Georg Feuerstein: The Other Side of Partner Yoga I love your impeccable scholarship, Georg. I learn so much from every post. Even when I already have heard most of the facts, as in this blog, the way you put them together and put them into perspective is always very interesting and helpful. I just finished watching Ashtanga, NY, a film about Jois'...
VIVA YOGA - Campo Grande - MS
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04/10/2014
DEVOÇÃO DUAL, DEVOÇÃO NÃO-DUAL.
O devoto adora seus deuses, mas qual é o lugar que ocupam esses deuses na prática de Yoga? Noutras palavras, quem é aquele que as pessoas veneram? Por que fazemos pūjās para Kṛṣṇa, Gaṇeśa, Sarasvatī? Como interpretar essas oferendas à luz do Veda? Rāma, Śiva, Lakṣmī, são Brahman ou não? Depende de como você interpretar estes nomes e formas.
Quando você se refere a Rāma, por exemplo, você se refere à escultura que está vendo à sua frente, a um objeto do seu conhecimento ou ao princípio da Pura Consciência? Rāma não é um objeto que você adora. Senão, ele seria apenas o objeto de uma experiência.
Assim, o Rāma que você experiencia não é Brahman. O Kṛṣṇa que você experiencia não é Brahman. O Gaṇeśa que você experiencia não é Brahman. Seja o que for que você tenha adorado, esse objeto da sua adoração, seja qual for, não é Brahman. Em todos os casos, esse objeto é um prameya, algo conhecido, e não o pramātā, o conhecedor, que é a realidade última.
Então, por que existem esses devattās? Os devas tem a função de nos indicar Brahman. Eles são indicadores para Brahman, como as placas de uma estrada. A placa não é o lugar onde você quer chegar, mas indica a direção na qual esse lugar se encontra. As escadas não são o andar de cima da casa, mas sem elas você não chega lá. Você não pode dispensar as escadas para chegar no andar superior, assim como não deve dispensar as placas na estada que lhe indicam o caminho.
Então, essa adoração que chamamos Bhakti Yoga tem a função de nos preparar para a compreensão de Brahman. Sem os devas, que são relativo, portanto, não chegamos no Ser real. Kṛṣṇa, Śiva, Sarasvatī, só serão realmente adorados e compreendidos quando conhecidos como o Eu, como o conhecedor que possibilita as cognições.
Assim, no estágio inicial, Gaṇeśa, Śiva, Lakṣmī, são objetos do nosso conhecimento. No estágio final, eles são o sujeito que conhece. No estágio inicial, a devoção é dual: eu ≠ ele. No final, a devoção é não-dual: eu = ele.
Somente na devoção é não-dual o Ser é real. Nas outras formas preliminares, o Ser é relativo, sem importar o quão impressionantes possam ser suas visões ou êxtases meditativos. Essas visões não tem nada a ver com a Realidade do Ser.
A realidade é o Ser e a verdade é que o Ser não pode ser visto, pois é aquele que vê. Assim, você pode tirar seu cavalinho da chuva em relação a buscar uma experiência do Ser. Para bem e para mal, você já é esse Ser que possa estar buscando nas experiências, sejam sagradas, sejam profanas. Você não pode negar isso, mesmo que queira, pois essa é a sua natureza real. Boas práticas. Boa devoção para você. Namaste!
Pedro Kupfer.
Leia mais aqui: http://www.yoga.pro.br/artigos/1071/3033/compreendendo-o-bhakti-yoga
yoga.pro.br - Compreendendo o Bhakti Yoga Ouvimos dizer, e às vezes repetimos um pouco sem pensar, que há muitas “formas” de Yoga: Jñāna Yoga, Karma Yoga, Haṭha Yoga, Rā
04/10/2014
09/08/2014
A história verdadeira de um falso Guru....Uma boa lição para todos nós !
09/08/2014
Namastê! Amigos do Yoga...
O importante é o ser e não o vir a ser; um não é o oposto do outro, havendo o oposto ou a oposição, cessa o ser. Ao findar o esforço para vir-a-ser, surge a plenitude do ser, que não é estático; não se trata de aceitação; o vir-a-ser depende do tempo e do espaço. O esforço deve cessar; disso nasce o ser que transcende os limites da moral e da virtude social, e abala os alicerces da sociedade. Esta maneira de ser é a própria vida, não mero padrão social. Lá, onde existe vida, não existe perfeição; a perfeição é uma idéia, uma palavra; o próprio ato de viver e existir transcende toda forma de pensamento e surge do aniquilamento da palavra, do modelo, do padrão.
Jiddu Krishnamurti
09/08/2014
Namastê! Amigos do Yoga...
O importante é o ser e não o vir a ser; um não é o oposto do outro, havendo o oposto ou a oposição, cessa o ser. Ao findar o esforço para vir-a-ser, surge a plenitude do ser, que não é estático; não se trata de aceitação; o vir-a-ser depende do tempo e do espaço. O esforço deve cessar; disso nasce o ser que transcende os limites da moral e da virtude social, e abala os alicerces da sociedade. Esta maneira de ser é a própria vida, não mero padrão social. Lá, onde existe vida, não existe perfeição; a perfeição é uma idéia, uma palavra; o próprio ato de viver e existir transcende toda forma de pensamento e surge do aniquilamento da palavra, do modelo, do padrão.
Jiddu Krishnamurti
Você precisa, primeiramente, compreender Īśvara. Bhakti é descobrir que tudo o que está aqui é Īśvara. Toda a realidade é Īśvara. Īśvara não é um objeto de crença. Īśvara precisa ser compreendido. Īśvara é...Continue lendo em: www.vivayogams.com/
08/08/2014
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VIVA YOGA Campo Grande Mato Grosso do Sul
08/08/2014
“Sou a essência de tudo quanto existe.”
Krishna in Bhagavad Gita – XI – 06
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