25/08/2026
Nosso grupo foi lindo, com trabalhos profundos e renovadores!
Grata a todos que participaram e contribuíram para esse momento especial.
Dia 20/09 tem mais!
Constelações Familiares e Sistêmicas, Terapia Artística Antroposófica, Belo Horizonte
OYAMÃ é uma palavra da língua yatê pertencente ao tronco linguístico macro-jê, falada pelos Fulni-ô, grupo indígena que vive em Águas Belas, Pernambuco, Brasil. Os Fulni-ô ainda conservam quase intacta sua organização tribal e a mais pura possível sua língua - yatê - que significa “nossa fala”. Oyamã por sua vez significa “ir ao encontro”, e inspira nosso trabalho, que é o trabalho da vida: “Ir ao
25/08/2026
Nosso grupo foi lindo, com trabalhos profundos e renovadores!
Grata a todos que participaram e contribuíram para esse momento especial.
Dia 20/09 tem mais!
13/08/2026
“Muitas pessoas continuam acenando para o velho trem, quando o novo já parou na estação.” — Bert Hellinger
Talvez um dos maiores sofrimentos do ser humano seja este: continuar olhando para o que já passou, tentando mudar, controlar, desfazer ou perpetuar aquilo que a vida já levou para outra estação. Outras vezes, nos aprisionamos nas dores passadas, evitando lembrar que elas existiram; fazemos de conta que estamos bem, mas seguimos, inconscientemente, fazendo escolhas em função delas.
Costumo comparar essa forma de viver a colocar o carro na estrada e ficar olhando para o retrovisor. Certamente, o desenrolar dessa viagem será bastante incerto...
É óbvio que o retrovisor é necessário. Tudo o que ficou para trás teve uma razão de ser e serve para orientar o porvir, mas jamais pode se tornar o propósito da jornada.
Nos diferentes processos psicoterapêuticos e, nas Constelações, por excelência, consultamos o retrovisor, limpamos sua lente, regulamos o ângulo de visão e, principalmente, recordamos que um ponto de vista é apenas a vista de um ponto. São 360 possibilidades para cada situação. E as pessoas envolvidas trazem, cada uma delas, sua própria bagagem de experiências, dons e dores.
Então, quando fazemos do passado o mestre de nosso destino, olhando fixamente para um determinado ponto, não percebemos o novo que se apresenta a cada curva do caminho. Não conseguimos atravessar as encruzilhadas, nos perdemos em desvios e acabamos perdidos de nós mesmos.
Quando permanecemos referenciados nas experiências do passado, boas ou ruins, ou quando fugimos delas estamos, como que, com o freio de mão puxado. O desgaste é grande e o rendimento é pequeno. Andamos em círculos.
Sorte nossa que sempre há um poeta para nos salvar. Poetas são como aquelas placas de advertência às margens da estrada. Guimarães Rosa nos lembra que “as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas vão sempre mudando.”
Ainda bem, porque o novo sempre vem. De trem, de carro ou numa esquina da vida.
Que ele nos encontre conscientes e disponíveis para destinos repletos de novas e melhores experiências.
Vem com a gente nessa viagem rumo à sua melhor versão!
🖊 Júnia Alves
20/07/2026
📖 Leon Tolstói inicia seu magnífico *Anna Kariênina* com uma frase que se tornou uma das mais famosas da literatura mundial: "Todas as famílias felizes se parecem entre si, as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira". Sabedoria de um gênio que sente, percebe e traduz, com sua arte, os fatos da vida.
🙂 Do ponto de vista sistêmico, "família feliz" não significa família sem conflitos. Significa uma família em que os conflitos podem ser reconhecidos, elaborados e transformados.
⚖️ Para que isso aconteça, é necessário que se estabeleça espaço para a circulação da energia psíquica, abertura para as mensagens do inconsciente, respeito e flexibilidade nas relações.
Esses cuidados tornam semelhantes, e felizes, algumas famílias.
😕 Por outro lado, cada família possui um campo de experiências distintas (que inclui traumas, segredos, padrões de negação, exclusões, lealdades, idealizações e compensações), cujo não reconhecimento e falta de ressignificação dão lugar a formas singulares de "infelicidade".
🎯 Em outras palavras, a saúde psíquica (felicidade) está relacionada à observância de certos princípios universais, que Bert Hellinger sintetizou nas "Ordens do Amor":
- Pertencimento
- Hierarquia (o lugar de cada um)
- O equilíbrio entre o dar e o receber
Nas famílias em que esses princípios são observados, independentemente da cultura ou condição socioeconômica, a harmonia se estabelece. São felizes!
🪢 Naquelas em que prevalecem os emaranhamentos (exclusão de membros, mortes não elaboradas, abortos esquecidos, injustiças, inversão de papéis entre pais e filhos, identificações e lealdades inconscientes), reina a desarmonia e a infelicidade.
🤕 Tolstói retrata em sua obra vários tipos de ruptura sistêmica, mas também a forma como cada família lidou com elas, tornando-se mais ou menos feliz.
🛎 Por isso, sua frase segue tão atual quanto eterna, e nos deixa a pista: felicidade não é sorte, é dedicação e construção.
🔎 Vem com a gente encontrar onde a felicidade ficou esquecida!
🖊 Júnia Alves
18/06/2026
17/06/2026
Por todos que vieram antes, abrindo caminhos.
Pelos casos e acasos que permitiram que a vida fosse em frente.
Pela alegria de compartilhar desta aventura que é a vida! 😍🤩
17/06/2026
Pessoas queridas!
🤔 Com as mudanças de regras de distribuição de mensagens promovidas pelo WhatsApp, temos tido dificuldades para enviar nossos avisos/ convites.
💡Assim, decidimos abrir um "canal", que é um tipo de linha de transmissão que não expõe os contatos de ninguém e na qual só o administrador envia mensagens, podendo os usuários reagirem apenas com emoji.
📨 Para você que ingressar no canal, não muda nada. Você receberá uma mensagem de divulgação de nossos encontros de constelação, rodas de conversa ou vivências, de forma pontual, como qualquer mensagem convencional.
Desde já, agradecemos por sua colaboração e adesão, e, se puder, convide seus amigos que já conhecem ou possam ter interesse em nosso trabalho! 😉
Siga o canal "Júnia Alves - Espaço Oymã" no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029Vb8NMd7LtOj6AlmTEr2y
14/06/2026
Quanta “gente grande” encontramos, correndo pela vida, que se equilibra sobre pés infantis?
Digo "gente grande" porque adultecer não é consequência da idade ou dos centímetros conquistados. Implica em autoconhecimento, responsabilidade e autonomia.
Muitas pessoas continuam reagindo ao passado como se ele fosse o próprio presente: acontece que quando não reconhecemos nossa história, ela segue fazendo escolhas por nós.
Quando não compreendemos nossos ancestrais, eles continuam decidindo por nós.
Quando tentamos silenciar, nas profundezas do inconsciente, as memórias do nosso sistema, essas memórias gritam através do corpo, das relações, das dificuldades profissionais ou da falta de prosperidade.
Então, não adianta estar num trem bala, se você não sabe pra onde ou porque está indo. Pode ser que ele te leve para cada vez mais longe da paz, da harmonia, da alegria e da realização.
Com o vagar e constância de uma Maria Fumaça, também se vai longe, se pode apreciar a paisagem, e aprender com ela. Autoconhecimento, responsabilidade e autonomia são conquistas dessa ordem: devagar e sempre. Escolhendo caminhos, apreciando e aprendendo com as voltas que a vida dá.
Assim, pare, respire fundo, segure nas mãos daqueles pezinhos rechonchudos, e explique para essa sua parte cansada e machucada pelos passos incertos:
- A saída é para dentro, e começa com um pequeno passo...
Vem com a gente nessa jornada ao
encontro de si mesmo!
🖋️Júnia Alves
Espaço Oyama 👜
19/05/2026
✨️Uma manhã de domingo com lindos e profundos trabalhos!
Gratidão por todos os "presentes🎁", juntos abrimos novos caminhos! ✨️
27/04/2026
Lindo encontro esse nosso, trazendo luz e dando voz ao silêncio de tantas mulheres...
Gratidão a todas que participaram!
Novo encontro em breve!
"A ALMA FEMININA"
delas
24/04/2026
⛰️Na natureza, montanhas de sedimentos formam lindas cordilheiras.
🏔️Em nós, montanhas de sentimentos formam padrões de pensamento e comportamento.
🎯Sentimentos já vividos, reconhecidos e elaborados se tornam solo fértil onde crescem dons, talentos e habilidades; saúde, alegria e prosperidade.
🔒Sentimentos negligenciados, silenciados ou negados ficam comprimidos dentro de nós, e tornam-se pedras no caminho da felicidade, que machucam a cada passo.
🪢Somos o resultado do longo fio da vida.
Camadas e mais camadas de experiências e sentimentos que nos forjam e atravessam.
⏳️ Por isso é fundamental reconhecer e incluir tudo aquilo que ficou soterrado pela poeira dos tempos, afinal, ainda que essas potências sejam nossa base, elas não nos isentam da responsabilidade pelas escolhas que fazemos no aqui e agora.
C.G. Jung nos dizia: "àquilo que jaz em nosso inconsciente nós chamamos destino".
⚠️ Só quem reconhece o solo onde pisa, pode escolher os melhores caminhos!
Venha conosco nessa jornada de reconhecimento e ressignificação!
Esperamos você! ♥️
🖋️ Júnia Alves