comparação, inveja e pressão. Ficou espaço para simplesmente desfrutar!

5 - Treinar de manhã.
Uma das mudanças mais simples e de maior impacto. Hoje treino cedo, antes do dia começar. Descobri o meu momento favorito do dia, ver o sunrise e começar o dia a saber que já fiz algo por mim. Durante o dia podem acontecer mil coisas. Por isso, para mim liberdade é não ter de pensar mais se vou ou não treinar. Já está feito!!

Talvez o mais curioso seja que nenhuma destas coisas me tornou mais disciplinado.

Tornou-me mais livre.

21/08/2026

Todos já perdemos alguma coisa na vida e arrependemos-nos de não ter feito mais enquanto podíamos.

Eu senti-o na pele quando descobri que tinha uma doença cardíaca e me disseram que só ia poder andar para o resto da vida. Felizmente pude voltar a treinar e a correr, ainda que com limitações e sei bem o privilégio que é poder-me mexer todos os dias.

Mas isso não quer dizer que não me custe levantar cedo para o fazer, muitas vezes também tenho de me relembrar do privilégio que é.

Não existe nada mais precioso do que podermo-nos mexer diariamente. Por isso, não deixes para depois o que sabes que consegues fazer agora 🙌🏼

20/08/2026

Há 6 anos que tenho implementado algumas coisas que mudaram a minha vida por completo.

1 - Capacidade de adaptação.
Durante anos, achava que um imprevisto podia estragar-me o dia. Se estava de férias e o ginásio estava fechado, já não treinava. Se não conseguia comer aquilo que tinha planeado, mudava-me logo o mood. Hoje percebo que não preciso de controlar tudo, preciso de saber adaptar-me. Se os planos mudam, ajusto os meus. Adaptar-me tornou-se uma das minhas maiores formas de liberdade.

2 - Enfrentar os meus medos.
Viajar é uma das coisas que mais prazer me dá. Andar de avião é uma das que mais medo me dá. Já fui ao Japão, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, entre outros mas estes foram os mais longe. E continuo a ficar nervoso! O que me faz entrar no avião é o arrependimento de não entrar! Aprendi que coragem não é deixar de ter medo, é perceber que posso ter medo e, mesmo assim continuar a viver.

3 - Perceber que cuidar de mim não é egoísmo.
Durante anos achava que tirar uma hora do dia para treinar era tempo que estava a tirar aos outros. Hoje percebo o contrário! Quando cuido de mim, sou melhor companhia para as pessoas que fazem parte da minha vida. Cuidar de mim não me afasta de outros, torna-me mais presente para eles.

4 - Deixar de treinar para alimentar o ego.
A minha doença ensinou-me que não preciso de levantar mais peso, correr mais rápido ou ser melhor do que alguém para desfrutar do momento. Hoje treino para conseguir fazer tudo na vida e desapareceu também muita da comparação, inveja e pressão. Ficou espaço para simplesmente desfrutar!

5 - Treinar de manhã.
Uma das mudanças mais simples e de maior impacto. Hoje treino cedo, antes do dia começar. Descobri o meu momento favorito do dia, ver o sunrise e começar o dia a saber que já fiz algo por mim. Durante o dia podem acontecer mil coisas. Por isso, para mim liberdade é não ter de pensar mais se vou ou não treinar. Já está feito!!

Talvez o mais curioso seja que nenhuma destas coisas me tornou mais disciplinado.

Tornou-me mais livre.

20/08/2026

Este bacalhau “com natas” sem natas é sempre um sucesso cá em casa e ninguém sequer suspeita que não leva natas 👌🏽

Deixo aqui a receita para experimentarem:

Comecei por cozer 1kg de batata cortada em cubos. Depois de cozidas, passei-as para uma travessa e levei ao forno a 180° com um spray de azeite até dourar enquanto preparava o resto.
Enquanto isso, cozi uma couve flor média para as “natas”. Depois de cozida, juntei-a numa liquidificadora com 30g de parmesão, 200ml de leite, sal e pimenta: triturei tudo e fiquei com as “natas” prontas.
Cozi 3 lombos de bacalhau em água até ficarem no ponto (deixei levantar fervura e depois contar 10min e retirar o bacalhau).
Numa frigideira com 5ml de azeite, salteei uma cebola média e no final juntei uma mão cheia de espinafres.
Por fim, foi só juntar tudo: às batatas que já estavam na travessa, juntei os lombos de bacalhau desfiados o salteado de cebola e espinafres e, por fim, as “natas”. Envolvi tudo muito bem, pus um bocadinho de mozzarella por cima e levei mais uns minutos ao forno no grill 🤤

Guardem e digam-me se gostaram desta versão 🙏🏼

20/08/2026

Quando queremos, qualquer sítio se pode transformar no melhor ginásio do mundo… até uma caravana no meio da Nova Zelândia 👌🏽

O que ajuda sempre é ter sempre a app da Active Flow no telemóvel para ir buscar um treino com o equipamento que tenho ou sem nada 🤷🏻‍♂️

NO EXCUSES 😎

20/08/2026

Coisas de que abdiquei para me sentir melhor aos 33 do que me sentia aos 23:

1 - Beber porque os outros bebem.
Aos 23, sentia que precisava de beber para fazer parte do grupo, mesmo quando não me apetecia.
Hoje bebo muito pouco. E, quando bebo, é porque me apetece.
Os amigos certos nunca vão precisar que bebas para pertenceres.

2 - Precisar de um ginásio para treinar.
Aos 23, se não tinha um ginásio e uma hora livre, provavelmente não treinava ou achava que não ia fazer treino de jeito. Hoje treino em qualquer lugar. Em casa, num jardim, num parque ou num ginásio. Os meus treinos são de 30-35 minutos, e são suficientes. A liberdade de treinar em qualquer lado vale muito mais do que depender de um espaço.

3 - Pensar em comida o dia todo.
Aos 23, comer de 2 em 2 horas era uma regra. Hoje, para mim, isso seria o oposto de liberdade.
Faço normalmente 2 refeições por dia e só começo a comer a partir do almoço, e nunca me senti melhor.

4 - Treinar apenas para mudar o meu corpo.
Hoje treino para conseguir usar o meu corpo para tudo aquilo que quero fazer. Viajar, andar durante horas, subir montanhas, levar as minhas sobrinhas às costas, ajudar alguém a carregar alguma coisa pesada. E, acima de tudo, para nunca olhar para uma coisa que quero fazer e pensar “não consigo porque o meu corpo não me deixa”.

5 - Levar o telemóvel para a cama.
Descobri que força de vontade é uma estratégia péssima quando existe uma solução mais simples. Por isso, carrego o meu telemóvel longe da cama. Não preciso de decidir todas as noites se vou fazer scroll. Simplesmente não está lá.

6 - Acordar e não aproveitar a manhã.
Este é provavelmente o meu maior vício dos últimos anos. Acordar cedo, sair e ver o sunrise. Não porque tenho de o fazer, mas porque me dá uma clareza que não encontro em mais lado nenhum.

Aos 23 achava que liberdade era poder fazer tudo.

Aos 33 percebi que liberdade é não precisar de fazer aquilo que não me faz bem.

20/08/2026

É por isto que gosto tanto da app da Active Flow 🤌🏼

Em qualquer ginásio, só preciso de arranjar um cantinho, ir buscar uns pesos e fazer o meu treino sem me preocupar com mais nada 👌🏽

Se quiseres fazer o mesmo que eu, vai ao link da bio e escolhe o teu plano ✌🏼

19/08/2026

Nada como marinar para variar um bocadinho o frango de sempre 🤌🏼

Eu adoro tandoori, por isso é um frango que faço muito em casa para variar o frango assado de sempre… e é super fácil, só é preciso mesmo a “paciência” de deixar a marinar de um dia para o outro.

Eu peço para cortar o frango do campo em pedaços no talho e depois costumo fazer um bocadinho a olho. É só juntar iogurte grego (costumo usar 250/300g para um frango inteiro) e depois junto umas 4-5 colheres de sopa de tandoori (compro no supermercado asiático, a marca que gosto mais é greenfields mas ultimamente não tenho encontrado), sal e envolvo o frango todo nesta mistura. Depois é só deixar a marinar no frigorífico de um dia para o outro e no dia seguinte asso no forno a 180º durante 1h/1h15 (costumo pôr no grill nos últimos minutos).

Da próxima vez que estiverem fartos do vosso frango assado no forno, experimentem! 👌🏽

19/08/2026

É tão fácil fazer em casa com 2 ingredientes que não vale mesmo a pena comprar wraps no supermercado com uma lista de ingredientes infinita 🤷🏻‍♂️

Receita:
(Uso estas quantidades para 1 wrap de burrito e 2 wraps para taco)
20g Farinha de Arroz
80g Claras de ovo
Sal a gosto

1. Pôr tudo numa liquidificadora e misturar.
2. Numa frigideira quente, pôr um spray de azeite e despejar a mistura (para o burrito uso uma frigideira maior e despejo a mistura toda; para os tacos uso uma frigideira mais pequena e deito metade de cada vez para fazer duas).
3. Quando já descolar bem da frigideira, virar o wrap para cozinhar do outro lado
4. Retirar da frigideira e cobrir com um pano de cozinha (para o wrap ficar com a consistência mole que queremos)

Hoje recheei com osso buco, pasta de abacate (abacate, sal e lima), cebola roxa, tomate e coentros. Ficou inacreditável 👌🏽👌🏽

Guardem para a próxima vez que quiserem um wrap mais saudável 💪🏼

19/08/2026

6 coisas de que abdiquei para me sentir melhor aos 33 do que me sentia aos 23:

1 - Beber porque os outros bebem.
Aos 23, sentia que precisava de beber para fazer parte do grupo, mesmo quando não me apetecia.
Hoje bebo muito pouco. E, quando bebo, é porque me apetece.
Os amigos certos nunca vão precisar que bebas para pertenceres.

2 - Precisar de um ginásio para treinar.
Aos 23, se não tinha um ginásio e uma hora livre, provavelmente não treinava ou achava que não ia fazer treino de jeito. Hoje treino em qualquer lugar. Em casa, num jardim, num parque ou num ginásio. Os meus treinos são de 30-35 minutos, e são suficientes. A liberdade de treinar em qualquer lado vale muito mais do que depender de um espaço.

3 - Pensar em comida o dia todo.
Aos 23, comer de 2 em 2 horas era uma regra. Hoje, para mim, isso seria o oposto de liberdade.
Faço normalmente 2 refeições por dia e só começo a comer a partir do almoço, e nunca me senti melhor.

4 - Treinar apenas para mudar o meu corpo.
Hoje treino para conseguir usar o meu corpo para tudo aquilo que quero fazer. Viajar, andar durante horas, subir montanhas, levar as minhas sobrinhas às costas, ajudar alguém a carregar alguma coisa pesada. E, acima de tudo, para nunca olhar para uma coisa que quero fazer e pensar “não consigo porque o meu corpo não me deixa”.

5 - Levar o telemóvel para a cama.
Descobri que força de vontade é uma estratégia péssima quando existe uma solução mais simples. Por isso, carrego o meu telemóvel longe da cama. Não preciso de decidir todas as noites se vou fazer scroll. Simplesmente não está lá.

6 - Acordar e não aproveitar a manhã.
Este é provavelmente o meu maior vício dos últimos anos. Acordar cedo, sair e ver o sunrise. Não porque tenho de o fazer, mas porque me dá uma clareza que não encontro em mais lado nenhum.

Aos 23 achava que liberdade era poder fazer tudo.

Aos 33 percebi que liberdade é não precisar de fazer aquilo que não me faz bem.

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