Amo ler e confesso que o mundo digital esse hábito foi deixado de lado por um tempo.
Há alguns anos entrei para um clube do livro e retomei esse hábito, aprendi a ler no Kindle (ainda que eu prefira o papel), aumentei meu repertório como pessoa e como terapeuta.
Livros impactam, agregam, me fazem refletir sobre minha vida, sobre minhas emoções; me ajudam a me entender e entender o ser humano assim como alguns simplesmente distraem minha mente e eu só entro no flow.
Por hora esse tá sendo intrigante, estou no começo mas a leitura está sendo leve e interessante.
E você ? Tá lendo o que atualmente ?
Eu Sou Gabriela Cruz
Práticas de Yoga Autoral conduzidas pela Prof. Gabriela Cruz (Sasti), sessões de constelação familiar sistêmica e Reiki
A vida adulta começa quando percebemos que crescer em idade não significa, necessariamente, ocupar o lugar de adulto.
Podemos ter 30, 40, 50 anos e ainda reagir a um “não” buscando aprovação, reconhecimento, tentando provar nosso valor ou esperando que alguém resolva aquilo que já é nossa responsabilidade.
E é aí que olhar para a nossa história pode fazer diferença.
Não para encontrar culpados.
Mas para perceber de onde ainda estamos respondendo à vida.
Adultecer também é conseguir olhar para aquilo que recebemos, para aquilo que faltou, para aquilo que gostaríamos que tivesse sido diferente e, ainda assim, dizer:
“Essa é a realidade. E agora, o que eu faço com ela é responsabilidade minha.”
Talvez liberdade tenha muito mais a ver com isso do que imaginamos.
Com deixar de exigir que o passado seja diferente para começar a construir um presente diferente.
É esse movimento que também fazemos na terapia: não mudar o que aconteceu, mas mudar o lugar de onde você se relaciona com a própria história.
Talvez a pergunta não seja quando foi a última vez que alguém olhou para você.
Talvez seja: Quando foi a última vez que alguém realmente viu você?
Recentemente, uma cliente me respondeu uma mensagem dizendo que não lembrava a última vez que alguém havia perguntado como ela estava.
Essa frase ficou comigo.
Vivemos cercados de pessoas e, ainda assim, muitas vezes não nos sentimos verdadeiramente vistos.
E quando isso acontece por muito tempo, não é apenas sobre solidão.
É sobre pertencimento.
Todo ser humano carrega uma necessidade profunda de fazer parte, de ocupar o seu lugar e de sentir que sua existência é reconhecida.
Talvez seja por isso que um olhar atento, uma escuta verdadeira ou uma pergunta feita com presença tenham tanto impacto.
Se este vídeo fez você respirar por alguns segundos e sentir que alguém esteve realmente presente com você, então ele já cumpriu seu propósito.
Eu vejo você.
Conta para mim nos comentários: quando foi a última vez que você se sentiu verdadeiramente visto?
Julho foi intenso, foram 10 anos em 31 dias 😮💨 quem mais sentiu isso?
Mas foi bom recapitular. Rever o quão desafiador foi, mas também quanta coisa boa aconteceu no meio do caos.
E é exatamente isso que é a vida, exatamente isso que é o Yoga: a união dos polos opostos.
Julho foi um tal de colocar as coisas e as pessoas em seus devidos lugares — eu inclusa. Eu via as peças se reorganizando diante dos meus olhos, cada movimento acontecendo, e ao mesmo tempo assistia o fluxo da Vida ficando mais intenso.
Que venha Agosto!
Tem quem esteja cansado de tentar chegar.
Tem quem esteja cansado mesmo depois de chegar.
No fim é o mesmo cansaço: sustentar uma versão de si que já não cabe mais.
Se eu me deixasse levar pela comparação, esse post não existiria.
Não tem a iluminação do fulano. Não tem o roteiro do ciclano. Não segue as regras do marketing digital. Tem um monte de “não tem”.
Mas tem uma coisa que nenhum tutorial ensina: minha alma falando.
A comparação vai sempre aparecer. A questão é o que você faz com ela? Deixa ela te calar ou usa ela pra colocar o seu talento a serviço da vida?
Eu escolhi postar.
Até quando você vai se comparar e silenciar a sua alma?
Acabou.
E, muitas vezes, a gente sabe.
Sente.
Percebe.
Mas ainda assim… insiste.
Não porque ainda tem algo ali.
Mas porque soltar exige coragem.
A vida é cíclica.
E quando um ciclo se encerra,
o movimento natural é seguir.
Mas, quando a gente se prende ao que já foi,
algo dentro também se desorganiza.
Ficamos entre dois lugares:
nem mais no antigo,
nem disponíveis pro novo.
E, às vezes, nem é sobre o novo.
É sobre sustentar o vazio que vem depois do fim.
Bert já dizia :
“Algumas pessoas continuam acenando para o velho trem quando o novo já estacionou na plataforma.”
👉 O que na sua vida já acabou… mas você ainda não soltou?
*trecho de um stories de alguns dias atrás
09/03/2026
Existe uma diferença grande entre pressa e presença.
A pressa nasce da ansiedade de chegar.
A presença nasce da coragem de estar.
Muitos processos da vida não respondem à pressa.
Cura não tem pressa.
Relações não têm pressa.
Amadurecimento não tem pressa.
O que transforma de verdade pede presença.
Salve para sempre se lembrar disso.
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