29/08/2026
Tuas cores nos encantam
Exposição de camisas do Esporte Clube Santo André A exposição “Tua Cores nos Encantam” conta a história do Esporte Clube Santo André através de suas camisas.
Organizada exclusivamente por torcedores, a mostra esteve disponível no Museu de Santo André até 28 de Setembro de 2012. A ideia da exposição surgiu aproximadamente em Junho de 2011. Em uma das reuniões realizadas por torcedores com o intuito de discutir a má situação vivida pelo time naquela época. Apareceu a sugestão de se fazer um evento que pudesse valorizar a história do Santo André, além de
29/08/2026
28/08/2026
Na noite de ontem (27/08), foi aprovado pelo conselho deliberativo do Santo André a proposta de SAF enviada pela empresa Tatemono.
Confira os detalhes da proposta que agora passará por aprovação dos socios do clube.
A torcida segue acompanhando e espera que, caso confirmada, essa parceria traga novos tempos de uma administração séria, profissional, focada em resultado, mas sem perder a essência do time, sua identidade e a conexão com a torcida.
Esperamos do clube responsabilidade na fiscalização, para que as promessas sejam cumpridas e a instituição seja preservada. Façam valer os 10% da participação e tenham um conselho administrador ativo.
20/08/2026
CARTA ABERTA À DIRETORIA DO ESPORTE CLUBE SANTO ANDRÉ
Nós, torcedores, associados e apaixonados pelo Esporte Clube Santo André, viemos por meio desta carta aberta expressar nossa mais profunda indignação, revolta e preocupação com os rumos da nossa instituição.
A eliminação na Copa Paulista de 2026, decorrente da perda de pontos provocada por um erro de gestão administrativa, é uma mancha inaceitável na história do clube. Por conta de um processo burocrático básico, o nosso calendário profissional se encerra precocemente em pleno mês de Agosto, jogando no lixo qualquer chance de conquistarmos uma vaga no cenário nacional para 2027.
O mais grave dessa situação é saber que o erro atual não é um fato isolado, mas sim o sintoma de uma ferida crônica que a diretoria insiste em não tratar:
- Em 2004, já havíamos sofrido com a perda de pontos por falhas administrativas semelhantes.
- Em 2025, a história se repetiu no Sub-20, quando o clube ficou impedido de escalar atletas nas rodadas iniciais devido a falhas no registro de jogadores.
Ainda vale lembrar que em 2011, só não fomos rebaixados para a Série D porque o Brasil de Pelotas cometeu um erro semelhante, salvando-nos nos tribunais.
Será que não aprendemos nada com esses casos contra e a favor?
É inadmissível que um clube profissional, campeão nacional e com a tradição do Santo André, continue tropeçando em processos jurídicos e burocráticos simples. A repetição dos mesmos deslizes ao longo de duas décadas prova que a instituição não aprendeu nada com os erros do passado.
Não se trata de uma caça às bruxas, tampouco da busca por um único bode expiatório. Trata-se do entendimento claro de que o futebol mudou. Hoje, a gestão amadora é incompatível com a sobrevivência no futebol de alto nível. Quem não se adaptar e não se modernizar, deixará de existir.
Desta vez, o erro custou o calendário do segundo semestre. Contudo, se uma falha primária dessas acontece durante o Campeonato Paulista, o preço a se pagar será um rebaixamento catastrófico do qual o clube talvez nunca mais consiga se reerguer.
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14/08/2026
Em semana de clássico do ABC, vamos relembrar mais uma decisão histórica entre os times.
Em 2016, ambos estavam disputando a Série A2 do Paulistão. Na primeira fase, o São Caetano liderou de ponta a ponta, destacando-se como o grande favorito ao acesso, junto com o Bragantino.
Já o Santo André, entre polêmicas por atraso de salários, chegou a estar virtualmente eliminado e só conseguiu a classificação graças a uma surpreendente vitória como visitante contra o Velo Clube, seguida por um empate em casa contra o rebaixado Paulista de Jundiaí.
Classificado em primeiro lugar, com 39 pontos, o São Caetano enfrentaria nas quartas de final o azarão Santo André, que somou apenas 29 pontos.
No jogo de ida, no Brunão, houve muita confusão. Logo aos 16 min do primeiro tempo, ocorreu uma expulsão de cada lado após troca de socos durante uma briga generalizada.
Com a bola rolando, o Ramalhão começou melhor e abriu o placar aos 32 min, com gol de Branquinho. Porém, ainda no primeiro tempo, os vizinhos chegaram ao empate com um gol de pênalti aos 5 min de acréscimo.
Coube ao xodó da torcida, Guilherme Garré, a missão de dar a vitória ao Santo André com um chute inacreditável de fora da área, que entrou no ângulo, sem chance para o goleiro.
Vitória do Ramalhão e vantagem para o jogo de volta.
Na semana seguinte, muitos duvidavam que o Santo André conseguiria repetir a grande atuação e parar os favoritos. Mas, com quase 500 pessoas, a torcida andreense invadiu o Anacleto e empurrou o time à classificação.
Em um jogo estratégico, o time de Toninho Cecílio armou uma verdadeira arapuca para o São Caetano. Com uma defesa extremamente bem postada, entregou a posse de bola ao adversário, que não soube criar grandes chances de gol.
0 a 0 e mais uma festa dos vizinhos estragada pelo Santo André.
Muitos davam a derrota como certa, mas, em um pacto entre time e torcida, o Santo André usou o clássico como combustível para buscar não só o acesso, mas o título de campeão.
Luis Edmundo Pereira nasceu em 21/06/1949, em Juazeiro-BA. Começou sua carreira no São Bento de Sorocaba e teve passagens brilhantes por Palmeiras, Atlético de Madrid, Seleção Brasileira e chegou ao Ramalhão em 1986, quando muitos diziam que já estava em fim de carreira e não tinha condições de apresentar um futebol de alto nível. Aqui, disputou os Paulistas de 1986, 1987 e 1988, além do Brasileiro módulo azul de 1987. Foram 90 jogos e 12 gols apresentando um futebol brilhante que o levou a ser emprestado ao Corinthians no final de 86. Em 1988 encerrou sua passagem no Santo André marcando seu nome em nossa história e deixando saudades em todos os Ramalhinos que o viram vestir nosso manto.
Em 24 de maio de 1987, pelo Campeonato Paulista, ele marcou o gol de empate contra o Palmeiras no Bruno Daniel e encerrou a famosa série de 1.238 minutos do goleiro Zetti sem sofrer gols. Na comemoração Luisão correu para a Torcida Ramalhina e comemorou como se fosse um garoto dos juniores, tamanha empolgação!
02/02/2026
2008 - Segundo turno: de igual pra igual
No segundo turno, com um desempenho ainda melhor, mais goleadas apareceram: 4 a 1 no Bahia – fora, 3 a 0 no Fortaleza - no Brunão e 4 a 2 no ABC-RN – no Brunão. A partida contra o Corinthians, em um Pacaembu completamente lotado, após o Ramalhão abrir dois a zero, terminou com o placar de 2 a 2.
Ramalhão terminaria a Série B como o único time a não perder do Corinthians.
CORINTHIANS
Felipe; Alessandro, Fábio Ferreira, William e André Santos; Cristian, Eduardo Ramos (Bebeto), Douglas e Morais; Dentinho e Lulinha (Otacílio Neto) (Wellington Saci)
Técnico: Mano Menezes
SANTO ANDRÉ
Neneca; Cicinho, Douglas, Marcel e Jailson; Fernando, Willians (Juninho), Jeferson (Tata) e Marcelinho Carioca; Osny (Ricardinho) e Márcio Mixirica
Técnico: Sérgio Soares
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: João Bourgalber Nobre Chaves (SP) e Dante Mesquita Júnior (SP)
Público: 35.666 torcedores
Cartões amarelos: Jeferson (S), Alessandro (C), Cicinho (S), Marcelinho Carioca (S), Douglas (S),
Gols: Willians, aos 7min do 1º tempo, e Osny, aos 10min do 2º tempo, para o Santo André; Dentinho, aos 28min e aos 44min do 2º tempo, para o Corinthians
24/01/2026
2008 - Série B: promessa de disputa difícil
A Série B do Brasileirão de 2008 teve como grande atrativo a presença do Corinthians.
No primeiro turno o Ramalhão fez uma campanha regular, porém aplicando algumas goleadas expressivas: 5 a 1 no Grêmio Barueri – fora, 4 a 0 no Gama – fora e 4 a 0 no Juventude – no Bruno José Daniel.
A partida contra o time do Parque São Jorge, disputada no dia 12/07, no Brunão, terminou com o placar de 1 a 1, com o gol do Ramalhão sendo anotado por Marcelinho Carioca, eterno ídolo do clube alvinegro.
SANTO ANDRÉ 1 X 1 CORINTHIANS:
Estádio: Bruno José Daniel, Santo André (SP)
Data/hora: 11/7/2008 - 16h10 (de Brasília).
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP).
Auxiliares: Vicente Romato Neto e Everton Luis Luquesi (ambos de SP).
Renda/público: não disponível.
Cartões amarelos: Willians(STA); Dentinho e Chicão (COR).
Cartões vermelhos: Willians 32'/2ºT; Dentinho 29'/2ºT (COR).
GOLS: Marcelinho Carioca 28'/1ºT (1 a 0); Wellington Saci 32'/2ºT (1 a 1).
SANTO ANDRÉ: Neneca, Marcel, Jéferson( Fabio 38'/2ºT) Douglas; Cicinho, Fernando, Willians, Pará, Marcelinho Carioca e Jaílson; Márcio Mexerica. Técnico: Sérgio Soares.
CORINTHIANS: Felipe, Denis, Chicão, William e André Santos; Carlos Alberto (Perdigão 40'/2ºT), Eduardo Ramos (Lima 17'/2ºT), Elias e Lulinha (Wellington Sáci 24'/2ºT); Dentinho e Herrera. Técnico: Mano Menezes.
30/11/2022
2003: camisa “amarela” curiosa e um bom Paulistão.
Após a histórica conquista da categoria de base, 2003 seria não menos memorável para a equipe principal. As camisas da Rhumell novamente foram lançadas sem grandes alterações, deixando de estampar o manto ramalhino os patrocínios Diário do Grande ABC e Sinal Ronda, enquanto ingressava na parte frontal o logotipo Santo André Mais Igual, um programa de inclusão social da prefeitura andreense, deslocando assim Rotedali para as mangas.
Talvez a grande curiosidade com relação às camisas daquele ano fique por conta da amarela, a qual, além de ter uma tonalidade diferenciada – alguns torcedores dizem que parecia até alaranjada -, não se tem registro fotográfico de utilização em nenhum jogo da temporada.
Dentro de campo o primeiro desafio da temporada seria o Paulistão 2003, que contava com o retorno dos chamados grandes. Com 21 times divididos em 3 grupos, o Ramalhão, no grupo 2, enfrentou, em turno único, Santos, Paulista, Juventus, Inter de Limeira, Portuguesa Santista e São Paulo. A 3ª colocação no grupo garantiu a classificação ramalhina para as quartas de final de jogo único, na qual foi eliminado com a derrota por 4 a 2 para o São Paulo no Morumbi. Um fato curioso da campanha do Santo André aconteceu logo na estreia contra o Santos, no estádio Bruno José Daniel: a partida foi realizada na tarde do dia 25 de janeiro, mesma data da final da Copa São Paulo, e o atacante Nunes, que havia disputado, e inclusive convertido penalidade na decisão pela manhã, entrou em campo no segundo tempo e anotou o seu no empate por 2 a 2 contra o time da baixada.
02/04/2021
1994
Além do o Ramalhão também voltou a disputar a Série C do .
Ficando em um grupo com e o Santo André fez uma péssima campanha conseguindo apenas dois empates e sendo eliminado na primeira fase.
A equipe andreense terminou na 40° colocação na classificação final deste campeonato dominado por times paulistas, tendo o como campeão e a como vice.
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