Existe uma pergunta que todo treinador deveria fazer antes de escolher qualquer exercício:
Isso faz sentido para quem está na minha frente?
Depois de mais de 20 anos trabalhando com atletas de diferentes modalidades, uma convicção só ficou mais forte:
Não existe ferramenta obrigatória.
Existe contexto.
Existe transferência.
Existe a capacidade de adaptar o treinamento sem perder de vista o objetivo.
Muitas vezes, maturidade profissional é justamente deixar de defender exercícios e começar a defender resultados.
No final, o atleta não precisa da ferramenta que você mais gosta.
Ele precisa daquilo que vai ajudá-lo a evoluir.
Bons treinos!! 🎯🚀
Fernando Jaeger - IHPBR
Mentor brasileiro da metodologia IHP.
Preparador físico de atletas de basquete, além de ser Preparador Físico do Clube Atlético Paulistano e Seleção brasileira sub-20 de basquete.
Quando desenvolvemos qualquer programa de treinamento, primeiramente temos que nos atentar ao TEMPO de preparação.
Tendo em mente num segundo momento o nível de condicionamento do atleta e suas NECESSIDADES ESPECÍFICAS!
Juntar tudo isso num cronograma de treinamento e fundamental para o êxito da programação.
Seria muito importante também na escolha dos exercícios (agonista e antagonista), pliometria baixa, redução de volume( através de uma maior intensidade) sem deixar de lado exercícios rotacionais e de base!
Talvez a grande sacada (até hoje com 51 anos de idade) rs seja “só” conseguir deixar atletas profissionais na sua melhor forma, mas sim explicar por que menos as vezes é mais, educar a respeito do movimento (próprio corpo) e explicar que o treino nada mais é do que um ensaio da eterna batalha de nós contra nós mesmos!
Eu NÃO TENHO QUE APARECER, eles sim, no campo, na quadra, no tatame, no palco do esporte!
Um abraço , FJ
Esse vídeo não mostra apenas um conceito.
Mostra o nível de detalhe que existe dentro de uma formação presencial da IHP.
Porque acreditamos que o desenvolvimento profissional acontece quando você aprende a olhar além do óbvio.
Quando entende não apenas o que fazer.
Mas por que fazer.
Quando fazer.
E como interpretar aquilo que está acontecendo na sua frente.
É esse tipo de troca que vivemos todos os finais de semana de curso.
E é isso que transforma informação em conhecimento aplicável.
Muita gente ainda enxerga o treinamento apenas como uma forma de melhorar a estética, ganhar performance ou atingir uma meta específica.
Mas a Educação Física é muito maior do que isso.
Nosso papel é ajudar as pessoas a construírem uma relação melhor com o próprio corpo, com a própria saúde e com as escolhas que fazem todos os dias.
É por isso que algumas conversas vão muito além da montagem de treino.
Porque no final, não estamos falando apenas de exercícios.
Estamos falando de qualidade de vida.
De longevidade.
De saúde.
E de pessoas.
É exatamente por isso que continuo tão apaixonado pela Educação Física depois de mais de 20 anos.
Esse vídeo não mostra apenas um conceito.
Mostra o nível de detalhe que existe dentro de uma formação presencial da IHP.
Porque acreditamos que o desenvolvimento profissional acontece quando você aprende a olhar além do óbvio.
Quando entende não apenas o que fazer.
Mas por que fazer.
Quando fazer.
E como interpretar aquilo que está acontecendo na sua frente.
É esse tipo de troca que vivemos todos os finais de semana de curso.
E é isso que transforma informação em conhecimento aplicável.
Bons treinos!!!
É curioso como, às vezes, uma pequena mudança quase transforma completamente o resultado.
Mas talvez seja justamente por isso que alguns profissionais enxergam coisas que outros não enxergam.
Não porque sejam mágicos.
Mas porque aprenderam a prestar atenção no que realmente importa.
No final, a preparação física raramente é sobre o que todo mundo vê.
É sobre aquilo que quase ninguém percebe.
E é exatamente esse tipo de conhecimento que sigo compartilhando há mais de 20 anos.
Se você quer conhecer uma forma diferente de enxergar o treinamento, seja bem-vindo à 👊🏽🇧🇷
19/06/2026
Hoje teve 🏀🏐🎾
Leticia Sobral Leonardo Demetrio Lays Fernanda IHP BRASIL GREAT academia
Seguimos trabalhando ✅
Um abraço FJ !!
Seguimos…aquecendo os motores! 🔥🚀🏐🏀
O que você vê aqui são exercícios.
O que você não vê são as decisões por trás deles.
Calendário.
Volume de treino.
Recuperação.
Histórico de lesões.
Momento da temporada.
Pressão por performance.
E, principalmente, a capacidade de entender o que aquele atleta precisa naquele exato momento.
Talvez a preparação física de alto nível tenha muito menos relação com encontrar respostas prontas e muito mais relação com interpretar cenários complexos.
Resolver problemas.
Fazer escolhas.
Tomar decisões.
É esse olhar que venho desenvolvendo há mais de 20 anos trabalhando com atletas de diferentes modalidades e níveis de performance.
E é justamente esse tipo de raciocínio que compartilhamos todos os dias por aqui.
Se esse assunto desperta sua curiosidade ou é algo que você tem interesse em desenvolver, seja bem-vindo à comunidade IHPBR. 👊
Talvez, a grande diferença entres os grandes preparadores físico seja a capacidade de ler o que está entre linhas e que nunca é falado. qual é o limite?
O que os números me dizem e qual a melhor interpretação disso no MOMENTO ATUAL do atleta no calendário conturbado?!
RTP Return do play a muito tempo já deveria ser base de qualquer preparação…
A experiência só vem quando temos “BUCHA” pra “Arrumar“….
Análise de vídeo, qualitativa e quantitativa são APENAS parte de uma fotografia muito mais complexa...pra desenhar e deixar mais justo; treinadores de 20 e poucos anos agora são experts em tudo...Drs da ciência que nunca pisaram numa quadra, num campo, ou que somente se baseiam por números?
Será que não podemos achar um meio termo? Quantos teriam ou tem a capacidade de bater no peito e quebrar cultura de treino?
Quantos conseguem lidar com pressão de calendário e patrocinadores?
Até que ponto podemos “sentir” os atletas e suas nuanças?
No fim ,duas coisas sempre pairam na minha preparação física …
1. Capacidade de resolver problemas ,ainda que contra toda “maré“ …
2. Existe um ponto em que cultura de treino deixa de resolver e apenas mascara padrões ..
3. Mais do que métodos, este é um convite à consciência aplicada - ao movimento, à dor, à pausa e a escolha.
Porque quando o corpo é ouvido, a performance deixa de ser pressão e passa a ser presença.
Com carinho ,
FJ !
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