08/04/2022
VOCÊ SABIA QUE O remo JÁ APAGOU ÀS LUZES E ESCONDEU AS REDES NO MEIO DE UM rexPA?
Foi na final do campeonato paraense 1972, o Paysandu enfrentava o remo, em uma partida emblemática, onde o nosso rival chutou 7 bolas na trave, em apenas um único lance, Alfredinho marcou para o Papão e calou o baenão, além de ajudar o Paysandu a sagrar-se campeão paraense naquele ano.
Um outro fato importante é que durante a partida, estranhamente às luzes do baenão se apagaram, mas depois, Manoel Ribeiro, ex-presidente do rival, assumiu que mandou apagar às luzes.
Depois que a luz retornou, as traves estavam sem redes e o roupeiro do Paysandu teve que ir na Curuzu buscar a redes para o jogo continuar.
Os torcedores do Papão arrancaram a trave e carregaram a mesma até a sede que f**a na Av. Nazaré.
Aliás, Antônio Couceiro guarda um pedaço dessa trave como o seu maior troféu enquanto esteve no Paysandu.
02/04/2022
ALEGRIA 🇧🇷
Em 2018, ano de Copa do Mundo, o Paysandu resolveu homenagear os campeões mundiais. Dentre eles, logicamente, o maior de todos. Para isto, lançou a camisa "Alegria", alusiva à seleção brasileira.
Ela foi usada como terceiro uniforme da equipe Bicolor naquele ano.
28/11/2021
Já podemos ligar para o Zoológico?
O Remo está rebaixado para a Série C!
Clube do Remo ficou no empate em 0 x 0 com o Confiança e está rebaixado para o Campeonato Brasileiro Série C
Foto: Fernando Torres
30/10/2021
O Memorial Bicolor vai escrever um livro com as lembranças dos torcedores do Paysandu. Será um compilados de histórias desde as mais loucas, até as aquelas regadas de amor em família que fazem os olhos se encherem de lágrimas.
Se você tem uma história incrível e quer fazer parte deste primeiro trabalho de muitos que virão. Então, mande sua história no inbox!
#1914
27/10/2021
Em quase todo o mundo há pessoas supersticiosas, muitas delas tem um número da sorte e quase sempre esse número é o 13. Mas para um Bicolor, o número 7 é unânime, quando se trata de superstição.
Eu poderia escrever por horas, mas vou me atentar a alguns fatos para apenas te fazer refletir sobre este número e se há algo de místico.
Pois bem, vamos voltar um pouco ao passado, mais precisamente ao ano 1945, onde o Paysandu enfrentava o remo pelo campeonato paraense daquele ano. O time Bicolor emplacou 7 gols em cima do seu eterno rival, em pleno Baenão. Ora, estava aí o primeiro contato do Papão com o místico 7.
E na final do campeonato paraense 1972, o Paysandu enfrentava o remo, em uma partida emblemática, onde o nosso rival chutou 7 bolas na trave, em apenas um único lance, Alfredinho marcou para o Papão e ali quebrava o tabu, além de ajudar o Paysandu a sagrar-se campeão paraense naquele ano.
Um outro fato, mas não envolve o número. Durante a partida, estranhamente as luzes do Baenão se apagaram, depois que a luz retornou, as traves estavam sem redes e o roupeiro do Paysandu teve que ir na Curuzu buscar a redes para o jogo continuar.
E por último, esse me traz boas lembranças, no sétimo jogo do Paysandu pela Libertadores de 2003, o Papa Títulos do Norte, enfrentou o Boca em La Bombonera. Um jogo totalmente inesquecível. Onde perdemos dois de nossos melhores jogadores, já que Robson e Vanderson foram expulsos. Mas em uma troca de passes minuciosa, Iarley, dono da camisa 7, driblou dois marcadores e chutou no canto de Pato Abbondanzieri, marcando o gol da vitória histórica do Paysandu.
Isso é pra lembrar que por mais que nosso clube esteja em um momento difícil, nossa história é gigante!
Texto: Lima
10/10/2021
É Círio outra vez!
Que Nazinha possa abençoar todos os paraenses e nos ajude com o acesso 💙⚽
Um bom almoço à todos e um domingo abençoado! 💙🌠
Feliz CÍRIO!!! 🌄💙⚽
07/10/2021
Um breve passeio pela história Azul e Branco
O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914. Liderados por Hugo Manoel de Abreu Leão, os integrantes do Norte Club entraram em litígio com a Diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball e decidiram formar um novo clube no Estado. A reunião de fundação contou com a presença de 42 desportistas, a maioria do Norte Club. Hugo Leão, líder do movimento, propôs o nome Paysandu, em homenagem ao feito da Marinha de Guerra Brasileira ao transpor o Passo do Paysandu na guerra contra o Paraguai.
O Paysandu nasce agindo contra um sistema que favorecia já naquela época o time vinha ser o nosso maior rival (não estou falando da Tuna).
Duas de Hugo Leão:
A primeira:
A primeira: Vou fundar um clube para vencer o Grupo do Remo...
Respondeu Hugo Manoel de Abreu Leão, em dezembro de 1913, quando convidado a ir para o Remo.
A segunda: 14 de julho de 1914, jogo Paysandu x Ipiranga, campeonato, de costas para o goleiro e de calcanhar, bateu um pênalti e fez o 6º gol do Paysandu. Deu a maior "bronca", Hugo foi tachado de "mesquinho" e outros "carinhosos elogios", inclusive pela imprensa, mas deu a todos a devida resposta. Resultado desse jogo 14 x 3 para o Paysandu.
Depois de muitos debates, foi eleita a primeira diretoria, assim constituída:
• Presidente: Deodoro de Mendonça
• Vice-Presidente: Dr. Eurico Amanajás
• 1º Secretário: Arnaldo Moraes
• 2º Secretário: Humberto Simões
• Tesoureiro: Gastão Valente
• Comissão de Sindicância: Pedro Paulo Pena e Costa, Manuel Marcus e Edgar Proença
• Delegado perante a Liga: Hugo de Abreu Leão
Uniforme:
Hugo Leão, em seguida, lembrou que fosse logo tratado o assunto “uniforme do clube” e imediatamente propôs: camisa azul e branco em listras verticais, o escudo do clube com as iniciais “PEC” a altura do peito, calção branco. Bayma de Moraes foi de opinião contrária, opinando pelo uniforme totalmente branco. O assunto ficou em suspenso porque a reunião, devido a hora, foi encerrada e marcada a terceira para o dia seguinte, no mesmo local, as 20:30.
Essa terceira reunião só se realizou a 19 de fevereiro de 1914 e na residência do presidente, Dr. Deodoro de Mendonça, na Vila Amazônia – Estrada de São Braz 30-E (a Estrada de São Braz, hoje, é a Av. Braz de Aguiar).
Considerando as duas outras, a terceira reunião foi a mais concorrida das três, muita gente e o assunto “uniforme do clube” foi logo posto em discussão, mas, de imediato, Mário Bayma de Moraes com a palavra, justificou e retirou o seu projeto, pedindo, pedindo, inclusive, que fosse considerado apenas o de Hugo de Leão. Ninguém mais se manifestou a respeito e o projeto Hugo de Leão foi aprovado por unanimidade.
05/10/2021
Será o Benedito? Se você estiver falando do maior artilheiro da história gloriosa do Paysandu, sim é ele.
Bené, também conhecido como "Tanque da Curuzu", apelido dado pela potência de seu chute. Junto dele esteve Rabilotta, com quem formou um dos maiores ataques do Papão, marcando 316 gols. Ele chegou na Curuzu em 1966 e ficou até o 1973 e conquistou 5 títulos com o manto Bicolor.
O tanque, é simplesmente o maior artilheiro da história do Paysandu com 249 gols.
Sendo também o quarto maior artilheiro do clássico rexPA, no qual marcou 26 vezes.
Em 1966, Remo e Paysandu realizaram uma partida amistosa para comemorar o aniversário de reorganização do clube azulino, Bené estragou com a festa fazendo dois gols e dando a vitória para os bicolores por 2 a 0 no Baenão.
Em 1968, Bené e o Paysandu destacaram-se sobretudo pela vitória de 1-0, no estádio da Curuzu, sobre a seleção romena, uma das mais fortes da Europa na época e que se classif**aria à Copa do Mundo FIFA de 1970. Foi de Bené o gol, em cabeceio.
Bené foi incrível em todos os sentidos. Seu legado será perene 💙⚽
#1914