14/07/2026
¡Energía, agilidad, intensidad, potencia, explosividad y determinación! 🇫🇷🔥
Nuestro equipo francés está en una forma espectacular y llega a las semifinales rebosante de confianza. Concentrados, ágiles, rápidos y listos para darlo todo y asegurar su lugar en la final.
¡Vamos Francia! 💙🤍❤️
14/07/2026
Tonicité, vivacité, intensité, puissance, explosivité et détermination ! 🇫🇷🔥
Nos Bleus affichent une forme époustouflante et arrivent en demi-finale avec une confiance totale. Concentrés, affûtés, rapides et prêts à tout donner pour décrocher leur place en finale.
SOOO ! Allez les Bleus ! 💙🤍❤️
13/07/2026
¡TEME POR SU VIDA! 😨
Señores y señoras, la novia de Alexander Sørloth denunció que el delantero noruego ha recibido amenazas de muerte e insultos tras la eliminación de Noruega frente a Inglaterra en el Mundial.
Todo se habría desatado por una jugada que desató la furia de muchos aficionados: Sørloth decidió no asistir a Erling Haaland, que estaba completamente solo frente al arco. Muchos creen que, de haber dado ese pase, la historia para Noruega podría haber sido completamente distinta.
Las amenazas no tardaron en aparecer. Entre los mensajes que recibió se leen frases como:
🗣️ "Dile a tu marido que se vaya de Noruega."
🗣️ "Voy a m4t4rlo."
🗣️ "Espero que arda lentamente."
Una situación completamente lamentable que vuelve a demostrar que ningún error dentro de un campo de fútbol justifica las amenazas ni el odio hacia un jugador o su familia. 💔
13/07/2026
4 MOSQUETEROS 🇫🇷🫡
UNO PARA TODOS, TODOS PARA UNO.
¡MANTENGÁMONOS UNIDOS, MANTENGÁMONOS FUERTES!
13/07/2026
4 MOUSQUETAIRES 🇫🇷🫡
UN POUR TOUS, TOUS POUR UN.
RESTONS UNIS, RESTONS FORTS!
13/07/2026
📜 PEDIDO PARA LEMBRAR O MASSACRE DE BARRERO GRANDE: CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS MORRERAM EM UMA CAPELA EM CHAMAS 🕯️💔
Leitores pediram que um dos episódios mais dolorosos da Guerra da Tríplice Aliança (Guerra Guasú), em agosto de 1869, fosse trazido à luz.
📍 EUSEBIO AYALA ♦️ Através das redes sociais, seguidores da Prensa 7 Paraguai pediram que a memória das vítimas civis que foram trancadas em uma capela e assassinadas dias após a Batalha de Acosta Ñu fosse lembrada. 🇵🇾⚔️
Nos últimos dias, seguidores da Prensa 7 Paraguai pediram nos comentários que um evento quase esquecido fosse compartilhado: o massacre de Barrero Grande, na atual cidade de Eusebio Ayala. 📍
O evento ocorreu em 16 de agosto de 1869, poucas horas após a Batalha de Acosta Ñu. Segundo registros históricos, as tropas aliadas trancaram crianças, mulheres e idosos dentro da capela da aldeia, impedindo-os de escapar. Em seguida, incendiaram o prédio: todos que estavam dentro morreram. 🔥😢
📚 Contexto internacionalmente confirmado:
Como revela a investigação da BBC Mundo, naquele mesmo dia ocorreu uma das batalhas mais brutais da história da América Latina: mais de 3.500 crianças e adolescentes paraguaios — alguns com apenas seis anos de idade — lutaram contra 20.000 soldados brasileiros melhor armados. Historiadores concordam que a guerra total já estava em curso naquela altura, com a população civil tornando-se um alvo direto para quebrar a resistência paraguaia. 📖✍️
O próprio Duque de Caxias, comandante brasileiro até pouco antes da batalha, descreveu o objetivo final em um relatório ao imperador: "reduzir toda a população paraguaia a fumaça e pó, matar até mesmo os nascituros". No mesmo dia em que as crianças caíram em Acosta Ñu, ocorreu o massacre de Barrero Grande. 📜💔
O evento também é registrado pelo engenheiro britânico George Thompson em "A Guerra do Paraguai" e pelo Marechal Juan Crisóstomo Centurión em suas "Memórias". Ambos confirmam que os assassinatos de civis foram deliberados.
❌ ESCLARECIMENTO HISTÓRICO DETALHADO PARA TIRAR DÚVIDAS:
Muitos perguntam sobre o comando Aliado: quem dirigia as operações na época era o Conde D'Eu (Luís Filipe de Orléans): ele era um oficial militar de origem francesa, mas era casado com a Princesa Isabel, herdeira do Império do Brasil, e comandava as tropas Aliadas naquela frente em nome do Brasil. Nenhuma tropa francesa veio da Europa: os soldados que ocuparam Barrero Grande eram principalmente brasileiros sob seu comando, com apoio das forças argentinas 🇧🇷🇦🇷🇫🇷.
🖤 Outro crime oculto da guerra:
Documentos e livros de historiadores revisionistas argentinos como Atilio García Mellid em "O Julgamento dos Falsificadores da História" denunciam que os Aliados usaram escravos brasileiros e afro-argentinos acorrentados como "carne de canhão" nas linhas de frente. Isso fazia parte de um plano para "limpar" a população negra e pobre, enviando-a para morrer.
Em contraste, no Paraguai, os afrodescendentes da comunidade Kamba Kua de Fernando de la Mora lutaram livremente, defendendo sua terra natal com honra 🤝🇵🇾
🕯️ Por que não devemos esquecer:
O dia 16 de agosto é comemorado como o Dia das Crianças no Paraguai por decreto de 1948, justamente em homenagem às crianças mártires de Acosta Ñu e a todas as vítimas de massacres como o de Barrero Grande 🎗️🇵🇾
Os leitores também solicitaram que a história da comunidade Kamba Kua e a contribuição vital dos afrodescendentes que defenderam o país sejam incluídas nos currículos escolares.
Na Prensa 7 Paraguai, defendemos toda a verdade: somente conhecendo todo o nosso passado podemos honrar aqueles que tombaram e construir um futuro melhor ✊
📚 Fontes:
George Thompson, "A Guerra do Paraguai"; Juan C. Centurión, "Memórias"; Atilio García Mellid, "O Julgamento dos Falsificadores da História"; BBC Mundo, reportagem de 16/08/2019; Arquivo Nacional de Assunção; tradição oral de Eusébio Ayala; registros biográficos oficiais do Conde de Eu.
Imagem ilustrativa inspirada em gravuras antigas.
13/07/2026
📜 REQUEST TO REMEMBER THE BARRERO GRANDE MASSACRE: CHILDREN, WOMEN, AND THE ELDERLY DIED IN A BURNING CHAPEL 🕯️💔
Readers requested that one of the most painful episodes of the War of the Triple Alliance (Guerra Guasú), August 1869, be brought to light.
📍 EUSEBIO AYALA ♦️ Through social media, followers of Prensa 7 Paraguay requested that the memory of the civilian victims who were locked in a chapel and murdered days after the Battle of Acosta Ñu be remembered. 🇵🇾⚔️
In recent days, followers of Prensa 7 Paraguay requested in the comments that a nearly forgotten event be shared: the Barrero Grande massacre, in what is now the city of Eusebio Ayala. 📍
The event occurred on August 16, 1869, a few hours after the Battle of Acosta Ñu. According to historical records, Allied troops locked children, women, and the elderly inside the village chapel, preventing them from escaping. They then set the building on fire: everyone inside perished. 🔥😢
📚 Internationally confirmed context:
As BBC Mundo's investigation reveals, that same day saw one of the most brutal battles in Latin American history: more than 3,500 Paraguayan children and teenagers—some as young as six—fought against 20,000 better-armed Brazilian soldiers. Historians agree that total war was already being waged at that stage, with the civilian population becoming a direct target to break Paraguayan resistance. 📖✍️
The Duke of Caxias himself, the Brazilian commander until shortly before the battle, described the ultimate goal in a report to the emperor: "to reduce the entire Paraguayan population to smoke and dust, to kill even the unborn child." On the same day that the children fell at Acosta Ñu, the Barrero Grande massacre was perpetrated. 📜💔
The event is also recorded by the British engineer George Thompson in "The Paraguayan War" and by Marshal Juan Crisóstomo Centurión in his "Memoirs." Both confirm that the killings of civilians were deliberate.
❌ DETAILED HISTORICAL CLARIFICATION TO CLEAR UP DOUBTS:
Many ask about the Allied command: the one who directed the operations at that time was the Count D'Eu (Louis Philippe d'Orléans): he was a military officer of French origin, but he was married to Princess Isabel, heir to the Empire of Brazil, and he commanded the Allied troops on that front in the name of Brazil. No French troops came from Europe: the soldiers who occupied Barrero Grande were primarily Brazilians under their command, with support from Argentine forces 🇧🇷🇦🇷🇫🇷.
🖤 Another hidden crime of the war:
Documents and books by revisionist Argentine historians like Atilio García Mellid in "Trial of the Falsifiers of History" denounce that the Allies used Brazilian slaves and Afro-Argentinians in chains as "cannon fodder" on the front lines. It was part of a plan to "cleanse" the Black and poor population by sending them to die.
In contrast, in Paraguay, the Afro-descendants of the Kamba Kua community of Fernando de la Mora fought freely, defending their homeland with honor 🤝🇵🇾
🕯️ Why we must not forget:
August 16th is commemorated as Children's Day in Paraguay by decree in 1948, precisely in homage to the child martyrs of Acosta Ñu and all the victims of massacres like the one at Barrero Grande 🎗️🇵🇾
Readers also requested that the history of the Kamba Kua community and the vital contribution of the Afro-descendants who defended the country be included in school curricula.
At Prensa 7 Paraguay, we uphold the whole truth: only by knowing our entire past can we honor those who fell and build a better future ✊
📚 Sources:
George Thompson, "The Paraguayan War"; Juan C. Centurión, "Memoirs"; Atilio García Mellid, "Trial of the Falsifiers of History"; BBC Mundo, report 08/16/2019; National Archives of Asunción; Oral tradition of Eusebio Ayala; official biographical records of the Count of Eu.
Illustrated image inspired by antique engravings.
13/07/2026
📜 APPEL À LA MÉMOIRE DU MASSACRE DE BARRERO GRANDE : ENFANTS, FEMMES ET PERSONNES ÂGÉES MORTS DANS UNE CHAPELLE EN FEU 🕯️💔
Des lecteurs ont demandé que l’un des épisodes les plus douloureux de la Guerre de la Triple Alliance (Guerra Guasú), en août 1869, soit mis en lumière.
📍 EUSEBIO AYALA ♦️ Sur les réseaux sociaux, les abonnés de Prensa 7 Paraguay ont demandé que la mémoire des victimes civiles, enfermées dans une chapelle et assassinées quelques jours après la bataille d’Acosta Ñu, soit honorée. 🇵🇾⚔️
Ces derniers jours, les abonnés de Prensa 7 Paraguay ont demandé, dans les commentaires, que l’on partage l’histoire d’un événement presque oublié : le massacre de Barrero Grande, dans l’actuelle ville d’Eusebio Ayala. 📍
L'événement s'est produit le 16 août 1869, quelques heures après la bataille d'Acosta Ñu. Selon les archives historiques, les troupes alliées ont enfermé des enfants, des femmes et des personnes âgées dans la chapelle du village, les empêchant de s'échapper. Elles y ont ensuite mis le feu : tous ceux qui s'y trouvaient ont péri. 🔥😢
📚 Contexte internationalement confirmé :
Comme le révèle l'enquête de BBC Mundo, ce même jour a été le théâtre de l'une des batailles les plus brutales de l'histoire de l'Amérique latine : plus de 3 500 enfants et adolescents paraguayens – certains âgés de seulement six ans – ont combattu 20 000 soldats brésiliens mieux armés. Les historiens s'accordent à dire qu'une guerre totale était déjà en cours à ce stade, la population civile étant devenue une cible directe pour briser la résistance paraguayenne. 📖✍️
Le duc de Caxias lui-même, commandant brésilien jusqu'à peu avant la bataille, décrivit l'objectif ultime dans un rapport à l'empereur : « réduire toute la population paraguayenne en cendres et en poussière, tuer même les enfants à naître ». Le même jour où les enfants tombèrent à Acosta Ñu, le massacre de Barrero Grande fut perpétré. 📜💔
Cet événement est également relaté par l'ingénieur britannique George Thompson dans « La Guerre du Paraguay » et par le maréchal Juan Crisóstomo Centurión dans ses « Mémoires ». Tous deux confirment que le massacre des civils était délibéré.
❌ PRÉCISION HISTORIQUE DÉTAILLÉE POUR Dissiper les doutes :
Nombreux sont ceux qui s’interrogent sur le commandement allié : celui qui dirigeait les opérations à cette époque était le comte d’Eu (Louis-Philippe d’Orléans). Officier militaire d’origine française, il était marié à la princesse Isabelle, héritière de l’Empire du Brésil, et commandait les troupes alliées sur ce front au nom du Brésil. Aucun soldat français n’est venu d’Europe : les soldats qui occupaient Barrero Grande étaient principalement des Brésiliens sous leurs ordres, avec le soutien des forces argentines 🇧🇷🇦🇷🇫🇷.
🖤 Un autre crime occulté de la guerre :
Des documents et des ouvrages d’historiens argentins révisionnistes, comme Atilio García Mellid dans « Le Procès des falsificateurs de l’histoire », dénoncent l’utilisation par les Alliés d’esclaves brésiliens et d’Afro-Argentins enchaînés comme chair à canon sur le front. Cela faisait partie d'un plan visant à « purifier » la population noire et pauvre en l'envoyant à la mort.
À l'inverse, au Paraguay, les Afro-descendants de la communauté Kamba Kua de Fernando de la Mora ont combattu librement, défendant leur patrie avec honneur 🤝🇵🇾
🕯️ Pourquoi nous ne devons pas oublier :
Le 16 août est commémoré comme la Journée des enfants au Paraguay par décret de 1948, précisément en hommage aux enfants martyrs d'Acosta Ñu et à toutes les victimes de massacres comme celui de Barrero Grande 🎗️🇵🇾
Des lecteurs ont également demandé que l'histoire de la communauté Kamba Kua et la contribution essentielle des Afro-descendants qui ont défendu le pays soient intégrées aux programmes scolaires.
À Prensa 7 Paraguay, nous défendons toute la vérité : seule la connaissance de notre passé nous permettra d'honorer ceux qui sont tombés et de bâtir un avenir meilleur ✊
📚 Sources :
George Thompson, « La Guerre du Paraguay » ; Juan C. Centurión, « Mémoires » ; Atilio García Mellid, « Le Procès des falsificateurs de l'histoire » ; BBC Mundo, reportage du 16/08/2019 ; Archives nationales d'Asunción ; Tradition orale d'Eusebio Ayala ; Notices biographiques officielles du comte d'Eu.
Image illustrée inspirée de gravures anciennes.
13/07/2026
📜 PIDEN RECORDAR LA MASACRE DE BARRERO GRANDE: NIÑOS, MUJERES Y ANCIANOS MURIERON EN UNA CAPILLA INCENDIADA 🕯️💔
Lectores solicitaron difundir uno de los episodios más dolorosos de la Guerra Guasú, agosto de 1869
📍 EUSEBIO AYALA ♦️ A través de redes sociales, seguidores de Prensa 7 Paraguay pidieron rescatar la memoria de las víctimas civiles que fueron encerradas en una capilla y asesinadas días después de la Batalla de Acosta Ñu 🇵🇾⚔️
En los últimos días, seguidores de Prensa 7 Paraguay solicitaron en comentarios difundir un hecho casi olvidado: la masacre de Barrero Grande, hoy ciudad de Eusebio Ayala 📍
El suceso ocurrió el 16 de agosto de 1869, pocas horas después de la Batalla de Acosta Ñu. Según registros históricos, tropas aliadas encerraron en la capilla del pueblo a niños, mujeres y ancianos que no pudieron huir. Luego prendieron fuego al edificio: todos murieron adentro 🔥😢
📚 Contexto confirmado internacionalmente:
Como recoge la investigación de BBC Mundo, esa misma jornada se libró una de las batallas más crueles de la historia de América Latina: más de 3.500 niños y adolescentes paraguayos —algunos de apenas 6 años— combatieron contra 20.000 soldados brasileños mejor armados. Los historiadores coinciden en que ya en esa etapa se aplicó una guerra total, donde la población civil pasó a ser objetivo directo para quebrar la resistencia paraguaya 📖✍️
El propio Duque de Caxias, comandante brasileño hasta poco antes de la batalla, planteó en un informe al emperador la crueldad del objetivo final: "convertir en humo y polvo a toda la población paraguaya, para matar hasta el feto en el vientre de la mujer". El mismo día que caían los niños en Acosta Ñu, se perpetraba la masacre de Barrero Grande 📜💔
El hecho queda registrado además por el ingeniero británico George Thompson en "La Guerra del Paraguay" y por el mariscal Juan Crisóstomo Centurión en sus "Memorias". Ambos confirman que las matanzas contra civiles fueron deliberadas.
❌ ACLARACIÓN HISTÓRICA DETALLADA PARA DESPEJAR DUDAS:
Muchos preguntan por el mando aliado: quien dirigió las operaciones en ese momento fue el Conde D'Eu (Luis Felipe de Orleans): era militar de origen francés, pero estaba casado con la princesa Isabel, heredera del Imperio de Brasil, y comandaba en nombre de Brasil las tropas aliadas en ese frente. No vinieron tropas francesas desde Europa: los soldados que ocuparon Barrero Grande fueron principalmente brasileños bajo su mando, con apoyo de fuerzas argentinas 🇧🇷🇦🇷🇫🇷.
🖤 Otro crimen oculto de la guerra:
Documentos y libros de historiadores argentinos revisionistas como Atilio García Mellid en "Juicio a los Falsificadores de la Historia" denuncian que los aliados usaron esclavos brasileños y afroargentinos encadenados como "carne de cañón" en primera línea. Era parte de un plan para "limpiar" a la población negra y pobre enviándola a morir.
En contraste, en Paraguay los afrodescendientes de la comunidad Kamba Kua de Fernando de la Mora pelearon libres, defendiendo su patria con honor 🤝🇵🇾
🕯️ Por qué no se olvida:
El 16 de agosto se conmemora el Día del Niño en Paraguay por decreto de 1948, precisamente en homenaje a los niños mártires de Acosta Ñu y a todas las víctimas de masacres como la de Barrero Grande 🎗️🇵🇾
Lectores también pidieron incluir en las escuelas la historia de la comunidad Kamba Kua y el aporte vital de los afrodescendientes que defendieron al país.
Desde Prensa 7 Paraguay reivindicamos la verdad completa: solo conociendo todo nuestro pasado honramos a quienes cayeron y construimos un futuro mejor ✊
📚 Fuentes:
George Thompson, "La Guerra del Paraguay"; Juan C. Centurión, "Memorias"; Atilio García Mellid, "Juicio a los Falsificadores de la Historia"; BBC Mundo, informe 16/08/2019; Archivo Nacional de Asunción; Tradición oral de Eusebio Ayala; registros biográficos oficiales del Conde D'Eu.
Imagen ilustrada inspirada en grabados antiguos