Suely Buriasco

Suely Buriasco

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Consultora de vida, carreira e família. Mediadora de Conflitos ICFML. Jornalista. Embaixadora da Paz.

31/08/2026

Começando a semana com a grande satisfação de ter apresentado os Pilares da Cultura da Paz aos jovens do YSP Brasil - Youth & Students For Peace. É inspirador compartilhar princípios que convidam ao respeito, à escuta, à solidariedade e à preservação da vida. Quando a juventude escolhe a paz, o futuro deixa de ser apenas esperança e começa a se tornar realidade.

Que esta seja uma semana de diálogos construtivos, escolhas conscientes e atitudes que façam a diferença. Boa semana! 🕊️

28/08/2026

Respeito no ambiente de trabalho não é gentileza opcional, é competência profissional. Ele se revela na escuta, na forma de discordar, no reconhecimento do outro e na responsabilidade por aquilo que dizemos e fazemos. Onde há respeito, os conflitos encontram caminhos, a confiança se fortalece e os resultados aparecem. Afinal, ninguém constrói uma equipe saudável diminuindo quem caminha ao lado.

Assista ao Conexão de Sexta e compartilhe esta reflexão. Siga o perfil para mais conteúdos sobre relacionamentos e Cultura da Paz.

27/08/2026

Um trecho da minha apresentação durante a solenidade de boas-vindas aos novos associados da Associação Comercial de São Paulo, Distrital Centro.

Foi uma alegria compartilhar um pouco da minha trajetória, dos meus livros e, especialmente, do propósito que orienta meu trabalho: ampliar os espaços de diálogo e fortalecer a Cultura da Paz também no ambiente empresarial.

Inicio essa nova jornada na ACSP com gratidão pela acolhida e com a certeza de que boas conexões podem se transformar em grandes oportunidades de construir pontes.

26/08/2026

A sociedade em que vivemos, muitas vezes, nos ensina a enxergar o outro como adversário. Desde cedo aprendemos a defender posições, provar que estamos certos e conquistar espaços, como se toda divergência precisasse terminar com um vencedor e um derrotado. Essa lógica ultrapassa os tribunais e invade as relações familiares, profissionais, escolares e sociais.
A cultura adversarial alimenta a desconfiança, reduz a capacidade de escuta e estimula respostas impulsivas. Opiniões diferentes passam a ser interpretadas como ataques pessoais. O desgaste emocional aumenta, a ansiedade se intensifica e os relacionamentos se fragilizam. Nos ambientes de trabalho, prevalecem disputas internas que comprometem a colaboração, reduzem a criatividade e enfraquecem o senso de pertencimento. Na sociedade, cresce a polarização e diminui a capacidade de convivência.
A psicanálise ajuda a compreender esse fenômeno ao demonstrar que frequentemente projetamos no outro aquilo que não conseguimos reconhecer em nós mesmos. Em vez de elaborar nossas inseguranças, atribuímos ao outro a origem do nosso desconforto. O conflito deixa de ser apenas uma divergência de interesses e passa a representar uma ameaça à identidade. O diálogo perde espaço para a necessidade de vencer, enquanto a cooperação cede lugar à competição permanente. É justamente nesse cenário que a mediação de conflitos promove uma verdadeira quebra de paradigma. Em vez de concentrar esforços na disputa, direciona o olhar para os interesses, as necessidades e as possibilidades de construção conjunta. Não elimina os conflitos, mas transforma a maneira de enfrentá-los, convertendo diferenças em oportunidades de aprendizado, crescimento e fortalecimento das relações.
A Cultura da Paz amplia essa perspectiva ao propor uma convivência fundamentada no respeito, na responsabilidade, na empatia e no diálogo. Paz não significa ausência de conflitos, mas competência para administrá-los sem recorrer à violência, à imposição ou ao desejo de derrotar o outro. Precisamos, o quanto antes, romper com a cultura adversarial. Abandonar a necessidade de vencer todas as discussões e descobrir o valor de construir entendimentos. É nessa mudança de postura que nascem relações mais saudáveis, organizações mais colaborativas e uma sociedade verdadeiramente comprometida com a Paz.
Suely Buriasco - Mediadora Corporativa e Escritora

24/08/2026

Que a nova semana nos encontre com coragem para seguir, serenidade para lidar com o que não depende de nós e bom ânimo para transformar desafios em aprendizado. Nem todos os dias serão fáceis, mas todos podem trazer uma nova possibilidade. Siga com fé, esperança e o coração em paz. Uma excelente semana!

21/08/2026

Solidariedade é escolher não permanecer indiferente. Muitas vezes, um gesto simples pode devolver esperança a quem atravessa um momento difícil. Quando estendemos a mão, transformamos a realidade do outro e também a nossa. Construir a paz é reconhecer que nenhuma dor deve ser enfrentada em completa solidão.

20/08/2026

Considerado “O Pai da Psicanálise”, Sigmund Freud afirmou que a inclinação para a agressão representa o maior impedimento à civilização. Sua observação continua atual porque revela uma realidade frequentemente ignorada: o maior desafio da convivência humana não está nas diferenças, mas na forma como reagimos a elas. A agressividade faz parte da condição humana, porém a violência é uma escolha. É justamente nessa distinção que reside um dos maiores avanços da civilização.
Muitas vezes imaginamos que a paz depende da ausência de conflitos. No entanto, conflitos são inevitáveis e acompanham toda relação humana. O verdadeiro indicador de maturidade social não é eliminá-los, mas aprender a administrá-los sem recorrer à destruição. É nesse contexto que a Cultura da Paz rompe um paradigma histórico. A proposta da não violência inaugura uma nova forma de compreender os relacionamentos: reconhecer que opiniões divergentes não precisam produzir inimigos e que conflitos podem ser oportunidades de crescimento.
Sob essa perspectiva, a Cultura da Paz não pretende eliminar a agressividade descrita por Freud. Seu objetivo é criar mecanismos capazes de impedir que ela se transforme em violência. Educação emocional, comunicação respeitosa, mediação de conflitos, justiça restaurativa e desenvolvimento da empatia são instrumentos civilizatórios que fortalecem nossa capacidade de transformar impulsos em responsabilidade e diálogo. Por isso, a não violência jamais deve ser confundida com passividade. Trata-se de uma postura ativa, que exige coragem para ouvir, autocontrole para responder em vez de reagir e compromisso com soluções que preservem a dignidade de todos os envolvidos. Nas famílias, nas empresas, nas escolas e nas instituições, essa mudança de postura fortalece vínculos, reduz desgastes e cria ambientes mais saudáveis e produtivos.
A verdadeira evolução humana não consiste em negar nossa natureza, mas em aprender a governá-la. Quanto mais desenvolvemos a capacidade de transformar a agressividade em diálogo e o conflito em construção coletiva, mais fortalecemos a civilização. A Cultura da Paz nos lembra que o futuro não será definido pela ausência de diferenças, mas pela sabedoria com que decidimos conviver com elas.
Suely Buriasco - Mediadora Corporativa e Escritora

19/08/2026

Resultados consistentes não nascem apenas de boas estratégias. Nascem de relações bem conduzidas.

Quando há escuta, clareza e respeito, os conflitos deixam de consumir energia e passam a revelar caminhos. Liderar também é cuidar dos vínculos que sustentam pessoas, equipes e organizações.

18/08/2026

Um encontro especial promovido pela Federação das Famílias pela Paz Universal e pela UPF, com a presença dos Embaixadores da Paz, que prestigiaram a entrega do título ao governador Tarcísio de Freitas e ao vice-governador Felício Ramuth.

Após a cerimônia, compartilhamos um delicioso almoço, regado a bons encontros, conversas inspiradoras e ao compromisso comum de construir uma sociedade mais pacífica, fraterna e solidária. A paz também nasce à mesa, quando o diálogo aproxima pessoas e fortalece propósitos.

Obrigada ao presidente Samuel, à querida Eliza e todos os envolvidos nesse evento lindo e de grande significado.

17/08/2026

Começo esta semana com a alegria de compartilhar um momento muito especial.

Durante o Encontro de Lideranças pela Aliança por uma Sociedade de Paz, promovido pela AFUPM e , tive a satisfação de entregar meu mais novo livro, “Estratégias para Educar no Caminho da Paz”, ao vice-governador de São Paulo, , sempre muito atencioso e simpático.

Na ocasião, ele também recebeu o título de Embaixador da Paz, assim como o governador , uma honra para nossa instituição e um reconhecimento que fortalece o compromisso conjunto com o diálogo, a união e a construção de uma sociedade mais pacífica.

Que esta nova semana nos inspire a semear respeito, cultivar boas relações e transformar intenções de paz em atitudes concretas. Afinal, a paz que desejamos para o mundo começa nas relações que construímos todos os dias.

Boa semana!

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