28/08/2026
Um dos sócios da Atma Genus, Arthur Ranieri, será speaker no festival mais inovador da América Latina, HackTown SRS .
O encontro será conduzido pela seguinte pergunta: E se, para pensar o futuro da inteligência artificial, a gente precisasse olhar também para conhecimentos que existem há séculos? Uma conversa sobre as possíveis conexões entre a inteligência artificial e a sabedoria ancestral do Ifá.
À primeira vista, podem parecer universos distantes.
De um lado, tecnologias que avançam em uma velocidade difícil de acompanhar. Do outro, um sistema ancestral de conhecimento construído a partir da observação da vida, das relações, dos ciclos e das escolhas humanas.
Mas talvez exista justamente aí uma conversa importante.
Porque toda tecnologia carrega uma maneira de interpretar o mundo. E, quando falamos de inteligência, talvez valha perguntar também: que tipo de sabedoria estamos levando para dentro das tecnologias que estamos criando?
É essa conversa que Arthur quer abrir nesse encontro.
Menos sobre encontrar respostas prontas. Mais sobre colocar diferentes formas de conhecimento em diálogo para imaginar outros futuros possíveis.
26/08/2026
Nossa consultora, Tatiana Reimol será speaker no HackTown SRS, festival mais inovador da América Latina.
A temática da conversa surge da seguinte pergunta: Quanto do nosso desenvolvimento acontece da cabeça para baixo?
Durante muito tempo, educação e desenvolvimento foram tratados quase exclusivamente como processos cognitivos: compreender, refletir, aprender conceitos, construir repertório.
Mas nós não aprendemos apenas com a mente.
Aprendemos com o corpo inteiro.
É sobre isso que Tatiana Reimol quer conversar no encontro que está preparando sobre corporalidade e desenvolvimento humano.
Sobre perceber o corpo não como algo que simplesmente nos acompanha enquanto pensamos, mas como parte fundamental da maneira como sentimos, aprendemos, nos relacionamos e agimos no mundo.
Porque algumas transformações não acontecem quando entendemos alguma coisa.
Acontecem quando conseguimos experimentar uma maneira diferente de estar.
Trazer a corporalidade para a educação é também ampliar nossa ideia do que significa aprender e se desenvolver.
É essa experiência que ela quer provocar nesse encontro.
Garanta seu ingresso no perfil do HackTown e venha participar.
24/08/2026
Quantas vezes a gente forma uma opinião sobre alguém antes de realmente tentar compreender o que está por trás da sua forma de agir?
“É difícil.”
“Não escuta.”
“Demora demais.”
“É pouco objetivo.”
Nossos julgamentos ajudam a organizar rapidamente o que percebemos. Mas também podem limitar o que conseguimos enxergar no outro.
E se, antes de concluir, pudéssemos ampliar a nossa leitura?
As Dinâmicas Humanas oferecem uma lente para conhecer diferentes formas de perceber, comunicar, decidir, aprender e se relacionar — e, a partir disso, construir relações com mais compreensão e menos interpretações automáticas.
A Experiência em Dinâmicas Humanas é um convite para desenvolver esse olhar sobre si, sobre o outro e sobre as relações que construímos.
24 e 25 de setembro
Presencial em São Paulo
Inscrições abertas.
Link na bio.
20/08/2026
Todo time quer mais colaboração, inovação e autonomia.
Mas essas capacidades não aparecem por decisão.
Elas são construídas.
A segurança psicológica mostra que para equipes de alta performance é necessário: primeiro pertencem, depois aprendem, contribuem e, só então, conseguem divergir sem colocar a relação em risco.
Porque equipes extraordinárias não começam no quarto andar.
Elas são construídas desde a base.
Assista ao episódio completo, disponível no Youtube e Spotify.
12/08/2026
E se aquilo que você chama de “problema de comportamento” for, na verdade, uma diferença que ainda não conseguiu compreender?
Quando não sabemos como o outro pensa, decide ou se comunica, completamos as lacunas com interpretações. E muitas vezes é aí que o conflito começa.
Hoje, Marisa Gimenes e Edu Afonso vão abrir essa conversa no webinário gratuito sobre Dinâmicas Humanas.
Um encontro para quem trabalha com pessoas e quer ampliar sua capacidade de leitura sem reduzir ninguém a rótulos.
Porque compreender melhor como o outro funciona pode mudar a forma como a relação funciona.
É hoje. Inscreva-se pelo link da bio.
05/08/2026
Quantos ruídos nos times começam porque cada pessoa pensa, decide e se comunica de um jeito — mas esperamos que todas funcionem da mesma forma?
No próximo Atma Lab, Marisa Gimenes e Eduardo Afonso conduzem uma conversa sobre Dinâmicas Humanas e mostram como diferentes formas de funcionamento impactam a comunicação, a liderança, as decisões e o trabalho em equipe.
Um encontro para ampliar a compreensão sobre si, sobre o outro e sobre o que acontece nas relações dentro das organizações.
12 de agosto, às 18h30, online, ao vivo e gratuito.
Inscreva-se pelo link na bio.
19/02/2026
Quando a gente fala de gerar espaços para conversas dentro dos times, a gente está falando de um ambiente em que as pessoas se sentem seguras para se posicionar.
Seguras para perguntar, discordar, trazer um incômodo, levantar um risco e apontar o que precisa ser dito sem medo de julgamento, de retaliação ou de virar o “problema”.
Esse é o ponto. É um espaço onde o conflito pode existir.
Conflito é parte do trabalho quando existe gente diferente pensando junto. No conflito bem conduzido que as ideias aparecem, que o time sai do automático, ajusta prioridades, melhora decisões e ganha clareza sobre o caminho.
Não é evitar discordância. É conseguir manter a conversa no campo das ideias, não das pessoas.
Colaboração nasce desse tipo de conversa.
19/02/2026
Quando a gente fala de gerar espaços para conversas dentro dos times, a gente está falando de um ambiente em que as pessoas se sentem seguras para se posicionar.
Seguras para perguntar, discordar, trazer um incômodo, levantar um risco e apontar o que precisa ser dito sem medo de julgamento, de retaliação ou de virar o “problema”.
Esse é o ponto. Um espaço onde o conflito pode existir.
Conflito é parte do trabalho quando existe gente diferente pensando junto. No conflito bem conduzido que as ideias aparecem, que o time sai do automático, ajusta prioridades, melhora decisões e ganha clareza sobre o caminho.
Não é evitar discordância. É conseguir manter a conversa no campo das ideias, não das pessoas.
Colaboração nasce desse tipo de conversa.
10/02/2026
Uma mudança não se sustenta apenas pelo esforço de agir diferente. Ela se sustenta quando mudamos a forma de enxergar.
Na superfície, até conseguimos ajustar comportamentos. Mas, na realidade do dia a dia, quando a pressão chega, é comum voltarmos ao automático.
A virada acontece quando a lente muda.
Quando o líder passa a perceber o que está acontecendo de um jeito diferente, ele responde de um jeito diferente. Não porque decorou uma técnica, mas porque ampliou a compreensão do cenário, do impacto da própria liderança e das necessidades do time naquele momento.
Ao mudar a lente, conseguimos pausar, revisar interpretações e sustentar, de fato, a mudança que precisa acontecer.