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Academia : Musculação, Jiujitsu, Treinamento Funcional, Boxe Thai, Mobilidade (alongamento +Pilates+Yoga)

23/08/2026

🚨 SE VOCÊ NÃO VOTAR, VOCÊ VAI VOTAR NO LULA.

A conta é simples: em 2022 a eleição foi decidida por 2 milhões de votos. A abstenção foi de 32 MILHÕES. Faz as contas.

Não é sobre gostar de político. É sobre entender o jogo antes que seja tarde.

Manda esse vídeo pra quem tá pensando em ficar em casa.

📌 Salva, comenta e compartilha.

PolíticaBrasil Alerta

22/08/2026

Vídeo Feres Chaddad Neto, MD, PhD .
Texto Victor Lima
Atividade física não é apenas sobre estética. É uma das intervenções mais importantes para a saúde.

Quando pensamos em atividade física, ainda é comum associá-la à perda de peso, aparência ou desempenho. Mas seus efeitos vão muito além.

Maiores níveis de atividade física estão associados a menor risco de mortalidade prematura, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer, além de benefícios para saúde mental, cognição, sono e capacidade funcional (WHO, 2020).

E existe um ponto particularmente importante: não é necessário se tornar um atleta para obter benefícios.

Em uma meta-análise com mais de 30 milhões de participantes, Garcia et al. (2023) encontraram uma relação inversa e não linear entre atividade física e diferentes desfechos de saúde. Os maiores ganhos relativos ocorreram justamente na transição entre não realizar atividade física e fazer alguma quantidade.

Em níveis de atividade física equivalentes às recomendações mínimas para adultos, o risco relativo foi cerca de 31% menor para mortalidade por todas as causas e 29% menor para mortalidade cardiovascular, em comparação com a ausência de atividade física moderada a vigorosa.

Mas fazer menos também pode trazer benefícios.

Ekelund et al. (2019), utilizando dados de acelerômetros, observaram que maiores níveis de atividade física, inclusive de intensidade leve, estavam associados a menor risco de mortalidade.

A WHO recomenda para adultos 150–300 minutos semanais de atividade aeróbia moderada ou 75–150 minutos de atividade vigorosa, além de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias da semana.

Esses números, porém, não deveriam ser uma barreira para começar.

Para quem faz pouco, fazer mais importa. Para quem não faz nada, começar pode representar proporcionalmente um dos maiores ganhos para a saúde.

Atividade física não garante saúde. Mas modifica de forma relevante as probabilidades de adoecer, perder capacidade funcional e morrer prematuramente. 📚

Photos from Access Academia's post 17/07/2026

Quando pensamos em treinamento de força, é comum associá-lo apenas ao ganho de massa muscular ou à estética. Mas a ciência mostra que seus efeitos vão muito além da aparência.

Ao longo da vida, nosso organismo constrói uma espécie de reserva funcional: a capacidade de suportar situações de estresse, como uma doença, uma cirurgia, uma internação ou o próprio envelhecimento. Quanto maior essa reserva, maior tende a ser a capacidade de preservar autonomia e recuperar a funcionalidade quando esses eventos acontecem.

É justamente por isso que a força muscular deixou de ser vista apenas como um marcador de desempenho esportivo. Hoje ela também é reconhecida como um importante indicador de saúde. Grandes estudos mostram que pessoas com maiores níveis de força apresentam menor risco de mortalidade, melhor capacidade funcional e maior independência ao longo da vida.

Isso não significa que treinar impeça doenças ou elimine a necessidade de hospitalizações. Significa que chegar mais forte a essas situações pode representar uma vantagem importante durante a recuperação.

Da mesma forma, sabemos que períodos de imobilização e internação aceleram a perda de massa e força muscular, especialmente em idosos. Por isso, construir essa reserva antes que ela seja necessária faz sentido tanto do ponto de vista biológico quanto clínico.

No fim, talvez a maior função do treinamento de força não seja apenas aumentar músculos.

Talvez seja preservar a capacidade de continuar vivendo a vida que você valoriza.

05/06/2026

😱 POR MUITO POUCO!

Uma mulher passou por um grande susto durante um treino em uma academia. Uma barra carregada com pesos quase caiu sobre o seu pé, e por centímetros a situação não terminou em um grave acidente.

As imagens mostram o momento exato da tensão e impressionam pela rapidez com que tudo aconteceu. Felizmente, ela conseguiu escapar sem ferimentos graves, mas o episódio serve como alerta para a importância da atenção, da execução correta dos exercícios e do uso adequado dos equipamentos.

Acidentes em academias são raros, mas podem acontecer quando há distração ou falhas na segurança durante o treino.

⚠️ Todo cuidado é pouco quando se está lidando com cargas pesadas.

Você já passou por algum susto durante um treino?

Photos from Access Academia's post 31/05/2026

Poucos benefícios do treinamento físico apresentam associações tão consistentes quanto aquelas observadas para o treinamento de força e a longevidade.

Uma meta-análise publicada em 2022 reuniu dados de 10 estudos prospectivos e observou que a prática de treinamento resistido esteve associada a uma redução de até 15% no risco de mortalidade por todas as causas. Também foram observadas associações com menor risco de mortalidade cardiovascular (19%) e por câncer (14%).

Outro achado interessante foi a relação dose-resposta. Os autores observaram que os benefícios não aumentaram indefinidamente com maiores volumes de treinamento. A maior redução da mortalidade total foi observada em volumes moderados de treinamento, alcançando aproximadamente 27%.

É importante interpretar esses resultados corretamente. A meta-análise avaliou associações observadas em estudos prospectivos, o que significa que não é possível atribuir causalidade direta apenas ao treinamento de força. Ainda assim, os dados reforçam algo que a literatura vem demonstrando de forma consistente: indivíduos que mantêm a força muscular e permanecem fisicamente ativos tendem a apresentar melhores indicadores de saúde ao longo da vida.

Quando falamos em envelhecimento saudável, não estamos falando apenas de viver mais anos. Estamos falando de preservar autonomia, mobilidade, capacidade funcional e independência para realizar as atividades do dia a dia.

Nesse contexto, a musculação deixa de ser apenas uma estratégia para modificar a aparência corporal e passa a ser uma ferramenta relevante para a promoção da saúde ao longo da vida.

27/05/2026

Vem prá Access!!!
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Florianópolis SC -

18/05/2026


Dormir mal não reduz apenas disposição no dia seguinte. A recuperação biológica do treino começa a ser alterada já após uma única noite de restrição parcial de sono.

O treino gera estresse mecânico, metabólico e inflamatório. A adaptação depende da capacidade do organismo de reparar esse tecido nas horas seguintes, e grande parte desse processo ocorre durante o sono profundo.

Estudos mostram que a privação parcial de sono pode elevar cortisol, reduzir testosterona livre e diminuir a sinalização anabólica muscular, comprometendo processos associados à síntese proteica e recuperação tecidual (Leproult & Van Cauter, 2011; Dattilo et al., 2011).

Além disso, parte importante da liberação de GH ocorre durante as primeiras fases do sono profundo. Quando duração e qualidade do sono são reduzidas, esse pico hormonal também pode ser atenuado (Van Cauter et al., 2000).

Mas o impacto não é apenas muscular.

Sono insuficiente também altera atenção, percepção de esforço, velocidade de resposta e tolerância ao treinamento. Em outras palavras: recuperação não é apenas “descansar”. Ela influencia diretamente a capacidade de sustentar desempenho, carga e consistência ao longo da semana (Fullagar et al., 2015).

Por isso, recuperação eficiente não depende apenas de treino e dieta isoladamente. Sono, carga, nutrição e recuperação sistêmica precisam ser interpretados de forma integrada e individualizada.

A fisiologia da adaptação é muito mais complexa do que simplesmente “treinar forte”.

27/04/2026


Esse tipo de situação costuma ser interpretado como erro técnico isolado ou até como “acidente”. Na minha opinião, essa leitura é incompleta. O que se observa é uma combinação de fatores, sendo um dos principais a escolha de uma carga que não estava condizente com o nível de controle e preparo do indivíduo para aquela tarefa específica.

O agachamento búlgaro é um exercício unilateral com alta demanda de estabilidade. Ele exige controle fino de quadril, joelho e tronco ao longo de toda a amplitude. Quando se adiciona uma barra nas costas, há aumento significativo do torque externo e da exigência de estabilização global, ao mesmo tempo em que se reduz a capacidade de correção em caso de perda de equilíbrio.

Durante a fase excêntrica (descida), já é possível observar inconsistência no controle do movimento, com sinais progressivos de instabilidade. Em determinado momento, ocorre perda de equilíbrio associada a um deslocamento do centro de massa, e o joelho entra em uma posição mecanicamente desfavorável possivelmente envolvendo valgo e rotação. Esse tipo de mecanismo é compatível com o que se descreve na literatura para lesões ligamentares, especialmente quando a demanda excede a capacidade de estabilização do sistema.

Na minha leitura, não é apenas uma questão de “executar errado”. A carga utilizada não parece compatível com a capacidade do indivíduo de sustentar o movimento com controle, especialmente ao longo da fase excêntrica, onde a exigência de controle motor é elevada. Em exercícios unilaterais, essa incompatibilidade se torna ainda mais crítica, porque há menor margem para compensação e ajuste.

Portanto, o problema não está no exercício em si, mas na relação entre demanda e capacidade. Quando essa relação é mal ajustada, especialmente em contextos de instabilidade, o risco deixa de ser teórico e passa a ser real.
❌❌❌ E nem falei do calçado que era inadequado.📚

21/04/2026



Há uma diferença fundamental entre olhar e compreender, e é exatamente nessa lacuna que nascem os julgamentos mais rasos.

Daiane dos Santos não foi apenas uma ginasta. Ela foi um ponto de inflexão na história da ginástica artística brasileira. Em um cenário onde o Brasil sequer era considerado protagonista, ela não só entrou em cena, ela redefiniu o que era possível.

Foi a primeira brasileira campeã mundial. Criou movimentos que carregam seu nome no código de pontuação. Sustentou, sob pressão internacional, um nível de excelência técnica que poucos no mundo conseguiram manter por tanto tempo. Isso não é estética. Isso é legado biomecânico, técnico e histórico.

E ainda assim, anos depois, surge um vídeo, e com ele, um julgamento previsível: o corpo atual não corresponde ao corpo competitivo.

Esse tipo de crítica não é apenas superficial. É conceitualmente falho.

O corpo de um atleta de elite não é um estado permanente, é um estado altamente específico, construído sob condições extremas de carga, volume, controle alimentar, privação e repetição técnica. Aquilo não é “forma”. Aquilo é adaptação aguda direcionada ao desempenho.

Esperar que esse mesmo corpo seja mantido indefinidamente após a aposentadoria é desconhecer completamente princípios básicos de fisiologia do exercício, periodização e até de saúde a longo prazo.

Mais grave: muitos dos que criticam jamais foram expostos a 10% da exigência que ela enfrentou.

Nunca lidaram com cargas de impacto repetidas, com controle motor fino sob fadiga extrema, com pressão competitiva internacional, com ciclos de treinamento que reorganizam completamente o organismo. Nunca estiveram próximos de uma final mundial.

Mas opinam.

E opinam mal.

Há uma inversão perigosa acontecendo: confunde-se estética momentânea com competência, e ignora-se trajetória, contribuição e impacto estrutural no esporte.

Daiane dos Santos hoje não precisa provar absolutamente nada. O que ela construiu já está consolidado nos registros, na história e na evolução da ginástica no Brasil. Se um “profissional não entende isso, precisa estudar

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