As últimas 2h da trovoada ⛈️
6h50 / 8h50 26 agosto 2026
MeteoMira
Previsões a curto, médio e longo prazo para Portugal Continental e Arquipélagos e partilha de registos meteorológicos em conjunto com o Grupo MeteoMira
Rui Mira - Licenciado em Eng. Civil e Especialista em análise climática
Gestor da MeteoMira e responsável pela análise da evolução meteorológica e climática na empresa EPAL/AdVT.
26/08/2026
O tempo quente ainda não terminou e o Quarto Minguante (a partir de 3 Setembro) irá dizer isso mesmo.
É a primeira coisa que lhe podemos adiantar do novo mês... mas sabe que agora quanto mais aquece... mais estala ⛈️... será depois a Lua Nova trovejada?
Conhece os provérbios da Lua Nova de Setembro? 😅
26/08/2026
Frente em ação a norte e centro litoral, com as células de maior atividade (com trovoadas) a evoluir de acordo com as setas azuis.
A deslocação será do litoral para interior mas as trovoadas devem perder força e cessar na metade interior do território.
A frente passará e ainda durante a manhã o sol voltará a aparecer onde já tenha chovido, antes do ingresso de mais linhas de instabilidade...
26/08/2026
Bom dia. Já chove bem em Aveiro, céu muito cinzento.
Atenção às fortes chuvadas e às possíveis trovoadas.
As imagens de satélite deste início de manhã não enganam.
Boa quarta feira! Precaução!
26/08/2026
Muita chuva com alguma trovoada associada em aproximação à área metropolitana de Lisboa nesta manhã de 26/agosto!!
Há que ter cuidados redobrados, pois irá chegar ainda durante a hora de ponta ⚠️⛈️
25/08/2026
Zonas de maior potencial para risco de inundação rápida assinaladas a azul escuro e verde na imagem da esquerda para de manhã.
Zonas de risco para a tarde a azul escuro, verde e amarelo.
A linha de instabilidade ao início da manhã pode produzir precipitação intensa mas relativamente rápida nalguns locais (incluindo AML e Oeste), mas mais para norte e centro-norte poderá ser mais persistente.
25/08/2026
𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗮 𝗥𝘂𝗶 𝗠𝗶𝗿𝗮 — 𝟴 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗠𝗲𝘁𝗲𝗼𝗠𝗶𝗿𝗮
A MeteoMira faz 8 anos no próximo dia 27 de agosto e estamos diariamente a deixar algumas notas sobre estes anos: começámos pelos páginas com as quais trabalhamos, com a equipa da MeteoMira e agora deixamos uma grande entrevista com Rui Mira, o mentor deste projeto.
𝟏. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐧𝐚𝐬𝐜𝐞𝐮 𝐚 𝐢𝐝𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚 𝐞 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐥𝐞𝐯𝐨𝐮, 𝐡á 𝟖 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐚 𝐚𝐯𝐚𝐧ç𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨?
A meteorologia sempre foi uma paixão e seguia atentamente modelos, lia muitos artigos e teses, acompanhava fóruns da especialidade e um dia fui desafiado por uma colega de profissão a criar uma página no facebook. A colega referiu "vais ver que terás milhares de seguidores e vai ser muito bom para as pessoas". Na altura achei que era um exagero, claro! Mas no dia 27 de agosto de 2018 decidi criar uma página que fosse de meteorologia e que cruzasse o meu apelido e uma mira atenta para a meteorologia. Assim nasceu a MeteoMira... e foi devido à MeteoMira que hoje, profissionalmente, desempenho funções de análise climática e hidrológica.
𝟐. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞ç𝐨𝐮, 𝐢𝐦𝐚𝐠𝐢𝐧𝐚𝐯𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐨𝐬 𝐨𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐚 𝐝𝐢𝐦𝐞𝐧𝐬ã𝐨 𝐞 𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞𝐦 𝐡𝐨𝐣𝐞?
Não, nunca pensei. Todos os dias continua a ser uma enorme surpresa perceber que se juntam centenas de pessoas, não só aqui mas no Grupo MeteoMira e, termos hoje uma comunidade de quase 200 mil pessoas era algo impensável há 8 anos.
𝟑. 𝐐𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐢𝐟𝐢𝐜𝐮𝐥𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨𝐮 𝐧𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨? 𝐇𝐨𝐮𝐯𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐨𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐧ã𝐨 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚𝐫?
Foi difícil começar a perceber o funcionamento das redes sociais com páginas dedicadas a uma determinada área. Na altura já usava a minha página pessoal há algum tempo mas uma página de uma entidade é diferente. Ao olhar para os primeiros 7/8 meses percebi que era muito duro passar dos 300 seguidores e que a mensagem não chegava ao lado de lá... fez-me quase desistir.
𝟒. 𝐀𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐨𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐞𝐦 𝐬𝐢𝐝𝐨 𝐨𝐬 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐡𝐢𝐬𝐭ó𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚?
A MeteoMira teve vários momentos marcantes! Desde logo porque pouco depois de ser criada seguiu atentamente o furacão Leslie e teve vários acontecimentos que nos marcaram... desde incêndios muito intensos, a fortes secas, tempestades intensas... e, mais recentemente, a tempestade Kristin (que marcou certamente muita gente no nosso país, pelos piores motivos) e as restantes tempestades de inverno.
𝟓. 𝐀 𝐦𝐞𝐭𝐞𝐨𝐫𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 é 𝐮𝐦𝐚 á𝐫𝐞𝐚 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐮 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐞𝐳𝐚. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐬𝐞 𝐥𝐢𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐦𝐢𝐭𝐢𝐫 𝐩𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬õ𝐞𝐬 𝐞 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚çã𝐨 𝐦𝐞𝐭𝐞𝐨𝐫𝐨𝐥ó𝐠𝐢𝐜𝐚 𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐯𝐞𝐳 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫?
Essencialmente, o mais difícil é dar a entender que tudo o que mostramos são probabilidades. Em meteorologia, um modelo pode mostrar x litros por m2 de chuva numa determinada hora mas nada acontecer. Em meteorologia, pode chover numa parte de uma cidade ou vila e noutro lado estar sol... e este é um desafio difícil de vencer, porque as pessoas querem obviamente respostas concretas... querem perceber se no dia seguinte levam guarda-chuva ou não! E na verdade, podem levar, pode haver previsão de chuva e nada acontecer... e assim acontece muitas vezes com aguaceiros, por exemplo, ou com trovoadas... nem tudo se resume a um ícone de chuva, nuvens ou sol... e isso é algo que queremos mudar... queremos dar a entender que o tempo não é estático e não é com ícones simples que podemos deixar uma previsão concreta.
Outra situação é mostrar às pessoas que o nosso país é pequeno mas o tempo tem uma variabilidade tão grande que faz com que tenhamos de apresentar previsões muito detalhadas em função da área geográfica. Por exemplo, não poucas vezes, no verão, vemos títulos em vários meios de comunicação "Prepare-se, vem aí calor abrasador" e quando o evento começa existem nevoeiros densos e até morrinha no litoral norte e centro! Isto é sempre uma luta que temos, transmitir o tempo sem títulos, mas com descrições ao pormenor, para Portugal Continental e Arquipélagos.
𝟔. 𝐇𝐨𝐮𝐯𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦 𝐞𝐩𝐢𝐬ó𝐝𝐢𝐨 𝐦𝐞𝐭𝐞𝐨𝐫𝐨𝐥ó𝐠𝐢𝐜𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐫𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐝𝐨 𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐯ê 𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚 𝐨𝐮 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫ç𝐚𝐝𝐨 𝐚 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨?
Sem dúvida que a Tempestade Kristin nos marcará para sempre! Hoje não podemos fazer uma previsão de vento sem comparar, porque percebemos perfeitamente que as pessoas sofreram e ainda sofrem muito com tudo o que aconteceu. Infelizmente irão sofrer durante toda a vida, possivelmente. Recordo-me de há uns dias falar com uma senhora já de idade avançada que nunca esqueceu o grande ciclone de 15 de fevereiro de 1941! Era jovem na altura mas existem imagens na sua memória que, passados 85 anos, nunca desapareceram... e assim será com quem viveu de perto do ciclone Kristin.
𝟕. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐮𝐝𝐨𝐮 𝐧𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐨𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬 — 𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐚 𝐧í𝐯𝐞𝐥 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥ó𝐠𝐢𝐜𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐧𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐞 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚𝐨 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨?
A MeteoMira mudou em muita coisa a nível tecnológico! Desde logo, em primeiro lugar, com o registo da marca, depois com o desenvolvimento do site e a automatização do mesmo. O nosso site hoje é também uma web app (dá para instalar como atalho) e permite que os nossos seguidores tenham num único sítio as previsões automáticas para Portugal, Mundo, Praias de Portugal e do Mundo, Previsões Semanais, Mensais e ainda tendências Sazonais, além de imagens de radar, satélite, trovoadas, mapas de previsão e acompanhamento de furacões em direto!
O nosso site permitiu dar-mos um passo decisivo rumo ao futuro e à exigência dos nossos seguidores.
Gostávamos muito de retirar a publicidade da Google do site e para tal estamos a tentar encontrar um patrocinador principal, que possa cobrir as receitas atuais e ter obviamente o retorno de visibilidade que uma página de dezenas de milhões de visualizações por mês permite. Sem esse patrocinador não o podemos fazer... da publicidade depende a receita que precisamos para fazer face aos gastos.
𝟖. 𝐎𝐥𝐡𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐫á𝐬, 𝐡á 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬ã𝐨 𝐨𝐮 𝐚𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐞 𝐭𝐞𝐫 𝐬𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞 𝐬𝐮𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚?
A aposta mais determinante terá sido mesmo a criação do Grupo MeteoMira e a formação de uma equipa multidisciplinar que me acompanha em praticamente todo o país e que trabalha de forma voluntária, em prol da meteorologia e em prol das populações.
Tenho uma enorme gratidão pelo que eles são e pelo que eles fazem pela MeteoMira!
𝟗. 𝐐𝐮𝐞 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐭𝐞𝐦 𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐢𝐚𝐫𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐚𝐩𝐞𝐥 𝐭𝐞𝐦 𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐧𝐚 𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮çã𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨?
A nossa comunidade, mas também os nossos colegas de outras páginas que nos acompanham diariamente são a nossa alma e o nosso apoio! Na meteorologia amadora, sem seguidores e sem partilha, não há divulgação! Logo, não há sucesso... e é aqui que os nossos seguidores são muito importantes e têm desempenhado um papel fulcral, até na partilha de registos e no acompanhamento ao momento que fazem nas suas localidades.
𝟏𝟎. 𝐀𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚𝐨𝐬 𝐨𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬ã𝐨 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐱𝐩𝐞𝐜𝐭𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚𝐬 𝐞 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐌𝐞𝐭𝐞𝐨𝐌𝐢𝐫𝐚? 𝐎𝐧𝐝𝐞 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐯𝐞𝐫 𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐨𝐮 𝐝𝐞𝐳 𝐚𝐧𝐨𝐬?
Neste momento chegou a nossa mascote, a Mirinha (nome escolhido pelos nossos seguidores) e ela trará outra vertente nos próximos tempos. Pretendemos aproximar a nossa marca dos mais novos, dar desde cedo o gostinho pelo tempo e, nesse sentido, estamos a pensar numa coisa diferente, que daqui a pouco tempo saberão.
Daqui a 5/10 anos é ainda muito tempo, mas esperamos continuar desde lado, a apoiar os portugueses. Podemos não ter muito reconhecimento público dos principais meios de comunicação social (local e nacional) mas temos a certeza que fazemos o melhor que podemos, errando por vezes, mas sempre tentando manter um nível elevado! Os nossos seguidores merecem isso e muito mais!
25/08/2026
E agora, como estamos a olhar para setembro, deixo uma música que todos devem ouvir atentamente... ela fala de parte deste mês e até do seu final, altura em que José Alberto Reis recorda o eterno mês azul 🙂
Mais detalhes na mensal, dia 30 de agosto!
"Sabendo a nostalgia, a brisa vem salgada, a praia está vazia desolada..." - momento em que a música recorda setembro
"Setembro sabe a mar e a saudade, nas memórias que teço, não esqueço, esse encantado verão... que me deixou ancorado... só na solidão!" - primeira metade do mês poderá remontar a "e lembro o mês azul, passado junto ao mar, só por ti, para te recordar"
Já está muito aqui do que para já se vê para já! 😁
José Alberto Reis - Setembro (Vídeo Oficial) (1997) José Alberto Reis - Setembro (Vídeo Oficial) (1997)Itunes: https:/...
25/08/2026
A partir de final da madrugada de 4ª feira - 26 agosto - espera-se a entrada de uma frente oclusa com células convectivas (trovoadas), mais prováveis na metade litoral norte e centro.
A precipitação pode ser localmente forte à passagem da linha de precipitação (imagem da esquerda - simulação do eco de radar), com risco de inundação rápida em meio urbano, enfraquecendo para interior, pelo menos na parte das trovoadas.
Após a passagem da frente, o sol irá brilhar, mas entramos em regime de aguaceiros, com entrada de linha de instabilidade no período da tarde. Aqui, os aguaceiros podem ainda ser acompanhados de trovoadas, de forma mais relevante no Minho e Douro Litoral.
A precipitação será muito distinta de local para local... mesmo zonas perto geograficamente podem apresentar fortes disparidades, em virtude do carácter convectivo da chuva.
Neste sentido, é natural que muitos locais possam ultrapassar os valores previstos e outros possam ficar abaixo.
Imagens partilhadas pela IberMeteo do modelo WRF.
25/08/2026
Daqui a 2 dias estaremos a celebrar os 8 anos da MeteoMira!
8 anos de muito trabalho, sacrifício, muitas horas e noites sem dormir, a pensar sempre em como melhorar, em como chegar cada vez mais longe e cada vez com maior qualidade.
E depois, esta extraordinária equipa (e tantas outras pessoas que por cá passaram), que torna o sonho realidade e o difícil em muito mais fácil!
Todos juntos são a equipa da MeteoMira que diariamente toma conta da página MeteoMira e Grupo MeteoMira, todos juntos levam até si o mais importante da informação meteorológica e da moderação no Grupo.
Fazem-no por amor à meteorologia e eu, como criador desta marca, deixo aqui o meu profundo agradecimento por tanto que dão diariamente à ciência e à MeteoMira.
Obrigado colegas de equipa,
Rui Mira
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