29/07/2026
Em agosto continuamos a praticar.
🗓️ Horários:
Segundas e Quartas:
18h10 · 19h20
Terças e Quintas:
08h00 · 10:00
Professor:
Ricardo Ferreira
As vagas são limitadas, por isso recomendamos que reserves com antecedência.
Contamos contigo!
📍CPYOGA LISBOA
14/07/2026
Quando chegam as férias, tudo em ti pede uma pausa: sair da rotina, descobrir novos horizontes, sentir o tempo a abrandar. Ir à praia, ao campo, viajar ou simplesmente não fazer nada é essencial — não só para recuperar energias, mas também para dar descanso à mente. E sabe mesmo bem fazê-lo.
Mas, depois de uns dias de descompressão, algo dentro de ti chama: o tapete. O corpo começa a pedir movimento. A respiração, presença. A mente, silêncio. E voltas à prática. Aos sons do Ujjayi, à escuta do corpo, à ligação com aquilo que te é essencial. Basta um momento no tapete para te lembrares: a prática está sempre lá para ti — e vale sempre a pena manteres a tua determinação.
Se estás a viajar, não compliques. Leva o essencial: o teu tapete de viagem, um cinto, roupa confortável. Se tiveres uma condição específica, leva o que precisares — o resto (mantas, almofadas, cadeiras), encontras facilmente. Facilita a tua vida: menos logística, mais liberdade.
E quanto ao melhor horário para praticar?
De manhã cedo costuma ser a melhor opção: a casa está tranquila, a família ainda dorme, e tu começas o dia com clareza e boa energia. Ainda sobra tempo para preparares o pequeno-almoço com leveza e bom humor.
A meio do dia é mais desafiante. É quando toda a gente está focada nas refeições, e a tranquilidade é rara. Ou tens um espaço só teu, ou precisas de alguma criatividade e diplomacia para encontrares esse tempo — o que nem sempre é fácil.
Ao fim da tarde, enquanto todos se preparam para o jantar ou para sair, pode ser o momento ideal: escapas-te discretamente e tens aquele tempo só para ti, antes que deem pela tua falta.
À noite, se a casa já está em silêncio, a prática pode tornar-se uma ponte suave para um sono profundo. Escolhe um jantar leve e deixa que o yoga te acompanhe até aos lençóis.
No entanto, no CPYOGA, as práticas continuam! Durante o mês de julho, mantemos os horários habituais, e em agosto teremos novos horários disponíveis para que possas continuar a praticar — com flexibilidade, presença e consistência.
01/07/2026
Em agosto o CPYOGA LISBOA mantém-se em funcionamento com aulas regulares.
🗓️ Horários:
Segundas e Quartas:
10h30 · 13h00 · 18h10 · 19h20
Terças e Quintas:
08h00 · 10:00 · 13h00
Professor:
Ricardo Ferreira
As vagas são limitadas, por isso recomendamos que reserves com antecedência.
Contamos contigo!
📍CPYOGA LISBOA
24/06/2026
Desidrata as tuas frutas e vegetais em casa.
Com o calor do verão, a fruta e os vegetais frescos fazem parte de qualquer refeição.
Mas por vezes, a desidratação é a melhor opção.
E apesar deste tipo de alimentos ter um preço elevado, se os fizeres em casa não só poupas bastante, como podes variar muito mais.
Mas têm outras vantagens:
Se vais de viagem, por exemplo, ou se não consegues mantê-los à temperatura conveniente, começam a fermentar e podem estragar-se rapidamente.
Se queres um snack rápido e prático, após a tua prática de yoga, por exemplo, uns pêssegos ou figos secos são uma óptima ideia para repores rapidamente a energia!
Em algumas confecções culinárias, a fruta ou vegetais secos são mais adequados.
Se te oferecem quilos de fruta ou vegetais, não deixes que se estraguem. Para além das habituais compotas, podes também experimentar desidratá-los e guardá-los num sítio seco para usares mais tarde, pois duram bastante.
Por vezes, desejamos simplesmente experimentar outras formas de consumir os alimentos, e então a desidratação pode ser também uma opção muito versátil.
O que necessitas de adquirir?
Apenas uma máquina de desidratação!
Já encontras estas máquinas à venda em vários locais, com diferentes opções, formatos e preços.
É só escolheres a mais adequada para ti, de acordo com o que pretendes.
09/06/2026
Os ajustamentos que aprendemos numa postura de pé básica, como o Tadásana, são a chave para todas as outras posturas deste grupo.
Estas posturas são conhecidas como Utthita Sthiti e marcam o nosso primeiro contacto consciente com o corpo exterior, na perspetiva do Yoga. Despertam a inteligência da sola dos pés, calcanhares, arcos, joelhos, ancas, ombros e coluna vertebral, guiando-nos numa viagem do exterior para o interior.
É por isso que praticamos descalços. Porque os pés, tantas vezes esquecidos e comprimidos durante mais de 12 horas por dia dentro de sapatos rígidos, precisam de espaço, atenção e liberdade.
Ao praticar descalço, vais reconquistar a força, mobilidade e sensibilidade natural dos teus pés. Com o tempo, serás capaz de ativar conscientemente cada dedo, sentir as diferentes zonas de apoio, e ajustar o teu corpo com mais equilíbrio e estabilidade.
A arquitetura dos pés foi evoluindo até nos permitir estar de pé, e agora, com o yoga, podemos refinar essa habilidade, tornando-nos mais conscientes do nosso corpo e da forma como nos movemos no mundo.
Vamos continuar esta viagem pelo corpo através dos ásanas, com foco em diferentes grupos de posturas.
Até lá, experimenta explorar o Tadásana com novos olhos, os teus pés vão agradecer.
🌀 Continua connosco nesta prática consciente — de dentro para fora.
02/06/2026
O Yoga não é uma terapia, nem nunca pretendeu com as suas técnicas criar um receituário para resolver qualquer patologia.
O objectivo do Yoga é colocar à disposição do ser humano técnicas práticas para o conduzir na sua viagem e descoberta espiritual.
Chamamos a atenção particular para a memória (Smritayah) que se divide em dois tipos: consciente e inconsciente.
A memória consciente implica a recordação de experiências passadas.
A memória inconsciente é o sonho, estado onde a consciência se ausenta. Esta memória também tem duas partes: uma imaginaria e outra real.
Pode parecer estranho, mas na realidade nós não somos mais que simples memórias conscientes e inconscientes. Sem memória, deixamos de existir como ser, somos um aglomerado de funções fisiológicas.
Portanto, podemos presumir que qualquer estado de ansiedade patológico ou não, tem a sua raiz na forma como vivemos as nossas memórias conscientes e inconscientes.
E, seguramente, o viver destas memórias deixa um registo no nosso corpo, na fisicalidade e organicidade consciente e inconsciente.
O Yoga não separa corpo, mente e espírito. Eles fazem parte de um mesmo pacote.
A integração da fisicalidade e organicidade na consciência, e a sua desidentificação com a produção de actividade mental fazem parte da proposta do Yoga.