Moving Connection

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Treinamento Funcional especializado na Biomecânica Humana. Pós Graduado em Reabilitações de Lesões e Doenças Músculo Esqueléticas pela Faculdade Estácio.

A Moving Connection Treinamento Funcional, tem como principal objetivo, o desenvolvimento de padrões básicos do movimento humano na correção postural, alívio de dores musculares e articulares, proporcionando uma melhora efetiva na qualidade de vida. Venuto Nunes, é Graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina, no Curso de Educação Física, tendo colado grau em 2012 na Licenciatura e em 2016 no Bacharelado. E pela Functional Patterns, é Especialista em Biomecânica Humana - HBS 1.

28/08/2026

Sua lombar vive tensa e você tem hiperlordose? Então fazer mais força para arquear a coluna pode não ser o que seu corpo precisa.

Quando sua lombar já tende a f**ar muito arqueada, é comum que você repita essa posição também durante os exercícios.

E não é só a lombar que participa disso.

Um dos músculos da parte da frente da coxa, o reto femoral, faz parte do quadríceps e também se conecta à pelve. Por isso, a forma como quadril, coxa e pelve trabalham pode influenciar a posição e o movimento da sua coluna.

Agora pense: se durante um exercício de extensão você não consegue distribuir bem o movimento entre quadril, pelve e tronco, seu corpo pode buscar movimento justamente onde já tem facilidade — na região lombar.

Resultado? Você termina o exercício sentindo ainda mais tensão naquela região.

Isso não signif**a que você nunca possa estender a coluna ou que a hiperlordose seja, sozinha, a causa da sua dor.

O objetivo é outro: fazer seu corpo aprender a distribuir melhor o movimento e a carga.

Quadril, pelve, coluna e pernas precisam trabalhar de maneira coordenada.

Antes de simplesmente fortalecer o lugar que dói, precisamos entender por que ele está trabalhando tanto.

Você sente que sua lombar está sempre rígida ou tensionada, principalmente depois de treinar?

Comente LOMBAR ou me envie uma mensagem para saber como funciona minha avaliação.

Photos from Moving Connection's post 26/08/2026

Seu joelho “trava” para trás quando você está em pé?

Isso pode ser um padrão de hiperextensão.

O ponto importante não é simplesmente mandar a pessoa “dobrar o joelho”.

É ensinar o corpo a sair do bloqueio passivo e recuperar controle ativo da articulação.

Uma discreta flexão pode funcionar como feedback para o aluno perceber melhor:

• apoio dos pés
• posição da pelve
• distribuição de carga
• controle do joelho

Mas esse feedback é apenas o começo.

O objetivo é levar esse controle para situações reais: f**ar em pé, caminhar, agachar, subir, correr e treinar.

Não queremos criar outra postura rígida.
Queremos melhorar a capacidade de controlar o movimento.

Se você gosta de conteúdos que explicam biomecânica de forma prática, siga VENUTO NUNES - Treinamento Funcional.

Aqui eu falo sobre movimento, dor e treinamento com mais profundidade.

26/08/2026

Seu joelho f**a “travado” para trás quando você está em pé?

A hiperextensão do joelho não deve ser analisada apenas como um problema local.

Quando o aluno utiliza o final da amplitude articular como estratégia de sustentação, ele pode depender mais de estruturas passivas e menos do controle muscular ativo para organizar a posição.

Por isso, um feedback simples pode fazer diferença:

👉 retirar o joelho do bloqueio em hiperextensão;
👉 permitir uma discreta flexão;
👉 perceber melhor o apoio dos pés e a posição da pelve;
👉 aprender a sustentar a posição utilizando controle ativo.

Mas atenção: flexionar o joelho não é a correção definitiva.

É um recurso de feedback para aumentar a percepção corporal e, a partir daí, integrar esse controle aos padrões de f**ar em pé, caminhar e realizar exercícios.

O objetivo não é criar outra postura rígida.

É ensinar o corpo a controlar melhor suas articulações durante o movimento.

Se você gosta de conteúdos que explicam o raciocínio por trás do exercício, siga VENUTO NUNES - Treinamento Funcional.

21/08/2026

“Tenho dor lombar. Melhor não treinar para não piorar.”

Esse pensamento parece proteção, mas pode acabar aumentando o medo do movimento.

Quando você evita agachar, carregar peso, caminhar ou treinar, seu corpo pode perder força, capacidade e, principalmente, confiança para se movimentar.

Sentir dor não signif**a ignorá-la e fazer qualquer exercício.

Signif**a encontrar uma exposição ao movimento que seja progressiva, controlada e adequada para você.

O objetivo não é aprender a suportar a dor.

É construir um corpo mais capaz apesar dela.

Não deixe o medo da dor fazer você parar. Mexa-se com estratégia.

Se você quer aprender mais sobre dor lombar e movimento, siga VENUTO NUNES - Treinamento Funcional.

21/08/2026

A imagem mostra o resultado.

Mas o que realmente me interessa é o que mudou no movimento para chegarmos até aqui.

Quando alguém chega com dor, é natural querer apenas uma coisa:

parar de sentir dor.

E isso é importante.

Mas, no treinamento, meu trabalho não termina quando o desconforto diminui.

Precisamos observar como essa pessoa se movimenta, como organiza a pelve e o tronco, como transfere carga e quais estratégias utiliza quando o movimento começa a f**ar mais exigente.

É aí que entra o treinamento integrado.

Em vez de pensar apenas:

“Qual músculo precisamos fortalecer?”

começamos a pensar:

“Como podemos fazer esse corpo trabalhar melhor como um sistema?”

Pés, pernas, quadril, pelve, coluna e membros superiores não funcionam de maneira independente.

Eles precisam coordenar forças.

E, quando melhoramos essa coordenação, podemos aumentar progressivamente a capacidade do corpo de produzir, absorver e distribuir carga durante o movimento.

É isso que buscamos no treinamento.

Não apenas uma lombar “mais forte”.

Mas um corpo mais competente para caminhar, rotacionar, agachar, correr, carregar e realizar as tarefas da vida com mais confiança.

O alívio da dor é importante.

Mas recuperar movimento e capacidade é o que sustenta o processo no longo prazo.

Esse é o tipo de resultado que eu quero entregar aos meus alunos.

Se você quer acompanhar mais casos reais e entender como utilizamos o movimento dentro do processo de treinamento, siga VENUTO NUNES - Treinamento Funcional.

21/08/2026

O que é evolução além de sentir menos dor

Função, confiança, tolerância e autonomia também são desfechos.

Menos dor é importante, mas não é o único desfecho. Voltar a trabalhar, treinar, dormir melhor, tolerar carga e confiar no movimento também ajudam a medir progresso.

Conteúdo educativo; não substitui avaliação individual. Salve: evolução é maior que uma escala de dor.

Se você quer entender por que sua dor volta — e como usar o movimento para construir um corpo mais capaz — siga VENUTO NUNES - Treinamento Funcional.

Aqui eu não ensino apenas exercícios.

Eu ensino você a entender o seu movimento.

21/08/2026

Nem tudo que o seu corpo carrega aparece na balança.

Às vezes, o que você chama de “tensão”, “travamento” ou “falta de mobilidade” pode estar relacionado à forma como o corpo vem organizando o movimento e distribuindo carga ao longo do tempo.

E é justamente por isso que apenas alongar, massagear ou fortalecer um músculo isoladamente nem sempre resolve o problema.

O corpo não se movimenta em partes.

Quando você caminha, corre, gira, empurra ou puxa, diferentes regiões precisam transferir força, controlar movimento e trabalhar de forma integrada.

Por isso, no treinamento, a pergunta não deveria ser apenas:

“Qual músculo preciso fortalecer?”

Mas também:

Como esse corpo está se movimentando?
Onde ele está compensando?
Como está distribuindo carga?
E o que podemos fazer para melhorar sua função?

Treinar movimento não signif**a simplesmente fazer exercícios diferentes.

Signif**a utilizar o exercício como ferramenta para construir um corpo mais capaz, adaptável e confiante para se movimentar.

Menos medo do movimento.
Mais capacidade para executá-lo.

O exercício é o meio. O movimento é o caminho. A função é o objetivo.

Se você quer entender mais sobre dor, movimento, postura e treinamento sem receitas prontas e sem terrorismo sobre o corpo, siga VENUTO NUNES - Treinamento Funcional.

E envie este post para alguém que ainda acredita que sentir tensão signif**a que precisa parar de se movimentar.

18/08/2026

Por que o mesmo exercício não serve para todos?

Porque exercício, sozinho, não é prescrição.

O mesmo movimento pode ajudar uma pessoa e irritar outra, dependendo de variáveis como:

* objetivo funcional;
* tarefa que ela precisa recuperar;
* histórico de dor e lesão;
* carga que está tolerando hoje;
* resposta do corpo durante e após a execução.

É por isso que avaliação não existe para procurar defeitos.
Ela existe para mudar decisões.

Antes de dizer “esse exercício é bom” ou “esse exercício é ruim”, eu observo:

1. o que a pessoa quer voltar a fazer;
2. como ela executa essa tarefa hoje;
3. quanto de carga ela tolera;
4. o que muda quando ajusto amplitude, apoio, velocidade, complexidade ou carga.

Se a resposta muda, a prescrição também muda.

Avaliar é decidir melhor.

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação individual nem diagnóstico em saúde.

Envie AVALIAÇÃO no Direct para entender como funciona o processo.

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