29/08/2026
30 inscritos na Rampa Regional do Porto da Cruz – RTP Madeira
São 30 as equipas que formalizaram a inscrição na Rampa Regional do Porto da Cruz / Marítimo 2026, prova que vai para a estrada no próximo sábado, dia 5 de setembro.
04/08/2026
Há um limite para tudo.
Ao longo dos últimos meses tenho sido alvo de acusações públicas sucessivas, sempre graves, sempre lançadas com grande impacto, mas sem provas que as sustentem. O objetivo parece ser sempre o mesmo: criar uma imagem negativa sobre mim e manchar o meu nome.
Primeiro, fui acusado de ter montado um estratagema para prejudicar o Miguel Nunes através do arresto de um automóvel. A realidade é bem diferente. Hoje, depois da minha equipa ter vencido essa ação em tribunal, f**a uma pergunta: como f**a a acusação que foi feita publicamente contra mim?
Depois vieram as acusações de que eu “roubava” os adversários nos bastidores. Uma afirmação infundada e exagerada, quando a única ação que tomei foi apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que, no meu entendimento, não cumpria as regras. O facto de alguém se sentir prejudicado não retira legitimidade a uma reclamação quando existem sérios fundamentos para a apresentar.
Agora surge a tentativa de me responsabilizar por alegados comportamentos de adeptos, novamente sem provas e sem o devido contexto. Entretanto, o seu próprio navegador confirmou-me que o episódio terá envolvido apenas água e que as pessoas em causa nem sequer ostentavam roupa da minha equipa. Houve algum esclarecimento? Algum pedido de desculpa? Não. Mais uma vez, ficou a suspeita lançada sobre o meu nome.
E, para culminar, quando bastava um simples cumprimento, assistimos a uma reação em direto que envergonha qualquer pessoa que diga defender os valores do desporto.
Por parte do Miguel Nunes, esta sucessão de acusações e insinuações tornou-se um padrão. Mas o mais preocupante é aquilo que isto revela sobre a sociedade em que vivemos.
Hoje parece que já ninguém quer saber verdadeiramente da diferença entre verdade e mentira. Escolhe-se um lado, uma narrativa, como quem escolhe massa ou arroz num buffet. Os factos passaram a valer menos do que a emoção, a conveniência ou a vontade de acreditar numa determinada versão.
E ele sabe disso.
Quando uma acusação passa a ter o mesmo peso que uma prova, sem qualquer ação concreta que a sustente, basta lançar uma suspeita para deixar uma marca na reputação de alguém. E mesmo quando a realidade vem ao de cima, raramente existe a mesma vontade de corrigir o erro ou assumir responsabilidades.
Sempre aceitei a crítica, a rivalidade e o debate. O que não aceito é a acusação oportunista, a insinuação constante e a tentativa de destruir a reputação de alguém para proveito próprio.
A entidade federativa tem os seus mecanismos de disciplina. Espero que sejam aplicados de forma justa sempre que existam comportamentos que ultrapassem os limites do respeito e do desportivismo.