19/07/2026
O Wiliete de Benguela tem dinheiro pra pagar o Mabululu?
Tem sim! E não é surpresa nenhuma, sinceramente. O clube tá organizado, é ligado a um grupo empresarial (o FAW) que já não é brincadeira — tem Instituto Médio, Instituto Superior, presta vários serviços e até tem a sua própria financeira (a Wiliete Crédito), que dá crédito com juros. Ou seja, por trás da camisola há uma estrutura a sério.
E não para por aí. Um reforço do calibre do Mabululu vai puxar gente para o Estádio de Ombaka — mais adeptos, mais bilheteira, mais dinheiro a entrar. Fora que o clube já tem patrocínios fortes na camisola, tipo a KixiCrédito, que também ajudam a segurar este tipo de contratação.
Agora, o que eu acho mesmo é isto: o Wiliete devia servir de espelho pra muita equipa do Girabola que vive dependurada no Estado ou à espera de ajuda de terceiros. Não que isso seja um crime, mas eu sempre defendi a mesma coisa — os clubes angolanos precisam de arranjar as suas próprias pernas pra andar, em vez de ficarem à espera que alguém os sustente.
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19/07/2026
É mais um reforço para o Wiliete de Benguela?🤔
JS Kabylie da Argélia 🇩🇿, anúnciou o fim do contrato com o internacional angolano Jaredi Lópes Teixeira, após ter chegado ao clube na época 25/26 como reforço.
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18/07/2026
Epah, eles estão a demorar muito.
Conto ou vocês já sabem família?😂
Vai bem Maya, nosso cassule lindo, valeu pelo contributo nas épocas que estiveste no clube ✅💪🏻
30/06/2026
A imagem também joga. E muitos clubes angolanos ainda não perceberam isso.
No futebol moderno, uma fotografia deixou de ser apenas um registo. Hoje representa a identidade, credibilidade e o profissionalismo de um clube. É através das imagens que adeptos, patrocinadores, empresários e até potenciais reforços criam a primeira impressão de uma instituição.
Infelizmente, esta continua a ser uma área negligenciada por vários clubes angolanos.
Equipas como o Bravos do Maquis , Sagrada Esperança, Desportivo da Huíla, São Salvador do Kongo, em diversas ocasiões, o 1º de Agosto e o Recreativo do Libolo, têm publicado fotografias que ficam muito aquém da dimensão das suas instituições. Imagens com baixa resolução, pouca nitidez, cores sem vida e edições pouco cuidadas acabam por transmitir uma imagem de amadorismo, mesmo quando o trabalho dentro das quatro linhas é de elevado nível.
Um clube que compete ao mais alto nível também deve comunicar ao mais alto nível.
Não é necessário ter o equipamento mais caro do mercado. Muitas vezes, basta investir em formação, num fluxo de edição profissional e numa estratégia de comunicação que valorize cada fotografia antes de ser publicada. A diferença entre uma imagem comum e uma fotografia de impacto está, quase sempre, na atenção aos detalhes.
Esta não é uma crítica para atacar os clubes. É um alerta.
Os clubes investem em jogadores, treinadores, logística e infraestruturas. Mas a comunicação visual também merece investimento. Uma fotografia profissional valoriza o atleta, dá maior visibilidade aos patrocinadores, aumenta o alcance das publicações e fortalece a marca do clube.
Num tempo em que as redes sociais são a principal montra do futebol, comunicar com qualidade já não é um luxo — é uma necessidade estratégica.
Os adeptos merecem imagens que transmitam emoção. Os jogadores merecem ser valorizados. Os patrocinadores merecem ver as suas marcas bem representadas. E os clubes angolanos merecem apresentar ao mundo uma imagem que esteja à altura da sua história e da sua ambição.
Porque a qualidade de um clube não se mede apenas pelos resultados em campo. Também se reflete na forma como escolhe apresentar a sua própria imagem ao mundo.
Imagem 1( postada pelo clube Bravos do Maquis)
Imagem 2( editada por mim)
Texto Hamilton Westbrook ✅
15/02/2026
É Rui Águas o treinador que os Palancas Negras precisam?
A saída de Patrice Beaumelle abriu espaço para uma reflexão profunda sobre o futuro dos Palancas Negras. Mais do que escolher um substituto, é fundamental definir o rumo do projeto desportivo da seleção.
Na minha opinião, um dos nomes que pode ser considerado é o de Rui Águas. O técnico português já orientou a seleção de Cabo Verde, conhece o contexto africano e tem experiência em processos de crescimento competitivo.
No entanto, a opinião de algumas pessoas aponta para outros perfis, como Florent Ibengé ou Franc Artiga, treinadores com características distintas e percursos que também despertam interesse entre adeptos e analistas.
A verdade é que Angola precisa mais do que um nome forte. Precisa de um projeto sólido, identidade de jogo e estabilidade. O próximo selecionador deve ser escolhido com base numa visão estratégica e não apenas na pressão do momento.
O debate está lançado.
Quem deve assumir o comando técnico das Palancas Negras? 🇦🇴⚽
28/01/2026
Mas o Petro de Luanda não está em condições de contratar esse guarda-redes da seleção Nigeriana de Futebol(titular indiscutível)?
Atualmente evolui no campeonato sul-africano, pelos Chipa United.