01/09/2026
Antes de você postar aquele "consegui hoje", teve alguém ajustando sua carga, corrigindo sua postura e decidindo o ritmo certo do seu treino — sem você nem perceber.
Hoje é 1º de setembro, Dia do Profissional de Educação Física. A data existe desde 1998, quando a profissão foi oficialmente regulamentada no Brasil.
Você sente o resultado. Eles são o motivo.
Comenta aqui o nome do professor ou professora que fez diferença na sua jornada. 👇
30/08/2026
Seu ganho de massa parece mais lento do que nos primeiros meses de treino? Uma meta-análise com 480 estudos explica exatamente por que isso acontece.
O crescimento muscular não segue uma linha reta. Ele é mais rápido logo no início e vai desacelerando o ritmo conforme o tempo de treino aumenta — isso é o comportamento natural do músculo, não um sinal de que algo parou de funcionar. Em 10 semanas de treino, por exemplo, o ganho médio já f**a em torno de 7%.
Na prática, isso muda a forma de olhar pra sua evolução: o ritmo de agora não é pra ser comparado com o da primeira fase. É pra ser lido como parte da mesma curva — que continua subindo, só que em passos menores.
Comenta aqui: você já sentiu essa desaceleração na sua evolução, mesmo treinando direitinho?
Referência: Roberts, B.M. et al. Modeling the Trajectory of Skeletal Muscle Hypertrophy During Resistance Training: A Systematic Review and Meta-Analysis. SportRxiv, preprint, junho de 2026.
27/08/2026
Você lembra do dia que bateu recorde. Não lembra da terça-feira comum de três semanas atrás.
Mas foram as terças que construíram o recorde.
A adaptação vem da carga acumulada ao longo de semanas — não de um dia excepcional. O treino memorável é sempre resultado de dezenas de treinos que não foram memoráveis.
O problema é a régua: se o critério for "hoje foi épico?", quase todo dia parece fracasso. Se for "hoje eu treinei?", quase todo dia vira progresso.
Salva para lembrar no próximo dia que parecer pouco.
E comenta: quantos treinos dessa semana você já esqueceu?
25/08/2026
levantar da cadeira sem usar os braços.
O estudo é de 1990, publicado na JAMA, com pesquisadores da Tufts University. Frail, institucionalizados, sem nenhum histórico de treino — e mesmo assim o corpo respondeu forte e rápido ao estímulo certo.
Se isso acontece em quem está começando do zero aos 90 anos, pensa no que o seu corpo — que já treina, já tem base, já tem consistência — é capaz de construir daqui pra frente.
Treino não tem prazo de validade. Tem resposta, sempre que você aparece.
Quantos anos de treino você já tem? Comenta aqui embaixo.
Fonte: Fiatarone MA, Marks EC, Ryan ND, Meredith CN, Lipsitz LA, Evans WJ. High-intensity strength training in nonagenarians: effects on skeletal muscle. JAMA. 1990;263(22):3029-3034.
21/08/2026
Todo mundo aprende a mesma lógica na musculação: mais peso, mais resultado. No reformer, a intuição é igual — mais mola, mais trabalho.
Só que um estudo recente mediu a atividade elétrica do core no reformer, comparando resistência alta, moderada e baixa. O resultado inverteu a lógica: com menos resistência, os estabilizadores profundos trabalharam mais, não menos. (Amostra pequena — 18 mulheres — mas o mecanismo é consistente com o que já se sabe sobre falta de carga externa.)
Sem uma mola forte "carregando" o movimento, quem assume o controle são os músculos pequenos que estabilizam a coluna e o carrinho.
Molas mais fracas não são menos treino — são um tipo diferente de exigência.
Já sentiu essa diferença numa aula? Conta aqui embaixo. 👇
21/08/2026
Todo mundo aprende a mesma lógica na sala de musculação: mais peso, mais resultado. No reformer, a intuição é a mesma — mais mola, mais trabalho.
Só que um estudo recente mediu a atividade elétrica de 6 músculos do core durante exercícios no reformer, comparando resistência alta, moderada e baixa nas molas. O resultado inverteu a lógica: com menos resistência, os estabilizadores profundos — transverso do abdômen, multífidos — trabalharam mais, não menos. (Vale o adendo: o estudo foi feito com 18 mulheres adultas, uma amostra pequena — mas o mecanismo por trás do achado é consistente com o que já se sabe sobre como o corpo reage à falta de carga externa.)
Faz sentido: sem uma mola forte "carregando" o movimento, quem assume o controle são os músculos pequenos que estabilizam a coluna e o carrinho — o tempo todo.
Na prática, isso muda o que "aula leve" signif**a no pilates. Molas mais fracas não são menos treino — são um tipo diferente de exigência.
Já sentiu essa diferença numa aula? Conta aqui embaixo. 👇