24/08/2026
Ninguém chega ao topo sendo a mesma pessoa que começou a subida.
O Pico da Bandeira nos lembrou disso do jeito mais duro.
Foram horas caminhando dentro das densas de chuva. No escuro. Só enxergando onde a lanterna iluminava.Sem paisagem.
Teve câimbra.
Teve choro em silêncio.
Teve medo.
Teve aquele pensamento silencioso:
“Eu não sei se vou conseguir.”
"O que estou fazendo aqui?"
Mas teve um passo.
Depois outro.
Uma mão estendida.
O grupo incentivando.
E todos dizendo: “bora, você consegue.”
Porque naquele dia ninguém precisava provar que era forte o tempo inteiro.
Só precisava não enfrentar a montanha sozinha e acompanhada.
E foi assim que chegamos.
Talvez seja por isso que um topo mexa tanto com a gente.
Você sobe achando que vai encontrar uma placa, uma altitude, uma vista.
E encontra uma versão sua que só aparece quando a vida pergunta:
“E agora? Você continua?”
Foi isso que trouxemos do Pico da Bandeira.
Não apenas a lembrança de onde nossos pés chegaram.
Mas a descoberta de até onde somos capazes de ir e de enfrentar.
E talvez exista alguma coisa esperando por você também.
Uma trilha.
Uma corrida.
Uma viagem.
Uma montanha.
Ou simplesmente a vontade de voltar a olhar para o próprio corpo e pensar:
“Eu ainda posso.”
"Eu consigo."
Então hoje eu não quero saber qual é o seu medo.
Quero saber para onde você iria se começasse a acreditar que também consegue.
👇 Complete a frase:
“Meu próximo topo é ______.”
Eu começo: quero ver esse espaço cheio de sonhos e histórias que ainda vai virar histórias ⛰️🌄
💜💚
19/08/2026