ICAB Instituto de Cultura Árabe Brasileira

ICAB Instituto de Cultura Árabe Brasileira O ICAB visa difundir a cultura árabe através dos eventos e cursos de:
- Árabe Clássico
- Dança

O ICAB é uma Instituição sem fins lucrativos, sediado em Brasília/DF, é o maior centro de cultura árabe do Centro-Oeste. Inaugurado em 1975, o Instituto de Cultura Árabe-Brasileira (ICAB) tem por objetivo a divulgação da cultura árabe por meio do ensino do seu idioma de suas manifestações culturais, entre elas, a dança do ventre. Além de se tornar referência na cultura árabe, tanto para árabes e brasileiros no Brasil e no mundo. Para tanto, há mais de quatro décadas oferece cursos, organiza e apoia a realização de eventos, palestras, exposições, eventos sociais, entre outras atividades voltadas, não apenas para a comunidade árabe, como também para toda sociedade, de modo a difundir os principais valores constitutivos dessa cultura milenar. Além de contar com um corpo de profissionais altamente capacitados e ligados à cultura árabe, o Instituto também dispõe de uma sede própria (localizada na SCRN 706/7, entrada 12, bloco D, Edifício Fearab, sala 101), cuja construção se destaca por seus arcos, traços e cores representativas da arquitetura árabe.

Abdel Halim Hafez está entre os cantores mais populares egípcios e cantores e intérpretes árabes, temos muitos posts sob...
26/09/2026

Abdel Halim Hafez está entre os cantores mais populares egípcios e cantores e intérpretes árabes, temos muitos posts sobre sua trajetória na música, no cinema e nas artes como um todo.
A curiosidade de hoje é que ele fez uma música que ficou mundialmente famosa para uma prática muito comum no Oriente médio, a leitura da borra de café na xícara.
A música traz um misto de tristeza e alegria, pois no futuro dele estava escrito que morreria por quem ele ama e ainda mais, que ele teria um caminho de lágrimas a percorrer.
As canções árabes trazem sempre novo sentido ao que podemos chamar de sofrimento, mas talvez essa canção descreva um período conturbado do artista.
Gostaram de saber dessa curiosidade?
Já quis saber sobre seu futuro na borra da xícara de café, conta pra gente!

Vlada é uma famosa Belly Dancer profissional internacional Russa, que atualmente vive e se apresenta no Cairo, Egito.Ape...
24/09/2026

Vlada é uma famosa Belly Dancer profissional internacional Russa, que atualmente vive e se apresenta no Cairo, Egito.
Apesar de ter nacionalidade Russa a artista difere do estilo da maioria das bailarinas do seu país, ela é reconhecida pela técnica refinada, elegância e resgate de estilos clássicos e tradicionais da dança do ventre egípcia.
Recomendamos que assistam algumas de suas apresentações.

Você já ouviu falar em Nizar Qabbani?Nascido em Damasco, na Síria, em 1923, Qabbani foi poeta, diplomata e editor, e tor...
19/09/2026

Você já ouviu falar em Nizar Qabbani?
Nascido em Damasco, na Síria, em 1923, Qabbani foi poeta, diplomata e editor, e tornou-se uma das vozes mais importantes da literatura árabe contemporânea.
É frequentemente chamado de “poeta do amor” — mas sua obra vai muito além dos poemas amorosos.
Qabbani escreveu sobre as relações entre homens e mulheres, a condição feminina, a sociedade árabe, a política e as transformações do mundo árabe.
Sua poesia ajudou a aproximar a literatura de leitores que não necessariamente frequentavam os círculos literários. Sua linguagem era direta, musical e profundamente emocional.
Depois da morte de sua irmã, que tirou a própria vida após se recusar a casar com um homem que não amava, Qabbani passou a abordar ainda mais intensamente a liberdade das mulheres e as relações de gênero em sua obra.
Entre seus versos mais conhecidos, encontramos:

“Quando você sorri, eu esqueço o céu.”

Nizar Qabbani morreu em Londres, em 1998, e foi sepultado em Damasco.
Sua poesia continua sendo lida, cantada e traduzida em diferentes partes do mundo.

Como uma literatura atravessa uma língua e chega a outra?Para muitos leitores brasileiros, uma das respostas tem nome e ...
17/09/2026

Como uma literatura atravessa uma língua e chega a outra?
Para muitos leitores brasileiros, uma das respostas tem nome e sobrenome: Safa Jubran.
Nascida no Líbano, Safa Jubran veio para o Brasil ainda jovem e construiu aqui uma trajetória dedicada à língua, à literatura e à tradução árabes.
Professora livre-docente da Universidade de São Paulo (USP), onde leciona Língua e Literatura Árabes, Safa é também pesquisadora e tradutora literária.
Ao longo de sua carreira, traduziu mais de uma dezena de livros do árabe para o português — e também do português para o árabe.
Seu trabalho ajudou a aproximar leitores brasileiros de grandes nomes da literatura árabe contemporânea, como o libanês Elias Khoury, o palestino Mahmud Darwich, a egípcia Nawal El Saadawi, a libanesa Hoda Barakat, a palestina Adania Shibli e a omanense Jokha Alharthi.
Em 2014, recebeu o Prêmio de Tradução da Academia Brasileira de Letras. Em 2019, recebeu o Sheikh Hamad Award for Translation and International Understanding pelo conjunto de seu trabalho.
Traduzir, nesse caso, é muito mais do que transportar palavras de uma língua para outra.
É criar uma ponte entre mundos, histórias e formas diferentes de olhar para a vida.
E talvez seja justamente por isso que a tradução seja também uma forma de diálogo cultural.

Ele é violinista e arranjador ativo desde as décadas de 1970 e 1980, com obras muito associadas a álbuns de dança do ven...
11/09/2026

Ele é violinista e arranjador ativo desde as décadas de 1970 e 1980, com obras muito associadas a álbuns de dança do ventre (belly dance) e melodias tradicionais do Oriente Médio. Entre suas faixas mais conhecidas, destacam-se "Bouyout el farah", "Karj el hajal" e "Wardeh", presentes em coletâneas voltadas à dança e à música árabe. Recomendamos que nossas queridas Belly Dancers conheçam suas canções.

Em 24 de agosto de 2026, faleceu, aos 79 anos, o artista palestino Sliman Mansour, um dos nomes fundamentais da arte pal...
09/09/2026

Em 24 de agosto de 2026, faleceu, aos 79 anos, o artista palestino Sliman Mansour, um dos nomes fundamentais da arte palestina contemporânea.
Nascido em Birzeit, em 1947, Mansour construiu, ao longo de mais de cinco décadas, uma obra profundamente ligada à terra, à memória e à identidade palestinas.
Oliveiras, laranjeiras, bordados tradicionais, paisagens rurais, Jerusalém e figuras humanas carregadas de simbolismo aparecem em seu trabalho como elementos de uma memória coletiva.
Uma de suas obras mais conhecidas, "Jamal Al-Mahamel" ("Camel of Hardship"), apresenta um homem carregando nas costas uma representação de Jerusalém. A imagem tornou-se um dos símbolos mais reconhecidos da arte palestina.
Durante a Primeira Intifada, Mansour também participou da criação do coletivo New Visions, que buscava fortalecer uma produção artística palestina independente e ligada à própria realidade do país.
Em 2019, recebeu o Prêmio UNESCO-Sharjah de Cultura Árabe, em reconhecimento à sua trajetória artística e cultural.
Para Mansour, a arte não era apenas representação. Era também uma forma de afirmar uma existência e preservar uma memória.
Como ele próprio afirmou: “...a arte é uma forma de dizer que estamos aqui.”
Sliman Mansour deixa uma obra que permanece como testemunho da história, da identidade e da resistência cultural palestina.

Muito apreciada em países como Líbano, Síria, Palestina e Jordânia, a Osmalieh (ou Ismalieh) combina a delicadeza da mas...
02/09/2026

Muito apreciada em países como Líbano, Síria, Palestina e Jordânia, a Osmalieh (ou Ismalieh) combina a delicadeza da massa kataifi com um recheio cremoso e uma calda aromatizada com água de flor de laranjeira.
O contraste entre a textura crocante e o interior macio faz dessa sobremesa uma presença constante em festas e reuniões familiares no Levante.
Uma receita simples, elegante e cheia de tradição.

Receita
Ingredientes
1 kg de ricota
1 lata de leite condensado
1 pacote de massa kataifi (cabelo de anjo)
100 g de manteiga sem sal
Calda
4 xícaras de açúcar
4 xícaras de água
2 tampinhas de água de flor de laranjeira
Para finalizar
Pistache picado
Modo de preparo
Bata a ricota com o leite condensado até obter um creme liso.
Em uma frigideira, doure a massa kataifi na manteiga até ficar levemente crocante.
Prepare a calda fervendo a água com o açúcar. Desligue o fogo e acrescente a água de flor de laranjeira.
Em uma assadeira, distribua metade da massa, espalhe o creme de ricota e cubra com o restante da massa.
Leve ao forno por cerca de 25 minutos, até dourar.
Retire do forno, regue imediatamente com a calda ainda quente e finalize com pistache picado.

Saḥtein! (صحتين) — expressão árabe usada para desejar que a refeição faça bem à saúde, equivalente ao nosso "bom apetite".

Fonte da receita: Instagram

No próximo encontro do Clube de Leitura do ICAB, vamos conversar sobre a formação do mundo árabe e muçulmano a partir da...
28/08/2026

No próximo encontro do Clube de Leitura do ICAB, vamos conversar sobre a formação do mundo árabe e muçulmano a partir da obra clássica de Albert Hourani.
A discussão abordará a Parte I – A Criação de um Mundo (séculos VII–X) e a Parte II – Sociedades Muçulmanas e Árabes, explorando temas como o surgimento do Islã, a formação do Califado, a expansão da língua árabe e o desenvolvimento de grandes centros intelectuais como Bagdá e Damasco.
Se possível, leia também a introdução da obra, que apresenta uma reflexão muito interessante sobre o significado de ser árabe.
Para participar, entre em contato com o ICAB e solicite sua inclusão em nosso grupo de WhatsApp.

Um tema por mês, vamos aprofundar os estudos nos principais estilos usados na dança do ventre. Vem aprender com a gente!...
24/08/2026

Um tema por mês, vamos aprofundar os estudos nos principais estilos usados na dança do ventre.
Vem aprender com a gente!
Matrículas e informações: (61) 99824-0503

Considerado um dos fundadores da química experimental, Jabir ibn Hayyan simboliza o intenso intercâmbio cultural que mar...
22/08/2026

Considerado um dos fundadores da química experimental, Jabir ibn Hayyan simboliza o intenso intercâmbio cultural que marcou a Era de Ouro Islâmica.

Jabir ibn Hayyan (c. 721–815), conhecido no Ocidente como Geber, nasceu na antiga Pérsia (atual Irã), mas desenvolveu sua obra em Cufa, no atual Iraque.
Sua trajetória revela uma característica marcante da civilização islâmica medieval: povos de diferentes origens — árabes, persas, sírios, egípcios e tantos outros — compartilhavam uma mesma língua de cultura, o árabe, e uma vasta rede de produção e circulação do conhecimento.
Foi nesse ambiente de diálogo que floresceram importantes avanços na química, medicina, astronomia, matemática e filosofia. A história de Jabir nos lembra que a ciência é, muitas vezes, fruto do encontro entre diferentes culturas.

Endereço

SCRN 706/7 Ed. Fearab, Bloco D, Sala 101
Brasília, DF
70740640

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